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Ei! O fim de semana foi ruim? Não deu pra descansar o quanto você gostaria? Tá chateada porque hoje já é segunda-feira (de novo!)? CALMA, miga. Vai dar tudo certo. Cola comigo e tente colocar em prática pelo menos uma das dicas para você começar a semana com o pé direito!

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#1 Foco no momento presente

A essa altura, eu sei que você deve ter acabado de almoçar e está de volta à labuta (ou ao estudo/filhos/compromissos, etc). Se tem uma coisa que eu procuro colocar em prática na maior parte das vezes – e é importante, na verdade, tentar em todas, mas tô melhorando nisso! – é o tal do foco no momento presente. Você vai perceber que, em vez de rejeitar uma tarefa ou procrastinar ao máximo para começá-la, o ato de abraçar o que precisa ser feito com a cabeça inteiramente lá vai te ajudar. Quando menos esperar, pronto, passou! Tá entregue – e aí abre-se um leque de outras coisas, sim, que podem ser feitas seguindo a mesma maneira de enxergá-las. Quando der por si, vai ver que finalizou o dia com sucesso e terá o merecido tempo para descansar – o que, inclusive, me leva à segunda dica!

#2 Esvaziamento da mente

Eu sei que uma mulher com dependentes tem MUITO menos tempo para si. E isso não vai mudar – pelo menos não até os filhos crescerem ou ela aprender a dizer “não” quando puder (isso são exemplos, pode ser qualquer pessoa/situação mesmo!). Mas tudo bem. Colocar a cabeça em uma coisa de cada vez já ajuda a equilibrar as tarefas e colocá-las por ordem de prioridade. O momento do esvaziamento pode chegar quando estiverem finalizadas ou quando você decidir que o que não deu para fazer ficará para depois. E aí é o momento de aproveitar um banho quentinho pensando no nada, ler um livro e viajar com a história, meditar – enfim, o que será feito não importa, desde que ele seja um momento só seu! Afinal, você também merece relaxar (e não pode esquecer disso nunca!).

#3 Tudo é passageiro

Felicidade é um treco momentâneo – ninguém é feliz o tempo todo, senão nem teria graça! Por isso, o entendimento de que ficar triste/cansada/estressada/insira aqui um sentimento também faz parte da vida ajuda bastante. E que tudo isso, assim como a própria felicidade, é passageiro! Que tal, então, assumir o que há de ruim mas também perceber o que há de bom? Às vezes, pequenos atos mudam nosso humor, nosso dia. Se aquela colega foi gentil ao deixar um xerox sobre a sua mesa, poupando a você tempo, agradeça, faça uma gentileza de volta! Isso engrandece a alma. Ou, sei lá, ao ler o mesmo “eu te amo” de alguém que faz parte da sua vida pelo Whatsapp pela quinquagésima vez, dê valor e pense no quanto aquela pessoa é importante e mande um sentimento bom de volta.

#4 Sim, está tudo no seu cérebro

Eu não sou nenhuma cientista de Harvard, mas a famosa #escoladavida me ensinou que, apesar de a gente associar os sentimentos (bons e ruins) ao coração, eles estão todos no nosso cérebro – que é algo mutável, inclusive para melhor! Dar um up no humor tem a ver com a nossa maneira de pensar e com a atitude que virá depois disso. Por isso, busque no seu interior a aceitação do que não pode controlar, respondendo a isso de maneira trabalhada e assertiva. Os resultados podem ser muito melhores! Além disso, o esforço do pensamento pra frentex muda a gente pra um dia e também pra vida. Eu nunca fui uma pessoa muito otimista, mas tenho visto que a fé e o pensamento positivo movem montanhas de verdade. Nas vezes em que tentei enfrentar os problemas com assertividade, me senti bem. Ao passo em que nas vezes em que tentei pensar de maneira mais otimista, vi as coisas mudando pra mim.

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#5 Lembre-se: nossas atitudes mudam o mundo

Não se esqueça disso nunca! Gentileza gera gentileza (para com os outros e para consigo mesma, aliás!). Que tal tentar para essa semana ficar mais bacana e, quem sabe, para todos os dias serem assim? Depois me conta o que achou. Beijo grande!

Foto: Shutterstock

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E aí, meninas! Tudo certinho com vocês?

Uns dias atrás, compartilhei essa foto no nosso Instagram (se alguma de vocês não segue a gente, tá perdendo!) em que contei algo bacana que comecei a fazer por mim mesma: fui a uma nutróloga, a Dra. Debora Froehner, da NutroDerma, uma clínica daqui de Curitiba voltada à saúde do corpo e da pele.

Antes de desenrolar o texto, acho importante colocar que a treta nutrologia x nutrição é algo que não está em pauta aqui. Respeito ambos os profissionais da saúde e não acho nem pior, nem melhor, escolher uma médica para cuidar de mim. Todos têm estudo e capacidade para o atendimento! E o importante é isso: estar em boas mãos!

Bom, voltando ao post. Na primeira consulta, que foi no dia 23 de maio, fiz uma bioimpedância e o resultado me deixou em choque: 40% de gordura corporal. Eu tinha consciência de que meu corpo mudou bastante ao longo dos últimos anos, mas não imaginava que estava num grupo de risco para algumas doenças relacionadas ao sobrepeso, de acordo com o diagnóstico da Dra.

Opa, outro disclaimer – e esse é importante: com isso, não estou dizendo que quem é magra é saudável e quem é gorda não é. Cada caso é um caso! É com o médico que isso é avaliado. Tô aqui falando apenas e tão somente de mim. Aliás, ouve um tempo da minha vida (uns 3 anos atrás!) em que cheguei a 60 quilos (tenho 1,72 m/1,73 m de altura, varia). Vivia doente e minha relação com a comida era péssima. Mas isso é assunto pra outra hora.

Não sou hipócrita de dizer que chegar aos 82 quilos não me incomodava. Me incomodava, sim, por uma razão bastante clara: esse é, mas ao mesmo tempo não é, o meu corpo. Explico: se 60 quilos era pouco peso, 82 é algo bastante distante do meu ponto de equilíbrio. Eu andava comendo muito – e muito mal – desde que vim morar sozinha, há mais de 2 anos. E sabia que isso não era uma atitude sustentável pro meu corpo e pra minha saúde, algo sentido não apenas no ganho de peso, mas também no meu fôlego e disposição, que só pioraram. É aquela história: o que a gente coloca pra dentro reflete lá fora!

Pois bem. Conversei longamente com a Dra. Debora na consulta (quase 2 horas!) e tenho exames variados para fazer em breve que devo retornar a ela. Mas um passo foi dado: recebi um programa de alimentação para iniciar a trajetória em busca de me alimentar melhor, com comida de verdade, melhorar minha saúde e – porque não? – voltar a um peso mais equilibrado, sem pirações.

estilo de vida

Low carb?

E aí, minhas queridas, o fato é que eu agora estou na low carb. E eu vou falar a real: tinha o maior preconceito com essa estratégia alimentar! Via a Lara Nesteruk (cara, como adoro ela!), que é nutri, contando sobre esse estilo de vida e ficava tipo “eu JAMAIS conseguiria isso”. Thais, parabéns, você está pagando a língua. DE TODAS as mudanças alimentares que já fiz, essa é, de longe, a que me deixa menos encanada, mais saciada e muito menos ansiosa. Sério.

A low carb é polêmica porque coloca abaixo uma série de mitos da alimentação que eu – e tenho certeza de que vocês também – já ouvi muito, do tipo: “tem que comer de 3 em 3 horas pra acelerar o metabolismo”, “quanto mais integral, melhor” ou “sacie sua vontade de doce com essa gelatina light aqui”. Sabem do que eu tô falando, né? E com isso não estou dizendo que as outras correntes da nutrição estão erradas, mas que há um jeito efetivo de melhorar a constituição corporal que quebra paradigmas!

Confesso que eu também achava estranho eliminar boa parte dos carboidratos de uma alimentação, mesmo os integrais, ricos em fibras, etc. Mas depois de conversar com a média e ouvir DE VERDADE os snaps da Lara, passei a entender o funcionamento da low carb. Daria um blog inteiro se eu tentasse explicar tintim por tintim como ela faz o corpo trabalhar, mas o que digo é que existem inúmeras evidências científicas e pessoas especialistas que falam a respeito do tema (a própria Lara no Snapchat/Instagram – @laranesteruk – e alguns de seus colegas, o Dr. Souto e o Dr. Barakat. Sem falar na minha nutróloga, que dá dicas volta e meia em seu Insta: @dradeboranutrologa).

As informações sempre estiveram ao meu redor, o que estava faltando era eu ter mais fé em mim, motivação e alguém especialista para me acompanhar (conheço toda essa galera já tem mais de 1 ano, mas quem disse que eu mexia em alguma coisa do que comia?). Comecei NUM SÁBADO (dia 27 de maio, como um presente para meu ano novo) e hoje a reeducação completa 6 dias.

O que posso dizer é que não fico roendo a unha de vontade de comer doce ou massa, como sempre fiz enquanto comia MUITOS carboidratos, me sinto saciada a cada refeição e não tenho aquela pira de ter que pensar em me alimentar em intervalos de 3 horas. A low carb compreende uma variedade grande de alimentos (mais para frente posso contar o que ando comendo) e defende a diminuição nos industrializados – só de eles quase não estarem presentes já sinto diferença!

Se eu nunca mais vou comer carboidratos? Claro que vou comer! Afinal, comida é também fonte de felicidade, de encontro, de satisfação, oras! Mas eu acredito que preciso mudar minha forma de enxergar o carboidratos que, sem zoeira, estavam constituindo uns 85% da minha alimentação. Equilíbrio é um treco super importante! E não, não vou negar daqui a algum tempo, quando estiver onde quero chegar, uma pizza/massa/pão de vez em quando!

Falando nisso, tal qual contei no Insta Stories de hoje, nesses 6 dias minha barriga desinchou pra caramba! Não estou me pesando, até porque PESO NÃO É NADA, mas visualmente já me sinto mais fininha nessa região abdominal, que sempre foi meu ponto crítico (puxei o corpo do meu pai).

Ufa, esse post já está enorme. Mas é isso! Vim compartilhar com vocês tudo isso não porque estou virando fitness ou porque quero ficar falando de dieta toda hora. É pra inspirar quem está buscando mudar o estilo de vida, melhorar a energia vital, dar um um up na saúde, afinar a silhueta, enfim! O que motiva cada pessoa é muito pessoal – e o importante é estar de bem com a gente mesma, né?

Pretendo continuar esse papo lá no nosso canal no Youtube (inscrevam-se!), mas com uma frequência baixa para não comprometer outros assuntos. Quem quiser me acompanhar está convidada! Super beijo!

Fotos: Shutterstock

PS: Meninas, estou de olho nos comentários e logo responderei individualmente alguns. Acho importante colocar que sempre haverá discrepância nas pesquisas científicas sobre efeitos e consequências de qualquer estilo de alimentação: uma diz x, outra diz y. E isso varia de pessoa para pessoa. Porque, no fim, qualquer coisa pode ter resultados e riscos – mesmo que sejam diferentes entre si! Agradeço a preocupação de vocês de qualquer modo. Sigo com o que me propus a fazer porque, se eu for me prender a isso, nunca mais como nada, hahahaha!

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É engraçado notar como esses quase 9 anos de blog formaram uma relação de confiança entre nós! Hoje, noto que muitas de vocês enxergam a gente como amiga mesmo, pro que der e vier. E isso é super gratificante e faz tudo valer a pena, tenham certeza. Por outro lado, como já dissemos, estamos também sempre aprendendo com vocês. A troca é muito bacana!

Justamente por essa proximidade tão estreita, costumo receber e-mails dos mais variados vindos de vocês. A maior parte, diferentemente do que acontecia antigamente, não é com dúvidas sobre cosméticos não: são dúvidas existenciais, amorosas, comportamentais, profissionais, familiares… Enfim, aqueles CAUSOS da vida que andam afligindo cada uma!

É por isso que decidi criar um quadro lá pro nosso canal no Youtube para responder as questões que recebo (e são muitas, mas juro que, mesmo demorando às vezes, nunca deixo ninguém na mão!). Acho que o formato vídeo me aproxima mais de vocês, nesse caso – dá para me ouvir falar como amiga, de carne e osso, com expressão, opinião e sentimento! Porque, afinal, é assim que me sinto: amiga de vocês!

No vídeo acima (tá bem curto, vai que rola assistir num intervalinho por aí?), explico a proposta e convido quem quiser a me mandar e-mails pedindo ajuda! Aliás, nessa segunda-feira, dia 05 de junho, estreia o quadro mensal lá no Youtube! O nome não será mais “Thais Ajuda”, mas tenho certeza de que vocês vão adorar o outro jeito de chamar que criei!

Então, fiquem ligadas e sintam-se à vontade para me mandar e-mails sempre que quiserem para: thais@coisasdediva.com.br – super beijo!

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Falta pouco menos de uma hora para eu poder dizer que tenho 31 anos. Lembro da minha mãe falando, lá no meu aniversário de 18, que a partir daquele momento a vida passaria voando. E aí eu olho para trás e não sei nem dizer se essa menina de 13 aí das fotos sou eu ontem mesmo ou há muito tempo.

Fato é que, matematicamente falando, essa é uma Thais de 18 anos atrás (que coincidência de números!). Talvez ela esteja um pouquinho diferente fisicamente. Talvez seja diferente por dentro também. Talvez as preocupações dela sejam outras – assim como o jeito de pensar o futuro. Talvez.

Fazer 31 me faz olhar para essa recém-chegada na adolescência com ainda mais carinho. Mesmo tão nova, ela carregava consigo uma quantidade enorme de sentimentos. Queria ser aceita na escola, torcia para que aquele menino bonitinho desse bola pra ela, desejava brigar menos em casa, gostaria de ser feliz com o que via no espelho e até sonhava quietinha com o dia em que finalmente seria adulta.

Se aos 13 a vida era assim, aos 31 não é radicalmente outra: ainda tenho meus carmas para trabalhar. Mas hoje, diferentemente de antes, consigo enxergar com clareza quais eles são. E os abraço. E os aceito. A maturidade é uma bênção mesmo. Agora, mesmo que algumas coisas doam, elas doem sempre com uma única certeza, a de que eu vou aprender – e não a de que eu sou a pessoa mais azarada do mundo.

Os 31 não são melhores nem piores do que os meus 13. Tudo anda diferente, mas algumas coisas nunca mudam. E que bom que é assim. Sinal de que estou aprendendo com os anos quem eu sou de verdade. Que venham mais muitos ainda – e que eu saiba continuar celebrando o que cada um vai me trazer.

Feliz não é só o aniversário, felizes também são as oportunidades de aprender o infinito que eu sou, de carregar aprendizados e ensiná-los quando puder, de crescer pra mim e pro mundo. E feliz também é escrever e ter com quem compartilhar esse texto. A Thais de 13 anos estaria orgulhosa. <3

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