Coisas de Diva Coisas de Diva Coisas de Diva

compras nos eua

Tudo bem que eu e a Sá viajamos para esquiar e curtir a neve, mas a gente também não é de ferro e deu umas escapadinhas aleatórias para fazer compras nos EUA! Apesar de nosso destino lá, em meio às Montanhas Rochosas do Colorado, não ser exatamente um ponto de interesse para brasileiros que querem adquirir coisas norte-americanas, deu pra encontrar uma coisinha ou outra mesmo assim.

Como a gente está careca de saber, o dólar não é mais tão vantajoso quanto antes (e, para falar a verdade, eu nem sabia se teríamos tempo pra comprinhas), por isso preferi levar em espécie – 700 dólares – e não usar o cartão de crédito por causa das taxas altas de IOF. Para minha própria surpresa, voltei pra casa com 250 doletas ainda! Até que foi bom, né?

Em Breckenridge, que foi nossa primeira parada no Colorado, tem uma rua principal com várias lojinhas, a maior parte de bugigangas meio caras, devo dizer! Em Vail (a outra cidadezinha para a qual fomos) é a mesma coisa, só que com ainda menos pontos de comércio! O que ~salvou~ essas compras nos EUA foi nossa ida estratégica ao Walmart mais próximo, em Avon (dá uns 15 minutinhos de carro a partir de Vail e pedimos um Uber de galera pra ir até lá, hahahaha!).

Dito tudo isso, vamos lá!

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Como resistir às porcarias mil que são vendidas nos Estados Unidos, né? Ainda mais eu, que sou praticamente uma formiga. A maior parte dos doces que comprei na viagem foram arrematados no Walmart mesmo – e, devo dizer, a preços bastante camaradas. Estou bem longe de comer tudo isso, mas tô pensando em gravar um vídeo para experimentar cada coisinha. Que tal?

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E, para não dizer que não falei dos salgados, tem umas coisinhas que trouxe para casa também! Sou louca por Pringles e lá na terra deles tem vários sabores diferentes do que vemos por aqui (fora que cada pote custa 1,50 dólares!). Também comprei um temperinho de Lemon Pepper e uma seleção GENIAL de molhos barbecue da Heinz. A batatinha frita desenhada ali foi só porque combinava com o tema – é, na verdade, um ímã fofinho de geladeira que comprei em Breckenridge.

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MEUS SONHOS DOURADOS DE DONA DE CASA FORAM REALIZADOS, FIM. hahahaha Sério, gente, a parte das compras no supermercado de que eu mais gostei foi essa de itens pro lar. Tem muitos produtos diferentes do que vemos por aqui, como cápsulas de sabão líquido para a máquina de lavar roupas, lenços umedecidos para limpeza de superfícies e até sacos de lixo aromatizados! A esponja com cabo é para lavar taças e aqueles copos alto (uma dureza sempre) e as duas latinhas do pack são pro meu spray automático de cheirinho da Glade – que estavam consideravelmente mais em conta do que aqui!

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Ah, e claro que não podiam faltar comprinhas cosméticas! Não pirei tanto nesse setor quanto nos demais porque né, cada coisa custa mais caro individualmente. Mas deu pra adquirir uma nova base da Maybelline, a Dream Cushion; uma máscara de cílios da mesma marca (Colossal Big Shot); uma espuma de depilação da Gillette + Olay; e também um shampoo a seco da Not Your Mother’s chamado Plump for Joy. Fora do Walmart, comprei uma velinha com cheiro de bambu da Voluspa e o EDT Burberry Brit Rhythm, que já tinha dito que estava querendo.

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E teve mais, sim! No caso, roupas e acessórios para esquiar porque não tínhamos. Só não coloquei tudo porque mal caberia na foto! Mas deixei a touquinha que me salvou a vida no frio, da Columbia, uma blusinha de lã da J.Crew que estava com um super desconto e também esse tênis da Nike que povoava meus sonhos havia um tempo – o modelo é o Nike Training Flex TR 6.

E então, que tal minhas compras nos EUA? Até que eu não fugi tanto da listinha que tinha programado (ou será que fugi?), né? hahahaha

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máscara de reparação total

Recentemente, a The Beauty Box lançou uns produtos bem legais na sua linha capilar própria – tem duas novas máscaras e uma ampola dupla. Para começar, resolvi testar a máscara de Reparação Total.

Máscara de Reparação Total

máscara de reparação total

A máscara de Reparação Total Power S.O.S promete repor a massa capilar, reestruturar a fibra dos fios e reparar danos profundos nos cabelos, o que ajuda a deixá-los renovados e com 2x menos frizz. A fórmula tem complexo de pantenol, vitaminas e manteiga de Karité – para usá-la é só aplicar nos cabelos úmidos já lavados, esperar agir por três minutos e depois enxaguar. Ela pode ser usada uma vez por semana, com qualquer shampoo e condicionador, e tem perfume de marshmallow de amora.

O que achei dela?

máscara de reparação total

Começando pela embalagem: amo que a embalagem tem tampa de abrir desse jeito aí, e não de rosquear – porque né, quem tem a prateleira do banheiro cheia sabe do que eu tô falando hahaha. Às vezes você tira a tampa do produto e aí se atrapalha toda porque não tem onde por, e com essa é só abrir, pegar o produto e pronto.

Agora sobre a máscara mesmo, eu escolhi começar por essa porque meu cabelo anda meio judiado ultimamente – tenho trabalhado muito nos últimos meses, não só com o blog, mas como jornalista também, o que me fez não ter tido tempo de ir ao salão cortar as pontinhas. E né, quem tem cabelo descolorido entende bem o drama – as pontas estragam mesmo, uma hora não tem mais o que fazer.

máscara de reparação total

Mas usei essa e amei o resultado – achei que ela deixou o cabelo brilhante e fortaleceu mesmo as pontas, que ficaram com menos aspecto de secas/espigadas. Uma das melhores que usei ultimamente, viu? Fora que eu adorei o cheirinho e a sinceridade na descrição (de que pode ser usada com qualquer shampoo e condicionador haha).

Composição

máscara de reparação total

Preço e onde comprar

A máscara de Reparação Total Power S.O.S custa R$ 57,90 e dá para comprar nas lojas da The Beauty Box e pelo site deles também. Essa linha também tem a máscara de Força Extrema e um duo de ampolas para serem usadas juntas (tô louca para usar essas, em breve conto mais por aqui!).

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Opa, opa, voltei! E dessa vez para o que espero ser uma temporada de mais foco e organização sobre minha própria vida, hahahaha! Confesso para vocês que andei meio perdida com os últimos acontecimentos: a nova agenda de vídeos do nosso canal, o tempo de braço imobilizado/remédios/fisioterapia, a oportunidade de conhecer a neve que veio de supetão. Agora quero mesmo retomar as rédeas das coisas, por mais aleatórios que os acontecimentos costumem ser.

Com esse retorno à rotina, vi que já estava prestes a abraçar mais 500 coisas que andaram aparecendo, até que parei, respirei e decidi colocar o pé no freio – não no sentido de renúncia, mas de colocação de prioridades. Vi que precisava ser mais honesta comigo mesma e com o tempo que tenho em mãos. Você já se sentiu assim também, engolida pela vida? Pra mim foi desse jeitinho nos últimos meses. Tudo o que conseguir ver foi o tempo passar correndo, mal sabendo onde eu estava no meio desse turbilhão.

Acho que às vezes a gente perde um pouco o senso do que é mais importante que seja feito pela ânsia de querer abraçar o mundo. E assim passamos a viver no automático, como máquinas de eliminar demandas – sejam profissionais, pessoais, familiares, sociais… Volta e meia me vejo embrenhada nessa armadilha, o que me gera diversas sensações, entre tristeza, cansaço, dor de cabeça e, principalmente, a dificuldade em viver o tal do momento presente por conta da ansiedade pelo que está por vir.

Viver é uma viagem absolutamente randômica, eu sei. Mas não é por isso que a gente precisa deixar ela nos levar sem o menor questionamento. Afinal de contas, ainda somos as donas das nossas ações e reações, não somos? Se a gente não se colocar à frente dos fatos que a vida apresenta – ou até mesmo daquilo que trouxemos para nós mesmas – quem mais vai fazer isso?

Bola para frente e uma boa metade de semana para todas vocês!

Foto: Shutterstock

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Mala para a neve: o que levar para o friozão

Quando fui fazer a mala para a neve fiquei com medinho de não levar roupa suficiente e passar frio, mas agora que voltei dos 6 dias fora, posso contar o que efetivamente usei. Quem sabe não te ajudo para quando tiver a oportunidade de viajar para algum lugar friozão!

Viajei no final de abril, então nos Estados Unidos, já era primavera. Para você ter uma ideia, em Denver, a cidade onde chegamos, estava com temperatura por volta dos 20 graus, bem tranquilo. Já em Vail, que é no meio das montanhas e bem alto, a temperatura oscilava entre -6ºC e 18ºC, o que complica a vida de quem não está disposto a carregar a casa inteira na mala.

Para dias fresquinhos

Nessa categoria entra a temperatura por volta de 10ºC, que não chega a ser um frio lazarento, mas também não dá para sair de braços de fora na rua. Nessa hora eu usava aquelas meias grossas, que podem ser de zilhões de fios ou aquelas forradinhas que já comentei aqui no blog. As forradas esquentam mais! Também apostava nas botas, casaquinho e casacão. Por baixo de tudo isso dá até para usar um vestido ou camiseta de manga curta porque, em todo lugar que a gente entra, o aquecedor está a mil, então sempre passamos calor com roupa demais.

Como em Curitiba é super frio, tenho alguns casacos pesados de lã, mas caso você seja muito friorenta e tenha um dinheirinho guardado, vale a pena comprar lá fora mesmo, aqueles casacos gordinhos e forrados. Melhor ainda se for impermeável. Eles não são a coisa mais linda e fashion do mundo, mas esquentam muito mais que o melhor casaco que a gente encontre por aqui.

Veja também, o que levar na mala de viagem para Curitiba.

Mala para a neve: o que levar para o friozão

A bota de cano baixo e a sapatilha são da Tutu Sapatilhas.

Abaixo de zero

Esqueça o vestido, o negócio aqui vai ser fazer camada sobre camada de coisas quentinhas. Só enfrentei essa temperatura em um dia de viagem e nele fui de bota, meia calça forradinha, leging grossa, segunda pele, blusa de lã, casaco forrado, luva e protetor para orelha. Ainda dá para apostar em cachecol e uma touquinha. Lembre, se você for passear e ficar na rua, vai enfrentar o vento gelado! Mas toda vez que entrar em um café ou numa loja, vai morrer de calor no aquecimento. O truque é ter camadas! Nesse dia passeamos pela cidade e acabou nevando, fiquei feliz de estar com o casaco impermeável, assim não me molhei nadinha e só passei frio no rosto. RISOS

Mala para a neve: o que levar para o friozão

Mala para a neve: o que levar para o friozão

A bota foi comprada na Riachuelo faz uns 6 anos atrás. A blusa de lã é da Farm e o casaco foi comprado na Columbia nos EUA.

Para esquiar

Na montanha é frio, mas a gente se movimenta bastante carregando equipamento e descendo morro abaixo. Teve umas horas que até fiquei com calor – mas lembre que já estávamos no final da temporada de neve!

O recomendado aqui é apostar na meia calça grossa ou segunda pele, calça forrada e impermeável, blusinha segunda pele e o casaco grande forrado e impermeável. Se estiver muito muito frio, vale ter um casaco leve intermediário também.

Mala para a neve: o que levar para o friozão

Com o casaco e com a segunda pele.

Não esqueça as luvas impermeáveis, pois vai por mim, a gente cai bastante e ter algo entre a pele e a neve é uma boa ideia. Se você não tiver roupa impermeável e não quiser investir nisso, não tem problema, mas toda vez que cair ou nevar, sua roupa vai molhar e pode ser que comece a sentir muito frio. Para o invernão, leve também uma touca e cachecol. Bota para esquiar, capacete e equipamentos são alugados todos juntos.

Não esqueça o óculos de sol e de passar MUITO protetor solar. A neve reflete a claridade que é uma beleza e é dois palitos para se queimar.
Para quem vai para o Atacama, aqui tem um post muito completo com dicas do que levar na viagem.

O que levei e efetivamente usei

Para ajudar, segue uma listinha do que levei e usei mesmo para a viagem de 6 dias no final de abril, começo da primavera, para Vail no Colorado nos Estados Unidos. Nesta viagem teve esqui, passeio na cidade e também jantares mais arrumadinhos, então precisei levar coisas mais bonitinhas e outras mais quentes.

– 1 bota de cano curto
– 1 bota acima do joelho (uma bota só que dê para usar com calça e vestido já é suficiente, pirei aqui!)
– 1 sapatilha
– 4 meias calças preta forradas
– 2 meias calça preta finas
– 1 vestido
– 2 macaquinhos (frescura para não repetir roupa no jantar, mas um já dava)
– 2 camisetas
– 1 legging de tecido grosso
– 1 blusa de lã quentinha
– 1 calça impermeável (comprei lá)
– 1 jaqueta pesada impermeável (comprei lá)
– 2 casacos pesados que já tinha (acho que 1 só era suficiente, pois depois que comprei a jaqueta, só usei esse para sair a noite)
– 1 par de luvas
– touca ou protetor de orelha
– cachecol
– 1 bolsa que combine com todas as roupas
– 1 mochila pequena

Não esqueça: óculos de sol, protetor solar e hidratante para corpo, lábios, rosto e tudo mais. O ar é muito seco em Vail. Se esqueci de algo, me conta nos comentários! Vamos se ajudar!

Mala para a neve: o que levar para o friozão

Esse foi o dia mais gelado da viagem e não passei frio. De manhã cedo estava -6ºC. O protetor de orelha foi comprado na Disney em outra viagem.

Preço dos casacos e calças para o friozão

Como chegamos na primavera, encontramos várias promoções de roupas de frio. Em Vail e Breckenridge não tem uma variedade imensa de lojas, por exemplo, você não encontra uma Forever 21 pertinho. Mas tem bastante loja de roupas esportivas com modelos específicos para neve. Os casacos grandes, forrados e impermeáveis custam mais ou menos US$150, mas na promoção, saiam por US$30. O mesmo com as calças forradas e impermeáveis, que custam em média US$80 e estavam por US$25 na promoção. A blusinha fina de segunda pele estava por US$10. Caso vá esquiar e precise destas roupas específicas, também dá para alugar em lojas perto da estação de esqui.

Se você viajar para uma cidade maior, vale uma passada no shopping para encontrar um casaco mais quentinho. Ele não precisa ser desses específicos para esquiar e certamente vai custar bem menos que em uma loja esportiva.

Para quem não curte posts de viagem, pode ficar tranquila que já já volto com as resenhas, só preciso me organizar por aqui. 🙂

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