Coisas de Diva Coisas de Diva Coisas de Diva

Esses dias recebi pelo direct do meu Insta pessoal (@thaismarques86) a seguinte dúvida de uma seguidora nossa: “o que devo pensar de um ex (do qual ainda gosto) que fica me bloqueando/desbloqueando toda hora das redes sociais?”.

Ah, os dramas do século 21! Mas quem sou eu para comentar, afinal, assim como a colega aqui de cima, já passei por algo parecido. Aliás, acho que você que está lendo também!

Ok, segura essa história e corta pra mim. Por muito tempo, quis tentar penetrar no universo impenetrável da cabeça das pessoas – especialmente pessoas do sexo masculino, pelo qual me interesso amorosamente. Gastava um tempão buscando entender o que levava a pessoa X a agir do modo Y. Elucubrava todas as variáveis possíveis e, ainda assim, ficava sem uma resposta definitiva.

E é claro que ficava sem resposta: afinal, a única maneira de saber seria perguntando para o cara, por exemplo, coisa que: 1) em MUITOS casos não dava para fazer; 2) mesmo que desse, até que ponto a pessoa responderia com pura honestidade?; e, finalmente, 3) talvez nem o próprio alvo dos questionamentos soubesse seus próprios porquês – o que tem de gente que não se conhece não tá no gibi!

Ou seja: nem eu, nem você somos capazes de entrar na cabeça de alguém. Simplesmente não tem como. Pessoas são imprevisíveis e motivadas por tantas variáveis que demoraria uma eternidade para catalogar. Por isso, repito o que respondi à amiga lá de cima: o melhor mesmo, nesses casos, é dar um jeito de seguir em frente.

Vamos dizer que um cara que você conheceu pela internet, num desses aplicativos de ~paquera, simplesmente desapareceu e nunca mais falou contigo, aparentemente sem nenhuma razão concreta. Em vez de se debater inteira pensando nos possíveis motivos, você tem algumas opções:

 

  1. Inventar um motivo não-embasado (ou parcialmente embasado) que faça você se sentir melhor, mas que tenha a ver com um possível problema dele, não com você – chega de se sentir insuficiente, insegura e para baixo, mulher!
  2. Pensar que quem saiu perdendo foi o rapaz. Eu JURO pra você que, mesmo com forças negativas do além me puxando para baixo muitas vezes, me sinto infinitamente mais tranquila quando penso assim – nem que forçadamente! Procuro reforçar minhas próprias qualidades em vez de procurar onde eu “errei”.
  3. Entender que o que você sabe é que, por alguma razão, ele simplesmente não quis mais falar, oras. E tá tudo bem, é do direito dele! De acordo com pesquisas informais, em apenas 0,1% dos casos o cara perdeu o celular, apagou seu número sem querer e blablablá – e ainda assim, bem procuradinho, dá-se um jeito!

 

Isso tudo não serve, claro, apenas para relacionamentos românticos – é para todo e qualquer tipo de relacionamento! Evidentemente, dá para buscar compreender os pontos de vista e atitudes de quem você convive (e saber disso pode ajudar imensamente na relação). Porém, não se esqueça: mesmo que tente muito, você JAMAIS vai saber 100% o que se passa com aquela pessoa.

Aceitar isso é fundamental – e poupa a gente de muita coisa. Bom domingo! <3

Foto: Shutterstock 

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pessoas tóxicas

Me considero uma pessoa muito aberta para os outros – às vezes, até aberta demais. Justamente por isso, comecei a perceber (nos âmbitos pessoal e virtual) que, muito embora tenha conhecido gente maravilhosa, também tinha atraído algumas pessoas que, de uma maneira ou de outra, me faziam mal.

Só fui descobrir que havia um termo para elas – pessoas tóxicas – não muito tempo atrás. E, sério, minha maneira de olhar para esse assunto mudou depois disso. Li uma série de textos sobre como identificá-las e o que fazer para afastá-las (se você tiver curiosidade em ler, basta jogar no Google!).

Mas a verdade é que não foram necessariamente as dicas dadas que transformaram o jeito com o qual eu enxergo essa questão – que está na minha e muito possivelmente na sua vida. Foi ter tomado a consciência de que, mesmo sem querer, há gente que é capaz de consumir minha energia.

Veja, tem casos óbvios de pessoas tóxicas – aqueles em que fica na cara a maldade, a inveja, o ódio (ou qualquer outro sentimento nocivo fruto de algo mal-trabalhado naquele interior). Esses não são difíceis de perceber. O problema é quando você deixa alguém que parece bacana entrar e, aos poucos, começa a se sentir esgotada, pra baixo, irritada – enfim, uma versão aquém do que está acostumada a ver.

De início, você não conecta as coisas. Acha que é culpa do excesso de trabalho, da rotina agitada, dos problemas que tem. E a vida segue, aquela pessoa entra mais e mais… E você finalmente vê que está dando muito mais do que tem para dar. Ou está sendo constantemente criticada, mesmo que veladamente. Ou ainda está se tornando apenas um muro das lamentações que não pode resolver.

Entenda: uma pessoa que pode ser tóxica para você não é necessariamente uma pessoa ruim. A culpa não é de ninguém. Não tem culpa aqui. A questão, ao meu ver, são encontros de vida que operam unilateralmente, onde o outro precisa constantemente se sentir protagonista (mesmo quando os holofotes são colocados em você, ainda é sobre algo que está mal resolvido dentro daquela pessoa – repare). E a gente sabe que qualquer relação humana saudável é de troca, não é?

Estou bem longe de ser perfeita – e sei que você também está. Entender alguém como uma pessoa tóxica não é se colocar como superior em relação a ela. Cada um tem sua caminhada, afinal – nem melhor, nem pior. Precisamos ter compaixão com o outro, é claro. Porém, dentro disso, pense bem: quanto está custando a você a manutenção daquele alguém na sua vida?

Enxergue até onde vão seus limites, observe-se com mais carinho. Porque de nada adianta dar seu melhor para uma pessoa se ela for deixar você tão esgotada a ponto de acabar sendo mais ou menos para várias (e, em especial, para si própria). Pense nisso! <3

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Lembra do COMPROMISSO PÚBLICO que assumi dizendo que não evitaria mais usar roupas curtas por causa das celulites, coxas grossas e tudo mais? Pois bem, estou vindo aqui prestar contas.

Quando estive em São Paulo semanas atrás, fiz questão de usar o shorts mais curto que tenho e que sempre pensava duas vezes antes de vesti-lo. Usava quando estava entre amigos, mas nunca para viver a vida fazendo coisas aleatórias. Não queria que as pessoas ficassem reparando nas minhas celulites.

Então usei o dito cujo para ir na feira de antiguidades e passear nos cafés e restaurantes. Vou te contar que acho que não foi uma boa ideia, não pela roupa em si, mas pelos comentários infelizes dos machos de plantão. Te contar que quase voltei para o hotel para trocar de roupa pelo tanto que aquilo estava me incomodando. Mas levantei a cabeça e segui em frente me fazendo de surda. Difícil né, quando a gente quer ter a liberdade de usar o que quiser e tem que ouvir imbecilidade no meio da rua. Veja só, estava querendo provar um ponto para mim mesma que posso usar o que quiser sem me importar com o julgamento dos outros e mesmo assim, me senti constrangida pelos comentários machistas na rua. Ser mulher não é fácil, não.

A blusa e o shorts são da AMARO, mas não tem mais para vender.

Mas tirando essa história semi triste, também resolvi tirar da minha lojinha do Enjoei uma saia que sempre achei linda, mas nunca usava porque achava que minha pancinha ficava muito aparente. Ficava barrigudinha e com o popozão super marcado, então por mais que eu provasse a saia, mudava de ideia no final e trocava de roupa. Pois bem, resolvi que a saia seria usada SIM e foda-se se o corpo fica marcado demais. Achava ela muito linda para ficar parada no armário ou para vender sem nunca ter usado. O resultado do look, é esse abaixo. Me senti bem feliz em vencer essa mini barreira que tinha com a saia justa e fiquei toda serelepe com a peça “nova”. Vou usar mais vezes!

Foto tirada pela Melina Souza. A saia foi comprada a mais de 4 anos e a camiseta foi comprada no Enjoei, coincidentemente, a vendedora era leitora do blog. 🙂 O colar é da Forever 21, tênis Bottero e bolsa Adô.

Ainda não tive oportunidade de ir para a praia ou piscina, mas me aguarde que o verão está logo ali e logo vamos ter corpitcho de biquini por ai. Me aguarde!

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