Traje esporte fino: algumas dicas práticas

Vocês lembram que, antigamente (falou a velha, hahahaha), era bem comum receber junto ao convite das festas a indicação do que vestir? Agora, me parece que esse “toque” está caindo em desuso, porque não tenho visto mais em lugar nenhum! Por um lado, acho bacana porque dá liberdade à convidada para usar o que ela quiser. Por outro, faz com que algumas pessoas fiquem perdidas na hora de escolher a roupa e acabem perguntando a quem convidou!

Se a resposta for traje esporte fino, o que é necessário vestir, então? Ele também é chamado de passeio ou tenue de ville (“roupa de cidade”, na tradução do francês). Na escala de formalidade da vestimenta, traz um passo a mais em relação ao traje esporte, que é o mais casual de todos. Portanto, se essa for a indicação, há implícita a ideia de formalizar um pouco o visual, mas sem chegar no patamar de arrumação do traje social (ou passeio completo) ou a rigor (também chamado de gala ou black tie).

Tá, mas o que escolher, então?

traje esporte fino

Em primeiro lugar, queria dizer que ninguém é obrigada a nada nessa vida! Mas quem tem vontade de ir de acordo com o dress code colocado, pode pensar em materiais sofisticados nas roupas, saltos mais altos e bolsas menores. Nesse caso, um bom vestido preto é capaz de ser a pedida ideal. Se essa for a escolha, é legal que ele possua um tecido nobre e, quem sabe, tenha o comprimento no joelho – na minha opinião, fica muito elegante! Como complemento, dá para usar joias (pra quem tem, né) ou bijuterias marcantes!

traje esporte fino

As calças e os macacões de alfaiataria também são ideias boas para ocasiões que pedem traje esporte fino, assim como os blazers e os casaquetos com um corte bacana (eles podem ser usados, inclusive, sobre vestidos para proteger do frio). Meias calças, scarpins e sandálias, em geral de salto, dão um toque chique. Falando nisso, a clutch é uma aliada incrível e ainda dá um toque de glamour no visual!

Aqui tem algumas ideias de como usar vestido de festa curto!

Ficam aí as sugestões para quem tinha dúvidas sobre essa indicação de vestimenta. Lembrem-se de que são direcionamentos apenas, não obrigações, ok? Se tiverem alguma pergunta sobre esse e os demais tipos de traje, basta colocarem nos comentários que eu vejo e respondo com o que sei!

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A quem quero enganar: eu adoro sapatos! Não sou lá uma Claudia Raia com a minha coleção porque quando gosto de um par uso até destruir, hahahaha! Fora que estamos falando de um acessório que não é necessariamente barato, né? Mas a verdade é que, escolhendo bem, dá para ter poucos e bons e no armário e usar em várias ocasiões!

Tipos de salto

Pensando nisso, meu post de hoje traz um dossiê completinho sobre os tipos de salto. Também sugiro onde usar cada um! Lembrem-se de que não tem regra e todo deve usar aquilo com que se sente bem. São apenas ideias para quem fica às vezes um pouco perdida na hora de escolher entre tantas opções!

Flat

tipos de salto

Os saltos flat aparecem em sapatilhas e rasteirinhas e são bons para quem não está com vontade de adicionar centímetros à altura. As sapatilhas são ótimas para o dia-a-dia, inclusive no trabalho! Em festas, vale apostar nos modelos de bico fino ou oval, em materiais nobres e com aplicações de pedraria, por exemplo. Já as rasteirinhas costumam ter propósito mais informal. Geralmente, têm associação com dias quentes e ocasiões descontraídas. Mas rola colocar em ocasiões especiais também (vejam no link a seguir)!

Nesse post, mostro 22 modelos de flats para festa, entre sapatilhas e rasteirinhas.

Kitten heel

tipos de salto

Kitten heels são saltos finos de 3,5 a 5 centímetros levemente curvados. O estilo foi popularizado pela atriz Audrey Hepburn durante os anos 60, apesar de seu surgimento ser associado às adolescentes da década anterior que ansiavam por usar saltos altos. Estamos falando de um clássico que fica excelente em coquetéis, festas e também na rotina de trabalho, por ser mais confortável que os saltões. No começo eu implicava um monte com eles porque achava que não eram nem lá, nem cá. Mas que besteira! Querem ficar chiques? Vão de kitten heel!

Stiletto

tipos de salto

Ou o mais impossível de andar, hahahaha! Equilibrar-se num par de stilettos requer muita prática e ó, bato palmas para quem consegue sem querer tirar 5 minutos depois. Finos e muito altos (podendo passar dos 15 centímetros), eles são comumente associados à sensualidade feminina – mas o que é sexy está na cabeça de cada um de nós, homens ou mulheres, né? Que aguenta ficar nas alturas pode escolher usá-los num dia mais formal no trabalho, apesar de serem comumente vistos em scarpins e sandálias glamourosas de festa.

Grosso

tipos de salto

Saltos grossos podem vir baixos ou altos, dependendo do modelo do calçado em questão. Em botas e sapatos fechados, quando baixos, conferem mais peso ao visual, o que pode ser bem interessante dependendo do propósito de cada uma (por exemplo, acho bacana algo mais “sério” nos pés fazendo contraponto a uma roupa levinha). Quando altos, em scarpins e sandálias, dão força ao look (pelo menos na minha cabeça). Ficam super bem em situações do dia-a-dia quando se quer mais conforto, mas, ainda assim, altura.

Anabela

tipos de salto

Anabelas não são como plataformas. A diferença está nas alturas: enquanto plataformas possuem o salto distante do chão em todo o comprimento da sola, anabelas são mais altas perto dos calcanhares e flats perto das pontas dos pés. Ficam lindíssimas em forma de espadrilles, conferindo toque romântico ao visual. Acho uma opção interessante para ocasiões informais, como almoço com as amigas, um passeio com os pais ou aquele cinema com o namorado. Ultimamente não tenho visto tantas para vender, mas quem tem no armário pode aproveitar!

Procurei colocar os tipos de salto mais comuns que vemos por aí. Diria que esses são os mais clássicos! Mas também existem outros, como o vírgula, o cone, o geométrico… E assim vai. Quem tiver dúvidas, me conta nos comentários!

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Prepare-se para o inverno com a temporada das botas!

Não sou lá muito fã do frio, mas sou muito louca por botas. Acho que são calçados bonitos, estilosos e o que é mais importante: confortáveis! Nessa temporada, as botas acima do joelho – adoro – continuam em alta, mas veremos com ainda mais força os modelos mais pesados, tipo hiking (esse que parece bota de caminhada) e também estilo coturno.

Se quiser dar uma renovada nos modelitos, a Omar Calçados tem um monte de opções, com peças da temporada 2016 por preços competitivos. Abaixo tem alguns dos que achei mais bonitos, ai ai ai.

Prepare-se para o inverno com a temporada das botas!

Links para os modelos na ordem: Bota 01 | Bota 02 | Bota 03  | Bota 04 | Bota 05 | Bota 06 | Bota 07 | Bota 08

Ah, e nada de ficar achando que baixinha não pode usar modelo tal, e que quem tem perna fina não pode usar aquilo, vamos nos permitir, hein minha gente! Eu tenho 1,64m, pé pequeno e perna grossa, e uso bota baixa, alta, média e tudo mais que tenho direito. Quem não gosta que olhe para o outro lado.

Aproveitando a nova temporada, Omar Calçados gravou sua nova campanha com um visual super chique e fashionista. O vídeo está logo aqui na sequência e nele dá para ver muitas ideias de como usar as botas de uma forma bem bacana.

Campanha Inverno 2016A nova campanha já está no ar, se você ainda não viu, confira! 😀

Publicado por Omar Calçados em Segunda, 4 de abril de 2016

 

O legal é que pude acompanhar as gravações do comercial, que foram feitas em Pinhais, uma cidade bem aqui do lado de Curitiba. Achei muito interessante ver tudo de pertinho e fiquei impressionada com o tanto de gente e de estrutura que é necessário para gravar uma propaganda tão rapidinha.

Quem nos acompanha no YouTube, já tinha dado o play no spoiler da gravação do comercial e me viu bisbilhotando todas as marcas e modelos usados na propaganda. Virei tudo mesmo! Até fiz a louca usando um dos figurinos nos bastidores. RISOS

Se ainda não viu o vídeo, vale a pena.

Agora me conta, qual seu modelo de bota favorito e como gosta de usá-la?

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Como comprar melhor em fast fashions?

É, minha gente, a crise anda pegando todo mundo. Se antes até dava pra ir ao shopping, se apaixonar por algo e levar, agora o cuidado é bem maior. Afinal de contas, nosso dinheirinho anda valendo menos! Além disso, tenho pensado muito na questão de que comprar não é esporte. É consciência!

Uma das minhas maiores tentações sempre foram as fast fashions. Gosto da possibilidade de encontrar uma peça que está chamando a minha atenção por um preço um pouco mais amigo do bolso. Mas já tem um tempo que procuro fazer compras realmente inteligentes nesse tipo de loja. Confiram agora algumas dicas!

fast fashions

#1 Ter olho clínico

Não tem segredo: se uma roupa é vendida a valores inferiores na comparação com outras lojas, é porque teve fabricação em larga escala e foram utilizados atalhos que diminuem o custo de produção*. Portanto, olho clínico! Não dá para esperar qualidade impecável, mas criar o costume de ler as etiquetas é uma boa saída. Procurem por bons materiais, com menor porcentagem de fibra sintética. Outra dica é sempre virar as peças do avesso para ver como estão os acabamentos. Costuras malfeitas ou botões presos displicentemente podem dar dor de cabeça depois.

*Nos últimos anos, pipocaram denúncias de desrespeito trabalhista em diversos países onde as grandes redes de fast fashion terceirizam suas produções. Acredito que o papel de alguém que queira consumir de forma consciente seja estar por dentro de quais são essas empresas e o que elas estão de fato fazendo para transformar tal realidade – se estiverem! Gostaria de viver num mundo em que as coisas que gostamos estivessem disponíveis por um preço justo e com qualidade, mas nós sabemos que não é sempre assim. Entrar no jogo é uma escolha pessoal; buscar alternativas também. Não vou ser hipócrita de dizer que eu nunca compro em fast fashions, ainda mais fazendo um post ensinando como comprar melhor nelas! Pessoalmente, acredito em gerenciar o consumo como forma de resposta. Não compro fervorosamente como um dia posso ter feito, mas também não deixo de comprar quando aquilo vale a pena para mim. Talvez um dia eu mude e passe a rechaçar esse tipo de loja? Talvez. Mas me sinto um pouco melhor em não ser a consumidora que as grandes redes esperam. Estou no meu caminho – e cada uma tem o seu!

#2 Experimentar, sempre

Essa é uma tecla em que não canso de bater. Todas as lojas possuem sistema de numeração, mas fato é que a modelagem varia bastante entre uma marca e outra – às vezes, de peça para peça, inclusive! É uma realidade chata, que poderia mudar, mas há um jeito de contornar enquanto isso não acontece: experimentando sempre! A gente não pode ter preguiça de provar, pois é em frente ao espelho que vamos entender o comportamento da roupa no nosso corpo. Eu sento, levanto, mexo os braços, caminho… Porque, no fim das contas, é preciso ficar, além de bonita, confortável! Ah, e nada de se fixarem num tamanho! O importante é que a peça vista o corpo como deve ser. Ninguém sai com a etiqueta de numeração pendurada depois, né? Vamos desencanar disso, mulherada!

fast fashions

#3 Lembrar do que se tem em casa

De que adianta comprar aquela roupa super legal se a gente não faz ideia dos complementos que vamos usar com ela? Então, antes de passar no caixa, é bom parar e pensar de antemão com o que vai ser possível combinar as novas aquisições. Consumir de forma consciente é também entender que tudo deve estar conectado! Além disso, é preciso ter em mente que, para sermos únicas, temos que aprender a criar nossas próprias misturas. Do contrário, vamos todas parecer o manequim da loja em versão ambulante! E que isso graça teria, não é mesmo?

#4 Avaliar custo/benefício

Sabemos bem que as fast fashions trazem peças com preços um pouco melhores (digo “um pouco” porque muitas têm encarecido constantemente, né!). Mas às vezes o barato sai caro! Se ignorarmos os três passos anteriores, possivelmente sairemos no prejuízo. Roupas que estragam com facilidade, não servem perfeitamente e requerem novas compras para serem usadas não valem o investimento pois as chances de usá-las diminuirão drasticamente. Então, o negócio é ficarmos atentas e pensarmos bem antes de comprar. Adquirir por impulso pode ser prejudicial à conta bancária e, além de tudo, vai resultar em muito acúmulo no armário. Para quê, se podemos viver com menos?

Pode ser que tenha falado o óbvio para algumas de vocês, mas ao mesmo tempo acredito que, de alguma maneira, esse post possa ter aberto novas cabeças sobre o assunto!

Fotos: Shutterstock

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Roupa da vida real: meus looks da última semana

Opa, olha que os looks de Roupa da Vida Real voltaram! Como o ~primeiro episódio~ fez sucesso aqui no blog voltei com mais um vídeo. O CONCEITO é aquele que a gente já tinha conversado aqui: mostrar as roupas que uso no meu dia a dia, em lugares que costumo frequentar. Sem invencionice, sem look de mentirinha, sem querer ser a diva fashion influenciadora das redes sociais. Só eu mesma mostrando um pouquinho da minha vida.

Dessa vez tem roupa de reunião, com participação especial da senhorita Thais Marques, roupa para um “date” no cinema e também visual relaxadex  para ir no mercado. Sim, filmei escondido! Hahahaha E quem ficou curiosa sobre o namorado e for bem detalhista, vai ver um spoiler da carinha dele no vídeo. Quero ver quem vai notar!

Créditos das roupas – Visual reunião da Sá: vestido Forever 21, camisa Renner, tênis Zara e bolsa Mylene Sanches.  
Visual reunião da Thais: Saia C&A, colar Top Shop, todas as outras peças da Zara.  
Visual cinema: vestido Farm, sandália Schutz, top Lorie e bolsa Mim’s.
Visual mercado: têns Converse Isolda (era uma edição limitada), shorts Zara, camiseta Luigi Bertolli, bolsa Mim’s e camisa velhinha que nem lembro onde comprei.

Uma curiosidade e algo que me faz pensar um pouco é que esse tipo de vídeo é o que tem mais número de “dislikes” comparados com os outros do canal no YouTube. Não sei se é a edição, a minha carinha ou o fato de que, sou blogueira e uso roupa normal. Chuto que as pessoas acham que para gravar um vídeo e me expor desse jeito, as roupas que uso deveriam ser mais interessantes e acrescentar algo para elas. Entende? Se é para fazer um vídeo, que seja com algo fashionista que dê ideias de looks para quem está vendo. Será que é por isso mesmo os polegares para baixo?

Se for, fico um pouco na dúvida se devo gravar menos ou se não deveria até fazer uma mini introdução explicando a razão do vídeo. Aqui no blog eu posso escrever e contextualizar as coisas, mas lá no YouTube são só as imagens mesmo. Talvez o pessoal pense que estou me achando com as roupinhas mais ou menos. O que você acha?

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Inverno 2016: botas over the knee!

Uma das coisas que estou me prometendo para o Inverno 2016 é comprar um par de botas over the knee – aquelas que vão até acima dos joelhos, sabem? Acho que, quando escuras e usadas com meia calça (ou mesmo calça) preta, dão um efeito alongador bem bacana para as pernas. Bom, pelo menos é assim que eu planejo calçá-las!

Para verem ideias de como usar esse tipo de calçado, aqui tem um post bem legal feito pela Sá em maio do ano passado – as sugestões continuam valendo!

Como as marcas já lançaram suas novas coleções para esse ano, resolvi fazer uma pesquisa e encontrei modelos de várias marcas que são lançamento. Fica a dica para quem pensa em arrematar um par para chamar de seu!

Lançamentos em botas over the knee

botas over the knee

#1 Tanara, R$ 329,90 | #2 Arezzo, R$ 559,90 | #3 Dumond, preço sob consulta | #4 Bottero, R$ 449,99 | #5 Corello, R$ 469,00 | #6 Schutz, R$ 680 | #7 Dafiti Shoes, R$ 279,90 | #8 FiveBlu, R$ 199,90 | #9 Ramarim, R$ 229,90 | #10 Tanara, R$ 349,90 | #11 Schutz, R$ 650,00 | #12 Corello, R$ 489,90 | #13 Capodarte, preço sob consulta | #14 Dumond, preço sob consulta

O que deu pra notar é que, para o Inverno 2016, os modelos vêm bem ajustados às panturrilhas, com a ajuda de couro ou camurça com stretch. Isso faz com que as botas over the knee fiquem um pouquinho mais democráticas, servindo em variados formatos de pernas! Outro ponto é que todas estão com saltos quadrados, sejam baixinhos ou altos, e bicos arredondados. Ufa, ainda bem, porque isso traz um conforto ótimo!

Só os preços que andam nas alturas, né? Ainda bem que consegui garimpar algumas opções mais acessíveis para ninguém que queira usar a tendência deixar ela pra lá por falta de dinheiro!

PS: Meninas, estou um pouco atrasada para responder os comentários de vocês por conta de uma amigdalite bem forte e persistente que está me acompanhando desde segunda-feira. Mesmo com a recomendação médica para ficar em repouso, vou continuar postando. O post de hoje veio atrasadinho justamente pelo meu mal-estar. Espero que entendam!

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