Coisas de Diva Coisas de Diva Coisas de Diva

Quem acompanha a gente por aqui, no nosso canal do Youtube e nas redes sociais sabe que, desde 27 de maio, eu mudei a forma com a qual me alimento. Independentemente de qualquer rótulo dado a esse processo, coisas importantes aconteceram desde que comecei – e não estou falando apenas de ter emagrecido, não. Minha cabeça também está diferente, minha relação com a comida está.

Como já relatei antes, nunca tive nenhuma questão séria em relação a esse assunto – e vocês sabem que transtornos alimentares são algo extremamente importante, que deve sempre ser considerado antes de qualquer mudança na alimentação. De qualquer maneira, por muitos anos, eu vivi com um sentimento péssimo chamado CULPA. E isso só foi mudar de uns tempos para cá.

Comecei muitas dietas durante a vida, sim, especialmente durante a adolescência. Restringia muito o que comia e, claro, o desespero frente a qualquer possibilidade de “furar” era imenso. Vivia me culpando por isso. Hoje minha mentalidade – essa peça tão fundamental do nosso quebra-cabeça – é outra. E não tem nada nesse mundo que me deixe mais feliz, de verdade.

Passei um segundo mês diferente do primeiro. Me permiti flutuar mais entre as possibilidades. E não houve o menor sentimento de culpa – houve consciência! Eu sabia o que estava fazendo, mas isso não foi um fator de fracasso dentro do que me propus a abraçar enquanto estilo de vida. Eu estou bem, estou ciente, estou inteira. E como é bom me sentir assim! <3

Conforme relatei no vídeo acima, tenho noção de que qualquer alteração na forma de comer traz consequências – para melhor ou para pior. No meu caso, foi para melhor porque me inseri completamente no processo, mesmo que, nesse segundo mês, ele não tenha sido uma constante absoluta. Existe mesmo uma capacidade para cada uma de nós – é possível usá-la de 0 a 100%. Talvez eu tenha usado menos do que o máximo e estou bem com isso.

Afinal, a pressa é de quem?

Nada na vida vem rápido. Seja ver a saúde melhorar, abandonar um hábito ou perceber resultados. Vejo que trilho um caminho individual, que não pode ser comparado com o de ninguém! É por isso que acho tão importante mostrar a verdade para vocês e sempre deixar claro que a gente não pode, jamais, ficar se comparando. Falar do assunto não é tanto sobre os quilos perdidos, mas sobre o processo.

Estou feliz com o que completei até aqui, afinal, foram 7 quilos de gordura em dois meses e uma alimentação muito mais natural, bem diferente do que estava fazendo antes. Eu sei que ainda tenho um tanto para caminhar – e que bom! Porque é justamente a caminhada quem me fortalece e acompanha. Ela não é aquela parte chata pra quem busca somente a realização.

Por tudo isso, se pudesse dar apenas uma dica para quem está no mesmo processo que eu, ela seria a seguinte: pegue leve com você mesma. Não tem coisa pior nesse mundo do que viver culpada.

Beijo procês!

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Respondo TAGs só de vez em quando, mas outro dia vi uma que gostei e que vi pouca gente respondendo: 15 coisas curiosas sobre mim! Vi no canal da Stephanie e no da Estée, achei divertida e resolvi gravar também. E caso você tenha perdido lá no nosso canal – ou prefira ver por aqui mesmo, tá aí:

15 coisas curiosas sobre mim

1. O que você acha que pode fazer mas não pode?

Editar esses vídeos do canal! Haha – sério, acho que já fiz algum progresso, mas ainda falta muito. Quero me dedicar mais a fazer edições mais legais. Sempre tenho a impressão de que minhas ideias são muito melhores que o resultado final.

 

2. Que palavra é difícil de pronunciar para você?

Uma bem boba: almofada. Sempre me embanano e fico na dúvida se é almofada, amolfada, aaaaaa.

 

3. Qual seu programa de TV favorito na infância?

Fantástico mundo de Bobby!! Quem lembra desse? Sempre me identifiquei com o Bobby, já que era uma criança com imaginação muito fértil (sigo sendo, aliás). Mas sempre amei muito os programas que passavam na TV Cultura também, tipo Castelo Ratimbum.

 

4. Quais são suas qualidades e defeitos?

É sempre difícil falar da gente mesmo nessa questão, mas para resumir: sou uma pessoa muito muito determinada, comigo não tem preguiça, não. Se eu quero, tá quisto (haha). E considero isso muito bom. Como defeito, tenho muita dificuldade em lidar com muita coisa por ser uma pessoa muito tímida, acho difícil me expressar como gostaria, enfim.

 

5. O que é mais importante: amor, fama, poder ou dinheiro?

Amor > dinheiro > poder > fama.

 

6. Se pudesse viver em qualquer outra época, qual seria?

Fui muito feliz sendo uma criança/adolescente dos anos 1990. De verdade, é uma das minhas décadas favoritas. Mas acho que amaria também ter sido jovem nos anos 1970, amo as roupas, músicas, etc.

 

7. Se tivesse que refazer seu guarda-roupas só com peças de duas lojas, quais seriam?

Considerando minha situação econômica real, acho que Zara e Renner. Se fosse numa condição abstrata em que eu poderia escolher qualquer loja no mundo, aí o negócio muda, né? Haha

 

8. Você consegue se lembrar do que estava fazendo há um ano?

Hmmm, não! Hahah.

 

9. Você tem sonhos recorrentes?

Não tenho um sonho específico, mas sonho muito com água: rios, mar, cachoeira, chuva, tempestade…

 

10. Qual seu signo?

Sou peixes, com ascendente em peixes, lua em peixes (hahaha, sim – tem mais um ainda no mapa, acho que Júpiter).

 

11. Como é seu quarto dos sonhos?

Atualmente, acho que é esse aqui:

12. Em que posição você dorme?

De lado, em geral pro lado direito.

 

13. Qual seu vampiro favorito de todos os tempos?

Elijah Wood no curta sobre Madeleine, em Paris Je t’aime. Esse aqui:

14. O que você está usando nos pés?

Meias! haha

15. Você tem uma letra bonita/clara? 

Acho que tenho, sim, se eu escrever com calma haha. Até mostro rapidinho aí embaixo.

Coisas curiosas sobre mim

E, claro, aproveita que você já tá por aqui e se inscreve lá no nosso canal – tá tendo vídeo quase todo dia, estamos preparando o conteúdo com carinho e queremos vocês por lá também! Rumo aos 80 mil! <3

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Sabem quando uma coisa que não poderia acontecer de jeito nenhum acontece – e da maneira mais aleatória possível? Foi assim quando vi meu óculos quebrado na palma da mão numa semana complicada, daquelas em que mal dá tempo de respirar. Sim, o óculos é aquele que todo mundo sempre pergunta qual é, muito embora tivesse sido meu companheiro por quase três anos.

Eu me lembro exatamente do dia em que fui buscar esse óculos. No caminho de volta pra casa, tive uma briga homérica com meu ex-namorado. Fiquei tão triste que até demorei para voltar a comemorar o quanto me sentia bem ao colocar ele no rosto.

O tempo passou e chegou um ponto em que eu nem me reconhecia direito sem o tal óculos. Talvez porque a maior parte das pessoas me associava a ele, tanto aqui na internet quanto fora dela. Foi duro ver que eu tinha quebrado tão assim, de bobeira, algo necessário pro meu dia-a-dia e que, à sua maneira, fez parte da expressão da minha identidade.

Depois do corre malsucedido para tentar arrumar, não tive escolha a não ser procurar por outro – ou o mesmo? “O mesmo”, pensei. “Quero o mesmo”. Fui atrás, encontrei. Experimentei na loja e, num passe de mágica, ele não tinha nada a ver comigo mais. Nada a ver mesmo.

Escolhi outro. Esse sim combinava perfeitamente comigo. Saí feliz, esperando para buscar em breve. Depois me coloquei a pensar que metáfora curiosa foi essa pra minha vida: o que parecia servir perfeitamente foi arrancado de mim sem nenhuma dó. E, na hora de repor, algo tinha mudado.

Eu mudei. Acho que estava precisando quebrar sem querer algo de velho para reconhecer algo de novo. Quantas vezes vocês passaram por situações assim na vida? As rupturas que a gente enfrenta são capazes de fazer ruir a zona de conforto, mas são necessárias para que seja possível ver o que há além.

É por isso que, nessa terça-feira, faço um convite para a semana que está só começando. Já pensaram que louco se a gente encarasse algumas das perdas que temos como uma chance de transbordar o que parecia ideal? Para mim foi necessário trocar de óculos para enxergar isso melhor.

Foto: Shutterstock

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A gente sempre tenta falar por aqui sobre autoestima e como precisamos nos sentir bem dentro da nossa própria pele. Mas eu mesma acho bem difícil seguir isso as vezes. Parece até uma bronca, né? “Você tem que se amar!”, mas de vez em quando bate aquela dúvida de como faz isso? Como começar esse processo? Como mudar tudo aquilo que a gente tem dentro da cabeça desde sempre?

Tenho a fórmula secreta? Não tenho, não. Mas ler algumas coisas de quem pensa como a gente, ou que tem um entendimento melhor sobre esse processo, é uma boa forma de ganhar um empurrãozinho extra. Vem comigo que te indico alguns textos para você ler.

Sobre defeitos e autoestima

Começo as indicações de um post escrito por mim mesma, lá em 2011, num lapso de lucidez e que até hoje diz tudo o que eu sinto sobre “defeitinhos” e  que isso acarreta na nossa imagem.

“E quer saber? Sou mais que isso. Tenho cicatriz no rosto, tenho celulite nas pernas, estou acima do peso, meu cabelo é muito fino. Mas por outro lado sou educada, inteligente, responsável, confiável, divertida, ótima amiga, boa profissional. Quando alguém falar de mim pode até citar o fato de ter o rosto marcado, mas além disso vai lembrar de quem eu sou e do sorriso que tenho.”

Namore você mesma

Um texto da equipe do Modices falando um pouco sobre o amor próprio, ressaltando como é difícil conseguir isso e dando algumas dicas para começar esse novo passo em relação a se gostar mais.

“Mas não, não é fácil. O amor próprio é importante, mas não é fácil. Não é fácil amar cada canto do nosso corpo ou cada aspecto torto da nossa personalidade. Não é fácil amar o cabelo em dias de frizz ou a opinião mal colocada na reunião de trabalho. Não é fácil amar a cara inchada ao acordar ou o inglês mal falado.”

Sou gorda e não me amo

Nesse texto Alexandra Gurgel dá 9 dicas legais para começar o processo de autoamor. Também vale muito a pena ver a séries de vídeos que ele fez chamado Maratona do Amor Próprio.

Amor próprio não acontece à primeira vista

Continuando, um texto da jornalista Paula Maria que fala um pouquinho sobre amor próprio e estar sozinha. Bem poderia ter sido escrito por mim mesma.

“Não existe uma fórmula mágica pra aprender a se amar. Amor próprio não acontece à primeira vista, não se concretiza de um dia pro outro. Trata-se de um processo meio árduo e, por vezes, demorado, mas, ainda assim, inegavelmente necessário.”

É só um cropped e eu posso usar!

Um post da Ana Luiza escrito no Futi e que dá aquele exemplo pra gente parar de ficar colocando caraminholas na cabeça e começar a ser mais livre.

Bom final de semana e TAMO JUNTO!

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