Coisas de Diva Coisas de Diva Coisas de Diva

O tema do post de hoje (e do vídeo que vem para acompanhar, já que num tô de brincadeira, hahahaha) tem tudo a ver comigo e com várias mulheres por aí! Quero falar sobre o corpo do tipo triângulo invertido, também chamado de V por alguns consultores de imagem.

Não foi à toa que decidi trazer algumas dicas relacionadas a esse formato corporal, uma vez que ele é justamente o meu! Isso significa que meus ombros são mais largos que minha cintura, que por sua vez é maior do que meus quadris. Geralmente, quando ganho peso, o que aumenta é a área superior do corpo (como braços e busto), sendo que as pernas permanecem finas. E então quem se identifica pensa: como fazer para amenizar essa diferença se ela por acaso incomodar? Explico tudinho a seguir.

Minhas dicas para vestir um corpo triângulo invertido

Como disse no vídeo, passei muito tempo em negação sobre meu tipo de corpo. Hoje, entendo e respeito minha estrutura, sem neuras! Afinal, se até a Fernanda Lima é V, porque eu não posso ser também? hahahaha Aliás, ela não está nem aí e usa e abusa das ombreiras lá no programa Amor & Sexo. Mas, como disse, é tudo questão de como a gente se vê frente ao espelho! Cada uma tem aquilo de que gosta e de que não gosta, né? E isso é absolutamente variável.

Dicas extras!

Percebi que deixei de colocar algumas coisas no vídeo, mas vou completar por aqui!

Você sabia que que os decotes V são ideais em blusas porque guiam o olhar para baixo, onde ficam os complementos mais volumosos? E que uma ótima ideia é manter os casacos abertos, o que também gera a sensação de fluidez e de verticalidade?

Para quem gosta de usar calças, os modelos flare e pantalona são super indicados! A cintura, em todo caso, pode ser mais alta, justamente para dar a sensação de diminuição da área. Cintos, faixas, pregas e bolsos são muito bem-vindos quando falamos de corpos do tipo triângulo invertido.

Em resumo, amiga com o corpo do tipo V: se a ideia for equilibrar as proporções, a gente precisa de pouco na área superior e muito na inferior! Experimente em casa com as peças que você já tem algumas combinações seguindo essas dicas. Tenho certeza de que vai se surpreender!

E, lembrando: NÃO tem regra, NÃO tem certo e errado, NÃO tem que fazer nada, viu? Meu intuito aqui foi o de compartilhar dicas que aprendi ao longo do tempo. Quando as coloquei em prática, gostei bastante do resultado! Mas se você acha que não precisa fazer nadinha tá tudo certo também!

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descartável

Ontem foi um dia-chave para meu processo de quebra de paradigma a respeito do que possuo. Depois do vídeo sobre desapego (colocado no ar no post de sábado), decidi ainda mais fortemente fazer disso um mantra na minha vida. Então, resolvi me munir de mais informação, que nunca é demais.

Depois de muito tempo enrolando lindamente, coloquei o documentário True Cost no Netflix para assistir. E que tapa na cara. Para quem não sabe, ele mostra durante 1h30 os impactos socioambientais da desenfreada indústria da moda no mundo, em especial com o advento das fast fashions.

Chorei de desgosto com a humanidade. Juro. Por outro lado, tudo o que venho pensando a respeito do consumo consciente também ganhou força. Afinal de contas, enquanto a gente pensar que aquilo que compramos é feito para acabar só porque não queremos mais, vamos estar colaborando para essa roda.

Um exemplo dado no documentário: você sabia que apenas 10% das roupas doadas para a caridade nos Estados Unidos são de fato vendidas em brechós – e, por consequência, reaproveitadas por alguém? E sabia que uma parcela significativa do restante vai para países como o Haiti, que teve sua indústria têxtil quebrada por conta do envio massivo de peças para lá? Ou seja, tem vezes que pensamos estar ajudando, quando, na verdade, estamos mais é atrapalhando. Fora a quantidade absurda de lixo têxtil, que demora cerca de 200 anos (!) para se degradar na natureza. Consumir menos e melhor é um imperativo hoje!

Lembrei das vezes em que adquiri uma coisa por impulso, sem a menor necessidade prática ou sem ao menos saber como iria usar. Mas também me recordei de peças que tenho no armário há muitos anos, que foram modificadas de acordo com o vai-e-vem do meu corpo e até mesmo recuperadas de estragos pontuais – a costureira sempre foi minha parceira para ajustes e consertos.

Por coincidência, uma amiga veio me visitar aqui em casa ontem, logo depois desse turbilhão de pensamentos. Ela acaba de conseguir um trabalho que requer certa vestimenta, mas sabe que não dá para sair por aí comprando o mundo em função dessa nova posição.

Me veio um estalo e a chamei para o quarto que faço de closet: lá, uma série de peças que mantenho com carinho na esperança de usar novamente (o que não é impossível, afinal, não estou hoje com o meu corpo habitual). Mostrei para ela e pedi para que experimentasse. Adivinhe: tudo serviu lindamente!

Assim, fiz uma coisa que o apego jamais me permitiria realizar: emprestei tudo o que ela quis por tempo indeterminado. E fiquei tão feliz quanto se tivesse sido ao contrário, se tivéssemos trocado de papel (quem é que não gosta de receber roupas bonitas assim, do nada?). <3

Meu coração se encheu de amor e minha cabeça só conseguia pensar: “por que não fiz isso antes?”. Veja, desapego pode ser também compartilhamento. Afinal, aquilo que temos não pode e não deve ser considerado descartável a ponto de querermos simplesmente nos livrar.

A ótica muda quando a roupa está em constante movimento – seja comigo, seja com ela, seja comigo novamente. Já parou para pensar nisso? Que tal experimentar também? Se para cada vez que alguém precisa de algo a gente pode suprir (e vice-versa), imagina só o tanto de compra que pode ser poupada!

E, assim, passamos a nos conscientizar de maneira a ajudar o todo, com menos apego, sim, mas também com menos descarte. Pense nisso! Uma excelente semana para você.

Imagem: Shutterstock

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Quem gosta de ficar atenta às tendências deve ter visto o veludo tomar conta dos desfiles e da moda de rua internacionais uns tempos atrás! Agora, ele é também a aposta para o outono/inverno brasileiro – nesse post, apresento uma seleção de imagens retiradas do Pinterest para inspirar você e um guia de onde comprar peças com o tecido que promete ser o queridinho da estação!

Como usar veludo

Democrático, o veludo aparece em diversos tipos de roupas e acessórios: blusas, vestidos, calças, casacos, saias, shorts, camisas, bolsas, mochilas, sapatos, cintos… Se você não estiver com vontade de se jogar de cabeça na ideia, dá para experimentar em algo menor para começar, como um choker, por exemplo!

O nível mais avançado da escala fashionista talvez sejam os conjuntos no tecido – como calça e paletó – e os calçados, como as botas de cano médio (já estou me coçando para ter uma!).

Vale dizer que o veludo que está em alta mesmo é o molhado – aquele com aparência bem brilhante que já foi adorado nos anos 90, sabe? Para tudo ficar ainda mais legal, a sugestão é investir em cores que lembrem aquelas encontradas nas pedras preciosas, como rosê, rubi, esmeralda, turmalina…

Onde comprar peças em veludo

Aqui no Brasil, estamos começando a ver roupas e acessórios em veludo pipocando pelas lojas. Por isso, não perca a seleção de peças que fiz especialmente para quem curte a tendência – para ver os valores e as lojas/marcas, basta passar o cursor sobre as imagens desejadas. Vale dizer que todas as indicações são de sites confiáveis, ok? Para mais detalhes, é só clicar sobre a foto escolhida.

E aí, que tal? Rola veludo nesse outono/inverno para você? Pra mim vai rolar sim!

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Pega essa Sabrina carnavalesca em 2017! Eu estou animada nos bloquinhos e até já dei ideia de fantasia de unicórnio por aqui, mas se você é do time do abadá, lá vão algumas sugestões de customização.

Abadás cutomizados

A ideia aqui é colocar a criatividade em jogo e se apegar na tesoura e nos frufrus. Vale lantejoula, franjas, patches, bordados e tudo mais que tiver direito. E vamos falar a verdade, como não é uma roupa para usar várias vezes, nem precisa de uma super habilidade na costura. Um cortezinho aqui, um nó acolá e umas apetrechos de enfeite já dão uma cara mais moderninha ao abadá.

Veja algumas opções para te inspirar!

50 opções lindas de abadás customizados

Foto e ideia de Fofo Chic por Amanda Sasso.

50 opções lindas de abadás customizados

50 opções lindas de abadás customizados

Foto e ideia de Fofo Chic por Amanda Sasso.

50 opções lindas de abadás customizados

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Foto e ideia de Fofo Chic por Amanda Sasso.

Outra ideia para dar um jeito no seu abadá, é pegar uma blusinha que você gosta bastante do modelo e usar o abadá para “encapar” o top. Para isso você vai precisar desfazer as costuras dele e usar o tecido por cima da sua blusa, costurando ela sobre o modelo. Parece complicado, mas dependendo do top, pode ficar bem lindão. Para deixar o visual mais carnavalesco, vale usar bordados, rendas e bordados brilhantes em pontos estratégicos.

50 opções lindas de abadás customizados

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Foto e ideia de Fofo Chic por Amanda Sasso.

50 opções lindas de abadás customizados

50 opções lindas de abadás customizados

50 opções lindas de abadás customizados

Veja também 100 modelos de camisetas customizadas neste post aqui que pode ser uma bela inspiração para mudar seu abadá.

Galeria de imagens: abadás customizados

No nosso perfil no Pinterest tem mias um monte de ideias de abadás customizados. Para ver a foto grande, é só clicar em cima da imagem.

Vídeo: como fazer abadá customizado

Para ficar mais fácil de entender tudo, reuni aqui alguns vídeos com ideias de como customizar abadá, espero que seja útil!

Se cuide e bom divertimento!

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