Roupas femininas baratas: é possível encontrar!

Thais Marques POR Thais Marques
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Já sabemos bem que ~num tá fácil pra ninguém, né? hahahaha Mas é verdade. Parece que tá tudo cada dia mais caro – e isso inclui uma das necessidades básicas de toda mulher: se vestir de um jeito bacana! Foi pensando nisso que eu criei esse post com dicas de onde comprar roupas femininas baratas. Para atender a todo mundo, coloquei indicações de lojas online, mas fiquem à vontade para comentar sobre as físicas que curtem também!

ROUPAS FEMININAS BARATAS: A OPINIÃO CONTA

Para começar, é preciso entender o que é barato em cada opinião. E isso varia muito de pessoa para pessoa… Eu sou partidária da ideia do custo/benefício. É por isso que gosto de investir mais grana em peças atemporais, que não vão cair de moda praticamente nunca. Porém, para aquelas roupas tendência do momento, que eu sei que serão passageiras na minha vida, não despendo muito não.

ASOS

roupas femininas baratas

Essa loja inglesa é um sonho de consumo! A Asos tem roupas moderninhas, daquelas que você (ainda) não encontrou por aqui, por um preço bacana. Mas é preciso ficar de olho na política do site – eles cobram o imposto sobre o valor da compra antecipadamente. É por isso que eu não me engano quando entro lá: primeiro, coloco o valor em dólares, para não errar na conversão. Aí clico na categoria desejada e já seto o filtro para preços bem baixinhos! O ideal é pesquisar pela marca própria, que tem umas roupas lindas e mais em conta.

SHEINSIDE

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O Sheinside também vende roupas bem legais para quem quer andar alinhada com as tendências. Uma das coisas que eu acho bacana do site é que ele está um pouco mais adaptado ao público brasileiro – dá para converter automaticamente o valor das peças em reais, por exemplo. Rolam sempre muitas promoções e cupons de desconto infinitos. O ideal é dar sempre uma passadinha lá para aproveitar uma dessas oportunidades!

ALIEXPRESS

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Nosso querido Aliexpress não poderia ficar de fora dessa, né? O site tem de tudo, mas um de seus fortes é roupas femininas baratas! Lá existem vendedores independentes, geralmente da Ásia – por isso, não dá para esperar os tecidos mais perfeitos e os melhores acabamentos, uma vez que, para baratear o valor, há economia em todos os aspectos. O endereço faz tradução do inglês para o português e também converte a moeda para real. Porém, minha dica aqui é pesquisar em inglês. Sei que é chato, mas sempre encontro melhores resultados.

Vejam aqui esse post da Marina sobre como comprar no Aliexpress – passo a passo!

ENJOEI

Para quem não tem restrição em comprar peças de segunda mão, o Enjoei é o lugar certo. O site é uma comunidade de vendedores comuns, como eu e vocês, que se desapegam de roupas, sapatos, acessórios e afins por precinhos mais camaradas. Se tem uma dica que posso dar a respeito é: não vale entrar com uma ideia fixa na cabeça. O melhor é ir navegando e se surpreendendo com as ofertas. Isso porque os tamanhos podem variar e o tipo de roupa também.

Já conferiram nossas lojinhas no Enjoei?

DAFITI

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Para quem ficou se perguntando se ia ter dica de loja online nacional, aí está! Antes, associava muito a Dafiti a calçados, mas a verdade é que o site tem uma variedade bem grande de coisas, inclusive roupas! Navego muito por lá quando estou fazendo pesquisa para os posts do blog. São várias marcas vendidas e, como nem tudo são flores, tem itens caros também. Mas sempre me surpreendo com os preços da Fiveblu, com umas peças bem bonitinhas a valores super convidativos.

PS: Muitas meninas reclamaram da Dafiti nos comentários – para quem quiser ver as histórias, estão todas abaixo do post. Eu comprei uma vez e não tive problemas. Vale ficar de olho, então!

AMARO

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Curto a Amaro porque vende roupas de fabricação própria, sempre conectadas com o que está rolando na moda. Talvez não sejam as mais baratas de todas que coloquei aqui, mas certamente não custam os olhos da cara. Vale a pena dar uma navegada na loja, porque eles sempre estão colocando novidades! Ah, e a entrega é bem bacana: vem tudo super bem embaladinho, como se fosse para presente.

Todos os sites indicados aqui são confiáveis. As políticas de pagamento, impostos (se houver) e frete variam de empresa para empresa. Então é sempre bom ficar atenta para o barato não sair caro! Vale também alertar que, quando se compra roupas femininas baratas, qualidade nem sempre é um ponto-chave. Por isso, fiquem atentas às fotos, aos tecidos e à modelagem aparente, mas não esperem 100% de fidelidade, especialmente no Aliexpress.

Boas compras!

Roupas anos 60: tudo sobre o estilo da época!

Thais Marques POR Thais Marques
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Muito se fala sobre os penteados e a maquiagem dessa época, mas eu sei bem que a confusão fica mesmo quando o assunto é roupas anos 60! Estou longe de ser uma perita em moda, entretanto, como essa é minha década favorita, resolvi mostrar algumas inspirações para guiar quem quer se vestir a esse modo – seja para uma festa à fantasia temática ou usando alguns elementos no dia a dia mesmo.

Uma breve explicação

roupas anos 60

Os croquis foram retirados do livro 20th Century Fashion

Os anos 60 foram, sem dúvida, um período de quebra de paradigma na sociedade. E isso, claro, refletiu não somente no pensamento, mas também na moda, na beleza e na estética! No começo dos anos 50, as mulheres ainda valorizavam a silhueta curvilínea, com cintura e busto marcados, além de saias mais longas. Era um estilo bem feminino que começou a mudar no final da década, dando espaço para linhas mais retas e comprimentos menores, que ganharam mais força ainda nos 60’s.

Foi aí que a mulherada passou a adotar uma silhueta mais simples, com saias cada vez mais curtas – até chegarem à versão mini, no final da década! A cintura começou a ser menos valorizada, dando espaço para os modelos soltos, geralmente em formato A. O busto perdeu importância e, naquela época, não ter muito seio não era problema algum (bem diferente da era do silicone em que vivemos hoje, hein?). Inclusive, as roupas anos 60 deixavam a região bem reta, de forma até proposital.

Isso é 60’s

roupas anos 60

Não podia deixar de colocar a musa dos anos 60 Twiggy nas fotos da montagem! Ela é de fato a representação mais fiel do período, aquela que ficou no imaginário das pessoas. Além dos vestidos retos, a mulherada também gostava de conjuntinhos e abusava das botas de cano alto com minissaia.

Isso também é

roupas anos 60

Também dá para fazer outra vertente, representada na linha de fotos acima, que é a do final da década e do movimento hippie. Não está errado, porque, afinal, Woodstock aconteceu em 1969! Se não estavam peladas (hahahaha, brincadeira), as mulheres usavam calças de cintura alta, camisas soltas e muitas referências florais.

Isso não é 60’s

roupas anos 60

Vejo muita gente ser convidada para festas à fantasia dos anos 60 e, por achar que tudo é a mesma coisa, chegar lá de saia rodada, cintura marcada e lenço de bolinhas amarrado na cabeça. Claro que é infinitamente mais fácil encontrar fantasias dessa época nas lojas de aluguel por aí (e até improvisar com aquela saia midi que se tem em casa), mas não é bem assim! Nas fotos acima, existem imagens que representam a silhueta 50’s, não a 60’s.

Roupas anos 60 em 2015

roupas anos 60

Roupas à venda na Asos.com

O mais lindo dessa década é que ela perdura até hoje no vai-e-vem da moda. As calças pantalona, a minissaia reta e as estampas geométricas não me deixam mentir! Para não ficar muito caricato, vale escolher algum desses elementos para compor um look contemporâneo. Sem esquecer, claro, do delineado e do volume no topo da cabeça!

Vejam aqui dois outros posts bem legais que eu fiz sobre décadas: 60’s e 70’s!

E aí, gostaram das dicas de roupas anos 60?

Vestidos de festa: onde encontrar?

Thais Marques POR Thais Marques
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Aos 20 e poucos, a preocupação é o que usar na formatura. Aos 20 e muitos, é escolher um modelito legal para o casamento daquela amiga querida. A ocasião não importa: vestidos de festa são sempre uma questão importantíssima quando se tem um evento marcado na agenda, né?

Pois hoje venho ajudar na tarefa com dicas de lojas para encontrar peças incríveis! Minha lista contém locais aqui de Curitiba que conheço e também marcas que encontrei pesquisando na internet. Vem comigo!

Parece que tudo começou com o trabalho delicado da estilista Patricia Bonaldi, mas a verdade é que Minas Gerais (especialmente BH) tem várias marcas de vestidos de festa maravilhosas! Recentemente, tive a oportunidade de conhecer três que me encantaram: a Tutta, a Cosh e a Dilles! Todas elas têm em comum os detalhes preciosos, como os bordados, as telas e os recortes.

Os modelos da Tutta custam a partir de R$ 1.000, em média, com o preço cheio. Porém, a marca costuma fazer algumas promoções que sempre divulga na fanpage e na conta do Instagram. O método de venda é por multimarcas em todo o país. Mas as meninas de Belo Horizonte que quiserem conhecer o showroom podem ligar para marcar uma visita e comprar diretamente lá – basta dizer que é por indicação da Poliana (meu contato).

A Cosh andou vestindo até a Bruna Marquezine para a capa da NOVA – tá bom ou quer mais, meu bem? Com toda essa fama, não dava para esperar preços muito camaradas (para se ter uma ideia, um vestido curto com preço cheio sai por volta de R$ 3.000). Porém, é possível encontrar opções com um valor mais razoável na loja online – tem na aba Sale e também na Bazar 70% Off. Tem loja física em BH também!

A Dilles possui loja física em Belo Horizonte, para a sorte das mineiras! A marca sempre participa do Minas Trend Preview com seus vestidos de festa lindíssimos e já está com a coleção de inverno lançada (nas fotos acima!). Não sei dizer a faixa de preço das peças, mas vale dar uma ligadinha lá – (31) 3312-4233 – para conferir. Inclusive, dá para ficar sabendo se estão à venda em outras cidades do Brasil.

Aqui em Curitiba nós também temos nossas opções. Dá para mandar fazer o tão sonhado modelito ou então comprar pronto em alguma das lojas que existem por aqui. Para quem não tem frescura, alugar é uma opção. Recomendo, nesse caso, as casas de locação de trajes da Rua Ubaldino do Amaral – tem a maior concentração de vestidos por metro quadrado da cidade! Moro bem pertinho e sempre vejo as vitrines, mas nunca sou muito fã das peças. De qualquer forma, não custa tentar, né?

[Sete anos fazem bem pra gente, né? hahahaha]

Quando me formei, em 2008, fui até o Shopping Mueller procurar um vestido. Aí acabei encontrando a loja Max Vera e descobri que eles fabricavam o modelo que você quisesse. Me inspirei numa capa da Rihanna na Teen Vogue da época e criei uma versão longa para o baile. Hoje não faria dessa cor, mas o modelo continua bem ok! Na época, paguei R$ 1.500 por tudo – hoje não sei dizer o valor que está! O telefone de lá é (41) 3224-8220.

Outro lugar de confiança para mandar fazer vestidos de festa é o ateliê de costura da Margarida. Ela é um amor, ouve direitinho o que você quer e faz tudo em tempo recorde! O valor da mão de obra dela começa em R$ 500 – o que vai encarecer são os tecidos, pagos à parte (mas ela pode comprar), e a quantidade de trabalho envolvida. O telefone do local de atendimento dela, que fica no Água Verde, é (41) 3058-3611. A fanpage é essa aqui.

Arthur Caliman é um nome que sempre vem à cabeça das curitibanas quando o assunto são vestidos de festa. Isso porque a segunda capital do Brasil a receber uma loja própria do estilista paulistano foi aqui! O que achei mais legal da marca é que são várias subdivisões – tem 15 anos, noiva, festa e curvy (<3). Já a Praxe é uma loja multimarcas de roupas de festa com unidades no Alto da XV e no Batel. Para conferir os modelos e preços, basta olhar o site!

Agora vem o desafio ~colaborativo: quem conhecer mais lojas ou costureiras em qualquer parte do país compartilha nos comentários! Sites de vendas internet afora e bons vendedores no Aliexpress também são bem-vindos!

Roupas usadas: o que fazer com elas?

Thais Marques POR Thais Marques
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Toda mudança de estação, anualmente, de vez em quando… Cada uma tem o seu método, mas fato é que, volta e meia, enfrentamos uma boa arrumação no guarda-roupa para observar aquilo que continuamos usando e desapegar das coisas que não vestimos mais.

Depois da trabalheira toda, sobram sacos e sacos de roupas usadas, com estados de conservação variados. E aí, o que fazer com elas? No post de hoje, trago opções que podem ser interessantes – algumas, inclusive, já foram testadas por mim. Partiu fazer a energia do armário fluir e deixar outras pessoas bem felizes?

Existem determinados tipos de peça que podem e devem ser vendidos. Aqui incluo roupas ainda com etiqueta, seminovas e especiais (um vestido de festa, por exemplo). Elas podem não ter combinado com o restante das coisas, não estarem mais servindo ou simplesmente terem ficado esquecidas, sem o merecido uso.

Um dia alguém muito inteligente criou os sites de desapego. Então por que não experimentar essa ferramenta? Para roupas (sapatos e acessórios também), o mais conhecido é o Enjoei. Funciona assim: caso seu produto seja vendido, você paga 20% de comissão + R$ 2,15 de taxa de anúncio. Se não for vendido, você não paga nada.

Se as suas amigas adoram o jeito como você se veste, talvez seja uma boa disponibilizar suas peças para elas em primeira mão! Fazer um bazar pras mais chegadas não é difícil: basta criar um evento fechado no Facebook chamando a galera e receber todo mundo em casa ou no salão de festas com bebidas e comidinhas. Cada roupa deve ter o preço fixado e é legal disponibilizar um lugar para que as meninas possam experimentar tudo.

Quando era adolescente, vendia muito para brechó – naquela época, valia muito a pena, tirava uma graninha ótima! Hoje, infelizmente, não se paga tão bem assim por um saco de roupas (aqui estou falando dos brechós simples, não de antiguidades, ok?). O único que eu sei que ainda compra aqui em Curitiba é o Casarão, na esquina da Mateus Leme com a Paula Gomes. Não custa tentar, né?

Uma opção intermediária entre vender e doar é participar de um troca-troca. Dá para organizar com as mais chegadas uma versão caseira ou então anunciar pela internet mesmo. As curitibanas podem participar do Troca-Troca CWB, um grupo fechado no Facebook criado justamente para esse tipo de escambo fashionista.

Roupas de uso geral podem ser doadas a entidades assistenciais: asilos, orfanatos, casas de apoio a pessoas carentes… Também dá para misturar a elas aquelas peças mais incrementadas, caso a instituição faça seu próprio bazar. Outra opção é conversar com quem precisa e perguntar se gostaria de receber as coisas. Eu e minha família temos o costume de deixar sacolas no carro e parar para falar com moradores de rua e famílias de carrinheiros, perguntando se desejam ficar com as roupas. Ah, sempre lembrando que, se é para doar, que seja tudo limpinho, cheiroso e em estado praticável, certo?

Já ressuscitei meu guarda-roupa indo à costureira fazer barras que faltavam, diminuir vestidos, arrumar zíperes estragados… Não pode ter preguiça quando o assunto são coisas boas que a gente ainda tem vontade de usar! Aqui em Curitiba, eu vou na oficina de costura da Andreia, que faz um serviço bem caprichado. O telefone de lá é (41) 3244-8471. Fica perto do estádio do Atlético.

E aí, mais animadas para fazer girar a economia e a solidariedade? Espero que sim! E lembrem-se: o ideal é comprar de forma consciente, sem exageros!

PS: A leitora Isabela avisou que, este ano, a Campanha do Agasalho aqui do Paraná acontece entre os dias 14 de abril e 31 de julho. Podem ser doados roupas, calçados e cobertores nas unidades do Sesc e do Senac em todo o estado. As doações são repassadas a instituições sociais paranaenses cadastradas durante toda a campanha.

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