Coisas de Diva Coisas de Diva Coisas de Diva

Outro dia postei essa foto aqui embaixo lá no nosso Insta (se ainda não segue, é @coisasdediva!) perguntando qual delas vocês gostariam de ver primeiro no blog e a da Maybelline ganhou, então vamos a ela.

As três são de cobertura leve – já comentei por aqui outro dia, mas me acostumei mesmo com esse tipo de base e não posso nem ver um “alta cobertura” escrito nos rótulos que saio correndo – na direção contrária, claro, risos. E duas delas, a da Lancôme e da Maybelline, são bem semelhantes à Armani Maestro, base toda tecnológica que foi lançada há alguns meses – na época, ela foi a primeira desse tipo que eu testei, então ainda estava me adaptando. Hoje, eu amo. Aliás, aqui tem uma outra opção do tipo que também é mais acessível.

Mas ok, deixemos a da Lancôme para outro dia e vamos nos concentrar na da Maybelline. Ela é essa linha Dream, a mesma que tem a base e o blush em mousse. Essa versão aí da base, a Dream Wonder Nude, ainda não está disponível no Brasil, mas acredito que ela chegue em breve.

O frasco é de vidro e tem essa forma de gota que eu achei bem bonita. Diferente das irmãs mais ricas, ela não tem conta-gotas, mas esse trequinho que aparece na foto aqui embaixo.

É só um negocinho para ajudar a tirar a base do frasco – como ela é bem líquida, eu uso para pingar umas gotinhas da base no dorso da mão e aí aplicar. Achei melhor do que fosse aquele tipo de base que não tem nada para aplicar, sabem? Que é só o vidrinho e aí você tem que virar a embalagem até o conteúdo sair. Mas não é maravilhoso, não. Entendo que é uma questão de custos e tal, mas o conta-gotas é bem melhor.

Como disse ali em cima, ela é bem líquida – e por isso tem que chacoalhar bem antes de aplicar ou os ingredientes que têm nela não vão ficar bem misturados. Ela é fácil de aplicar e se funde super bem à pele, não fica melequenta no rosto e deixa uma cobertura natural. O rosto não fica brilhante, mas também não fica 100% mate.

Aqui em cima, sejam como a textura dela é semelhante à da Armani Maestro – a da esquerda é da Maybelline (a cor que eu comprei é a 20, que fica um tiquinho mais escura que minha pele, mas uso sem problemas) e a direita é a Maestro (minha cor é a 3). Vejam como as duas são bem líquidas – e no fim das contas a da Armani é ainda mais líquida e mais transparente. A da Maybelline cobre um pouco mais.

(O rímel é o de sempre, o todo-poderoso-salve-salve Perversion, da Urban Decay (depois de você, os outros são os outros e só… Já diria o Kid Abelha) e o batom é o Jetés, da Dailus)

Eu gostei bastante dela, acho que deixa a pele bonita de forma natural e ainda não é cara como suas irmãs ricas. Por aqui, paguei cerca de 11 euros nela.

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Essa base é toda tecnológica – levou oito anos para ser desenvolvida e a fórmula é toda diferente, com óleos que evaporam quando entram em contato com a pele, deixando só os pigmentos. Por conta disso – e, claro, porque vi muita gente elogiando e curtindo muito – fiquei curiosa para testar. Não era assim uma coisa que eu queria desesperadamente, mas eu estava na Sephora, olhei para ela, ela olhou pra mim e, tchans, resolvi arriscar.

Experimentei na loja mesmo (comprei na Sephora da Champs Elysées) – minha cor é a 3 – e levei. Ela é uma base de cobertura ultra leve. Mesmo. Ela é super líquida, por isso o aplicador com conta gotas, e você deve agitar o vidrinho antes de aplicar o produto. Eu vou colocando algumas gotas aos poucos nos dedos e aplicando (se colocar demais, vai começar a escorrer tudo, melhor ir aos poucos).

(a cor ficou bem mais clara aqui porque fiz o teste no dorso da mão, que é mais “bronzeado” que a pele do rosto)

No começo confesso que não curti muito – quando comecei a usar, estava com a pele super ressecada (acabei descuidando um pouco disso durante a viagem, acho que esqueci de passar hidratante ou passei um bem leve um dia e acordei com o rosto descamando de tão seco) e achei que ela ressaltava isso ainda mais. Com os dias, minha pele foi voltando ao normal e comecei a me dar melhor com ela.

Ela é realmente super leve – se você curte uma cobertura power, que esconda bem manchas, sinais, sardas, ela não é para você. É aquele tipo de base que uniformiza o tom da pele de forma muito natural, ela se funde realmente com o rosto e não parece base (é a base menos base que já testei – se é que essa frase faz sentido, risos). Também não deixa a pele oleosa (lembrando: a minha não é oleosa) e não transfere.

Em resumo: gostei muito da base, tenho usado bastante e vou usá-la até o fim em primeiro lugar porque curti e em segundo porque ela foi super cara. Agora chegamos ao X da questão. Paguei, se não me engano, uns 53 euros, ou seja, bem caro (pelo menos pra mim). Então, em resumo: gostei da base, mas não sei bem ainda se amei tanto a ponto de comprar novamente. Ainda estou refletindo a esse respeito.

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