Base Fusion Ink YSL

Sabrina Olivetti POR Sabrina Olivetti
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Tempos atrás comentei sobre a nova geração de bases que estão surgindo por aqui, lembra? São bases super leves, que praticamente não adicionam textura na pele mas mesmo assim, uniformizam o tom do rosto.

Nessa linha já mostramos a Maestro da Armani, a Nude da L’Oreal, a Dream Wonder Nude da Maybelline a e Air de Teint da Lancôme. Hoje é a vez de te mostrar a versão da Yves Saint Laurent.

Como suas primas, a promessa é de textura levíssima, com acabamento mate por 24 horas e absorção da oleosidade do rosto. A base tem FPS 18 e está disponível em 21 tons.

O aplicador dela é diferentão e deve ser usado com parcimônia e diretamente no rosto. Até arranjei este vídeo abaixo para mostrar como a marca recomenda que seja usado só um poquinho de nada de base. Eu mesma estava usando muito produto e não curtindo o resultado.

A base é realmente levíssima e depois de aplicada proporciona uma sensação de pele aveludada e sem brilho. Ela não é oleosa, nem pegajosa e não transfere. Mas como é a proposta deste tipo de base, tem cobertura bastante leve.  Ela uniformiza o tom do rosto, mas não chega a cobrir minhas manchas. Quem não procura tanta cobertura e tem pele oleosa, vai adorar este base. Já quem procura por cobertura alta, pode deixar para lá. A sensação e a textura no rosto é de como não tivesse nada sobre a pele.

Infelizmente a história de acabamento mate por 24 horas não deu muito certo. Neste verão minha pele está ainda mais oleosa que o normal e no final do dia a testa já estava bem brilhante. Ou seja,, a base não controlou a oleosidade por tanto tempo assim.

Eu gosto de usar a Fusion Ink no dia-a-dia para dar uma aparência mais decente ao meu rosto, mas com a sensação de que não estou usando nada. Sabe aquela maquiagem “não não, não estou maquiada, acordei assim mesmo”? Então, é isso que essa base faz. Quando a testa começa a brilhar, uso aqueles lencinhos removedores de oleosidade.

Para as bases YSL, uso a cor BR30 que tem fundo rosado. Como comparação, uso C2/C3 da MAC.

Sem maquiagem, com a base e maquiada (sem pó).

A base custa US$45 e infelizmente ainda não está à venda no Brasil.

Ingredientes: Octinoxate Dimethicone, Cyclohexasiloxane, Isododecane, Alcohol Denat, Vinyl Dimenthicone/Methicone, Silsequioxane, Crosspolymer, Phenyl, Trimethicone, Disteardimonium Hectorite, PEG-10 Dimethicone, Synthetic Fluorphlogopite, Water, Propylene Carbonate, Disodium Stearoyl Glutamate, Silica Silyate, Fragrance, Calophyllum Inophyllum Seed Oil, Aluminum Hydroxide, Benzyl Alcohol.

Base para pele oleosa: Efeito Matte Vult

Sabrina Olivetti POR Sabrina Olivetti
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Você tem um certo pé atrás com “maquiagem de farmácia”? Pois pense duas vezes. Vult vem dando uma sambada na cara da humanidade com maquiagens em conta – na medida do possível, e qualidade melhor que de muita marca ~high end~ por aí.

Foi isso que fez com as paletas de sombras das vilãs da Disney e com os batons líquidos de efeito mate, agora é a vez de mostrar à que veio com a base de Efeito Matte.

A novidade é indicada para peles mistas e oleosas e promete longa duração com cobertura média e efeito mate.

A textura é cremosa (veja abaixo), mas fácil de espalhar e não esfarela. Assim que absorve, deixa um toque seco no rosto, sem ficar pegajosa ou com sensação oleosa. Ela transfere caso passe um guardanapo com certa força na pele.

A cor que comprei é a Bege 03.

A cobertura é média/baixa, com acabamento bastante natural e sem brilho. O que mais gostei nesta base da Vult é que, mesmo sendo uma base de efeito mate, ela não deixa o rosto com aquele acabamento super opaco, quase craquelando na face. Pelo contrário, minha pele fica sem brilho, mas natural, como se não tivesse nada sobre ela.

O único ponto que acredito que possa ser uma decepção para as meninas de pele oleosa é que a base não ajuda a controlar o brilho do rosto. No final do dia, minha testa brilha como sempre. Mas de modo geral, gostei da aparência da minha pele quando uso a novidade.

Sem nada, só com a base e maquiada (sem pó por cima).

As meninas que gostam do BB Cream da L’Oreal vão curtir esta base da Vult porque a textura e cobertura deles são bem parecidos. O BB Cream da L’Oreal ainda é mais sequinho, mas achei os dois bem semelhantes. Porém, lembre-se, a base da Vult não tem filtro solar.

A base de Efeito Matte está disponível em 8 cores. A que eu comprei é a Bege 03, para comparação uso C2/C3 da MAC. Esta eu paguei R$28 (26ml)  na Belíssima Cosméticos.

Falando em Vult, já testamos também o BB Cream da marca. E falando em base para a pele oleosa, aqui tem algumas opcões que gosto bastante.

Base Miracle Air de Teint, Lancôme

Marina Fabri POR Marina Fabri
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Semana passada postei aqui a primeira das minhas três bases novas, lembram? Todo mundo votou na da Maybelline, então foi ela. Agora é a vez da segunda, a Miracle Air de Teint, da Lancôme.

Tal qual a da Maybelline, essa base é uma daquelas que faz parte da ~nova geração de bases, que foi toda feita com mil anos de pesquisa com o objetivo de conseguir um produto que tenha textura muito leve e ainda deixe a pele bonita e homogênea de forma super natural. Essa em específico ainda promete uma coisa meio diferente que: pele matificada, mas com glow (?). Parece contraditório, mas achei que é isso mesmo que ela faz – deixa a pele bem sequinha, mas ainda assim com aparência de saudável.

A embalagem é tipo a da Armani Maestro, com conta-gotas, o que acho bem prático, porque é uma base bem líquida – aliás, para aplicar tem que chacoalhar bem o vidrinho para misturar tudo lá dentro.

E as semelhanças com a Maestro não param aí: a textura é super parecida, bem levinha, bem fácil de espalhar na pele. Aqui em cima tem só a da Lancôme e aqui embaixo tem a comparação das duas – a da Armani é a da esquerda (uso a cor 3) e a da Lancôme a da direita (uso a cor 1).

Nunca tinha usado bases da marca e só não gostei de duas coisas nela. A primeira é o preço, claro, como já era de se esperar, risos. A segunda é a gama de cores. Nenhuma cor se adaptou perfeitamente ao meu rosto, a que chegou mais perto foi a 1, e como vocês podem ver, ela é um pouco escura e amarelada para mim. No rosto isso não fica evidente nem nada e obviamente vou continuar usando a base até o fim, mas é um produto caro, era de se esperar que a gama de cores fosse melhor.

Tirando isso, eu amei essa base (mas minha preferida segue sendo a da Chanel, que vai aparecer por aqui em breve), gostei mais até do que da Armani, porque achei que ela ‘gruda’ mais na pele e o resultado final fica mais homogêneo. A cobertura, apesar de não ser total, pra mim é o ideal. Mas, como sempre repito quando falo desse tipo de base aqui, se você gosta de cobertura alta, talvez ela não seja para você (mas aconselho a dar uma testadinha – vai que você gosta e troca as ‘máscaras’ por uma cobertura natural!)

Essa também ainda não chegou ao Brasil – mas as bases da marca sempre chegam, então acredito que essa não escape à regra. Aqui eu paguei 37 euros na minha – na verdade ela é um pouco mais cara, mas aproveitei que tinha um cupom de desconto para usar e acabou que ela saiu mais ou menos pela metade do que custam as bases da Lancôme no Brasil. Bem caro mesmo assim, mas no fim das contas acho que foi bom negócio.

Base Dream Wonder Nude, Maybelline

Marina Fabri POR Marina Fabri
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Outro dia postei essa foto aqui embaixo lá no nosso Insta (se ainda não segue, é @coisasdediva!) perguntando qual delas vocês gostariam de ver primeiro no blog e a da Maybelline ganhou, então vamos a ela.

As três são de cobertura leve – já comentei por aqui outro dia, mas me acostumei mesmo com esse tipo de base e não posso nem ver um “alta cobertura” escrito nos rótulos que saio correndo – na direção contrária, claro, risos. E duas delas, a da Lancôme e da Maybelline, são bem semelhantes à Armani Maestro, base toda tecnológica que foi lançada há alguns meses – na época, ela foi a primeira desse tipo que eu testei, então ainda estava me adaptando. Hoje, eu amo. Aliás, aqui tem uma outra opção do tipo que também é mais acessível.

Mas ok, deixemos a da Lancôme para outro dia e vamos nos concentrar na da Maybelline. Ela é essa linha Dream, a mesma que tem a base e o blush em mousse. Essa versão aí da base, a Dream Wonder Nude, ainda não está disponível no Brasil, mas acredito que ela chegue em breve.

O frasco é de vidro e tem essa forma de gota que eu achei bem bonita. Diferente das irmãs mais ricas, ela não tem conta-gotas, mas esse trequinho que aparece na foto aqui embaixo.

É só um negocinho para ajudar a tirar a base do frasco – como ela é bem líquida, eu uso para pingar umas gotinhas da base no dorso da mão e aí aplicar. Achei melhor do que fosse aquele tipo de base que não tem nada para aplicar, sabem? Que é só o vidrinho e aí você tem que virar a embalagem até o conteúdo sair. Mas não é maravilhoso, não. Entendo que é uma questão de custos e tal, mas o conta-gotas é bem melhor.

Como disse ali em cima, ela é bem líquida – e por isso tem que chacoalhar bem antes de aplicar ou os ingredientes que têm nela não vão ficar bem misturados. Ela é fácil de aplicar e se funde super bem à pele, não fica melequenta no rosto e deixa uma cobertura natural. O rosto não fica brilhante, mas também não fica 100% mate.

Aqui em cima, sejam como a textura dela é semelhante à da Armani Maestro – a da esquerda é da Maybelline (a cor que eu comprei é a 20, que fica um tiquinho mais escura que minha pele, mas uso sem problemas) e a direita é a Maestro (minha cor é a 3). Vejam como as duas são bem líquidas – e no fim das contas a da Armani é ainda mais líquida e mais transparente. A da Maybelline cobre um pouco mais.

(O rímel é o de sempre, o todo-poderoso-salve-salve Perversion, da Urban Decay (depois de você, os outros são os outros e só… Já diria o Kid Abelha) e o batom é o Jetés, da Dailus)

Eu gostei bastante dela, acho que deixa a pele bonita de forma natural e ainda não é cara como suas irmãs ricas. Por aqui, paguei cerca de 11 euros nela.

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