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Hidratante matificante Dermo Purifyer Eucerin

O Eucerin Dermo Purifyer Fluido Hidratante Matificante é um produto feito para peles oleosas e acneicas que possui princípios ativos como sebo-reguladores, antiinflamatórios e antibacterianos para combater a acne. Vamos ver se ele passou no teste Coisas de Diva?

Hidratante matificante Dermo Purifyer Eucerin

Resenha: o que achei do Dermo Purifyer

Pela foto abaixo já dá para ver que ele tem uma textura bem boa, sendo super levinho e nada oleoso. Outra coisa boa é que ele não tem cheiro nenhum e me deu a sensação de realmente hidratar a pele.

Hidratante matificante Dermo Purifyer Eucerin

Só que tem um lado ruim, não consegui perceber o efeito matificante. Ele não chega a ter um brilho molhado, mas deixa a pele com aquele brilho de pele, sem ficar opaco. Como não sou fã dos acabamentos super secos, eu gostei demais desse hidratante. Mas quem procura por algo que tira completamente o brilho da pele, pode se decepcionar.

Ah, ele não esfarela e não fica pegajoso.

Resenha em vídeo: Dermo Purifyer Eucerin

Para quem prefere resenhas em vídeo, tai! Essa foi publicada em novembro no nosso canal e para ver tudo antes, é só se inscrever por lá.

Confira a lista dos melhores hidratantes que já testei para a pele oleosa.

Ingredientes da fórmula

Hidratante matificante Dermo Purifyer Eucerin

Preço e onde comprar

O hidratante com 50ml custa em média R$65.

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Acho que, se eu perguntasse se sou uma pessoa envergonhada, praticamente 100% das pessoas que me conhecem pessoalmente diriam que não – pelo contrário: falariam que sou um dos seres mais cara-de-pau de que já tiveram notícia. Mas a verdade é que nem sempre foi assim!

Já sofri com umas vergonhas tão aleatórias que vocês não fazem ideia! A sorte foi que, com o tempo, percebi que elas não tinham nada a ver e deixei todas para trás. Vou contar aqui algumas, aí vocês me dizem se já tiveram (ou se ainda têm) alguma. Então vamos lá!

vergonhas

Minhas vergonhas: #1 Depilação

Quando era mais nova, depilava a virilha só quando tinha que usar biquíni ou arrumava um namoradinho novo (risos). Ou seja, nos entremeios de tudo isso, deixava o matagal tomar conta sem dó! Aí, quando pisava na cabine da depiladora, já ia dando 450 tipos de justificativa pra situação. Morria de vergonha de estar daquele jeito. Um belo dia, uma profissional me respondeu: “mas se você estivesse sem pelos nem precisava vir aqui, né?” – uma sábia da obviedade. Foi assim que me dei conta de que não tinha nada a ver pirar com isso. Afinal, vejam bem: depilar é justamente o propósito da coisa.

Sobre isso, acho importante um parênteses: considero que pelos são uma questão bastante pessoal. Eu, Thais, me sinto melhor tirando mensalmente, mas se para alguma de vocês não tirar é mais interessante tá tudo bem também! <3

Minhas vergonhas: #2 Ficar pelada

Falando em coisas ~íntimas, ficar pelada já foi uma das minhas vergonhas. Minha mãe sempre foi muito reservada e aprendi com ela a ser assim também. Acontece que isso se estendia a várias esferas necessárias da vida, tipo ir na ginecologista ou transar. E aí não tem como viver sem se entregar, né? Passei a encarar esses processos com mais naturalidade – um corpo é um corpo, oras! O que o meu tinha de tão “errado” em relação ao dos outros, afinal? Hoje, não vejo problema com a nudez. Não é que saia peladona por aí, mas se precisar vou que vou, hahahaha!

Minhas vergonhas #3: Pedir ajuda

Ainda estou trabalhando nessa, confesso! Mas, antigamente, o “pedir ajuda” se estendia a muita coisa, incluindo, sei lá, estar perdida numa rua e precisar de orientação. Morria de vergonha! Com essa bobagem eu parei. Ainda tenho minhas reservas em pedir ajuda emocional e financeira quando elas são necessárias. Uma vez, meu amigo Alex Cursino (que é um blogueiro lindo de moda masculina) me disse que eu era muito orgulhosa. Foi um mini tapa na cara desses do bem, porque me fez pensar que sim, às vezes eu acabo achando que pedir ajuda é sinônimo de fraqueza, quando na verdade é de pura força.

Minhas vergonhas #4: Falar com os homens

Nossa, eu era uma zero à esquerda nos assuntos amorosos quando mais nova. Vivia apaixonada platonicamente e só de pensar em me dirigir ao cara já me tremia inteirinha! Hoje sou bem cara-de-pau nesse sentido, hahahaha! Se estou com vontade de iniciar uma troca, chego e puxo assunto mesmo. Parto hoje da seguinte premissa: “o ‘não’ eu já tenho, mas e vai que dá boa?”. E, sim, já levei meus foras, mas em boa parte do tempo deu super certo. É claro que, para isso, rola toda uma preparação psicológica – ou seja, saber que a rejeição faz parte, mas que ela não é causada por um “defeito” meu, entendem?

Minhas vergonhas #5: Conversar com estranhos

Essa eu tinha super forte quando ainda cursava Jornalismo. Tinha que abordar pessoas na rua ou ligar para desconhecidos para minhas entrevistas e quase morria por dentro. Gaguejava, dizia o nome errado, treinava mentalmente minha apresentação primeiro. Mas a profissão me ensinou a ser mais desinibida quanto a isso, afinal, como está escrito nessa mesma frase, tava trabalhando. Qual o pecado de tentar, não é mesmo? Teve um momento em que já estava tirando de letra. E, até confesso, sinto falta de resolver minhas coisas profissionais pessoalmente ou pelo telefone de vez em quando!

Minhas vergonhas #6: Ir para a academia

Nossa, com essa eu já sofri muito! Vou para a academia desde os 16 anos (com pausas gigantes, confesso) e, no começo, me sentia a pessoa mais inadequada do mundo naquele ambiente. Ficava olhando aquela mulherada toda fitness com a minha camiseta dos formandos da oitava série e pensando: “o que raios tô fazendo aqui?”. Morria de vergonha de pedir ajuda pro instrutor, de possivelmente cair da esteira ou de pedir para revezar algum aparelho. Mas aí passei a me blindar das comparações, lembrando que estava lá única e exclusivamente por mim, não pelos outros.

Olhando para trás, fico feliz que tenha superado tantas vergonhas bobas, que só me paralisavam! E vocês, se identificaram com alguma dessas? Ou têm outras? Dividam comigo nos comentários!

Foto: Shutterstock

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Vocês já sabem que eu adoro ler, né? Pois então, de vez em quando posto alguns trechos do que eu tô lendo no momento lá no Stories do Insta (@marinafabri!), e como leio muito no Kindle, em geral é ele que aparece por lá – e todas as vezes alguém me pergunta de onde é a capinha que eu uso no meu. Como ela é muito velha (comprei no eBay acho que há mais de dois anos, quando ainda morava em Paris!), não encontrei mais o mesmo vendedor – de qualquer forma, aproveitei para fazer uma seleção de capas para Kindle aqui para vocês.

capas para kindle

Capas para Kindle: onde encontrar

Bom, infelizmente não existem tantas variedades de capinhas para o Kindle como existe para celular, por exemplo – a maioria é meio sem graça mesmo, mas dá para garimpar e encontrar umas um pouquinho diferentes. Ah, é importante prestar atenção no modelo do seu Kindle para não comprar o tamanho errado, viu?

capas para kindle

Modelos: 1 | 2 | 3 | 4 | 5

Para quem gosta de comprar no eBay, como eu, por lá dá para achar vários modelos por preços muito bons – inclusive o igual ao meu. Na época, escolhi não só porque ele é bonitinho, mas também porque ele vem com uma luzinha acoplada, que facilita bastante para ler no escuro (o meu Kindle é aquele mais básico, que não tem iluminação). Além disso, uso essa capinha há mais de dois anos e ela continua novinha (só troquei as pilhas da luz – são aquelas pilhas tipo de relógio). Vale lembrar que o prazo de entrega é aquela loteria – pode demorar ou não.

Modelos: 1 | 2 | 3 | 4 | 5

Já para quem não curte muito esperar a chegada das compras internacionais, dá para achar capas para Kindle em lojas daqui também – mas como mencionei lá em cima, a maioria é mais simples mesmo.

Espero ter ajudado quem estava em busca de algo do tipo :).

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Sempre me incomodei com a oleosidade do meu rosto e com as espinhas ocasionais. E desde que comecei o blog, venho falando dessa característica da minha pele e de produtos que testo e que funcionam bem. Curto compartilhar meus achados por aqui e recebo bastante dicas e opiniões de meninas que tem o mesmo tipo de pele.

Com poros aparentes, sem poros aparentes, isso realmente importa?

Junto com essa troca de informações, sempre aparecem pedidos de sugestões para disfarçar o tamanho dos poros do rosto e confesso que isso me incomoda um pouco. Gente, será que ficamos tão perfeccionistas que precisamos diminuir o tamanho dos nossos poros? POROS! POOOROOOOS! A única pessoa que pode um dia reparar no tamanho dos seus poros é a que dorme do seu lado ou a que vai lhe dar um belo beijão na boca, e vem cá, duvido que essa pessoa estará preocupada com poros nesse momento. #prioridades

Pensa comigo, a gente “precisa” (com muitas aspas em volta) se preocupar em deixar o cabelo bonitão, a pele sem brilho, o corpo macio, as unhas bem feitas e além de tudo isso, ainda TEM QUE deixar os poros imperceptíveis? Ahhh vamos relaxar um pouco? Só um pouquinho? Já não tem padrão de beleza demais em cima da nossa cabeça, não?

Se o tamanho dos seus poros é realmente algo que te incomoda de verdade e te faz sentir infeliz, tudo bem buscar por produtos que minimizem essa aparência, mas pensa ai se isso é realmente essencial na sua vida e se vale mesmo a pena colocar uma preocupação extra e mais uma cobrança em cima dessa característica. Que tal abrir mão dessa ou de outra neura em 2017 e começar o ano um pouco mais leve?

A gente precisa né, já que todos os outros lados da vida já estão pesados demais.

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