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kérastase hydra apaisant

A Kérastase Hydra-Apaisant é uma máscara voltada especificamente para o couro cabeludo. E, claro, produtos desse tipo em geral deixam a gente tanto curiosa quanto com calafrios de que o cabelo fique pesado e oleoso. Pois bem, eu tenho usado essa aí há algum tempo e hoje vim contar o que achei dela para vocês.

Kérastase Hydra-Apaisant

kérastase hydra apaisant

A máscara Kérastase Hydra-apaisant faz parte da linha Specifique. É um creme de tratamento renovador para todos os tipos de couro e cabelo, mesmo sensíveis. A máscara garante tratamento profundo que, além de hidratar, acalma a pele da região. Preserva o movimento da fibra sem pesar, enquanto deixa o cabelo mais brilhante, macio e suave. Seus ativos também oferecem uma sensação de frescor ao couro. Resultados: Bem estar do couro cabeludo e Hidratação.

É necessário aplicar o produto diretamente no couro cabeludo e fios úmidos, durante o banho. Depois é só massagear bem e enxaguar.

kérastase hydra apaisant

A textura dela é levemente mais líquida do que a maioria das máscaras capilares, que costumam ser mais cremosas. Ela é fácil de espalhar no couro cabeludo e, mesmo no banho, não tenho a sensação de um produto pesado, que vai deixar o cabelo escorrido e sem volume depois, sabe? Pelo contrário, ela deixa o cabelo macio e soltinho – mesmo a raiz. Ela dá aquela sensação de escova de salão, o que é sempre um efeito desejado. Além disso, eu acho que o efeito dela é duradouro – mesmo depois de usá-la, quando vou lavar novamente o cabelo, ainda sinto o efeito dos fios nas lavagens seguintes. Uso mais ou menos a cada duas semanas.

O único ponto negativo para mim, é claro, é o preço.

Composição

kérastase hydra apaisant

Preço e onde comprar

A Kérastase Hydra-Apaisant custa, em média, R$ 220. Dá para comprar em salões de beleza e algumas perfumarias que vendam produtos da marca. Online, dá para achar na Zattini.

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Pagando a língua: o dia que me rendi a água termal da Avéne

Você que é nossa leitora desde sempre – fica aqui o agradecimento – já sabe que eu nunca me rendi a água termal. Achava frescura e não conseguia sentir benefícios reais a olhos vistos e usava mais na fé do benefício do que qualquer outra coisa. Bem, minha amiga, parece que o jogo virou.

O que aconteceu foi que, os dias congelaram por aqui, comecei a tomar banhos cada vez mais quentes e minha pele do rosto teve um piripaque. A testa continuou oleosa, mas a pele descamou inteira perto do nariz e da boca. Coisa esquisita que só, menina! É isso que o friozão faz com a gente criado a pera e leite,  risos. Nem a pele tá preparada pra essa montanha-russa de temperaturas curitibanas.

Pagando a língua: o dia que me rendi a água termal da Avéne

Pois foi nesse momento que consegui perceber o benefício dessa água da Avéne. Assim que saio do banho, já sinto a região perto da boca repuxando toda, o rosto fica até vermelho. É nessa hora que borrifo a água termal, espero secar e sinto uma diminuição na sensação de repuxamento e até no vermelhinho. Estou viciadinha que só nessa água, não sossego enquanto não passo. Depois disso, sigo para a hidratação normal do rosto.

Fica aqui as minhas sinceras desculpas a categoria de água termal por ter falado mal por uma vida toda. 🙂

Aqui tem resenha da água da Vichy, aqui da água da Dermacoconut e aqui da La Roche-Posay.

Ingredientes da fórmula

Preço e onde comprar

A água da Avéne está disponível com 50 ml por R$42, 150 ml por R$60 e 300 ml por R$75. Você encontra em drogarias de todo o Brasil.

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alma de flores

Mora na região da Serra Gaúcha ou estará em Gramado durante o fim de semana? Então pega essa novidade! <3 A convite da Alma de Flores, estarei na Rua Coberta de 28 a 30 de julho para participar com você de uma experiência sensorial super bacana.

Experiência sensorial? Calma, eu explico! A Alma de Flores, que cria sabonetes e cosméticos hiper cheirosos desde 1949 (!), preparou com muito carinho um lugar para que você mergulhe no universo não apenas do olfato, mas também do tato, da audição e da visão.

Você poderá conhecer de pertinho toda a linha de produtos da marca – e, claro, com a indicação dos meus favoritos! Depois que escolher o seu queridinho, vou te chamar para tirar uma foto com ele e postar nas suas redes sociais com a hashtag #eualmadeflores. E sim, vai ter prêmio!

Vou escolher entre as fotos postadas a mais bacana – a autora vai ganhar um super kit de produtos Alma de Flores. Vou ADORAR conhecer você e depois ver a sua criatividade rolando solta nos cliques!

Tô super ansiosa para retornar à Gramado – tem muitos anos que não vou para lá! E melhor ainda vai ser bater papo com quem aparecer no estande, que funcionará das 10h às 18h30. Apareça!

Ah! Fique ligada no nosso Instagram (@coisasdediva) porque vou mostrar toda a viagem por lá – inclusive, vai rolar até visita à fábrica em Porto Alegre, onde tudo é produzido! Fique atenta também aos horários em que estarei na Rua Coberta: aviso tudo certinho para vocês pela rede social.

Te espero, hein? Super beijo!

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dizer não

Fundo: Shutterstock

Dizer NÃO é uma das maiores dificuldades que tenho nessa vida. Aliás, acho que esse drama não é só meu – vejo muita gente sentir o mesmo. Quantas vezes você cedeu sem querer ceder? Quantas vezes passou do seu próprio limite? Quantas vezes assumiu mais do que poderia segurar?

Flexibilidade é um ponto importantíssimo em qualquer personalidade. Não somos, afinal, uma ilha. Nos relacionamos, somos requisitadas e é preciso, sim, ter uma boa dose de resiliência. Mas tem gente, como eu e talvez como você, que para alguns aspectos não consegue dar uma resposta negativa.

E os motivos são vários: medo da rejeição (que gera o desejo de agradar a qualquer custo), dificuldade de se impor e até mesmo a nossa cultura brasileira. Explico: dia desses li um texto muito bom (desculpe, não me lembro qual e onde, hahahaha) sobre a sinceridade dos europeus.

A história era mais ou menos assim: uma brasileira que mora na Espanha (?) vai a um bar para encontrar uma amiga e acaba conhecendo uma pessoa nova. Ela e essa pessoa se estranham em várias opiniões, mas concordam em discordar. A amiga em comum vai embora e as duas se pegam indo na mesma direção para casa. Quando se despendem, a brasileira sugere que troquem números de telefone já que eram praticamente vizinhas. E a resposta, minha cara, foi mais ou menos essa:

“NÃO, acho que tô de boa”.

Agora se pergunte: doeria no seu coração ouvir isso? No meu doeria, mesmo que a relação entre mim e a tal pessoa tivesse sido efêmera. Já pensaria: “eita, o que tem de errado comigo?”. Veja só que curioso – o NÃO dos outros dói muito em quem costuma dizer muito SIM para o mundo.

É todo um sistema de atitudes, muito embasado, como disse antes, no nosso estilo de sempre dar um jeitinho pra tudo ou de querer ser carismática. Claro que existem exceções, mas vejo que o SIM é coisa nossa, muito embora em vários casos o melhor a se fazer seria dizer NÃO.

E aí é que pontuo: até quando vamos repetir esse padrão? Não seria melhor que fôssemos mais sinceras com as nossas próprias necessidades, ainda que mantendo o altruísmo? Será que o NÃO, quando bem colocado, pode ser capaz de mudar as relações para melhor?

Eu acredito que pode. E tem que começar pela gente, as rainhas do SIM. Uma vez uma psicóloga que me atendia me disse algo importante:

“Uma pessoa começa te jogando uma bolinha de gude. Você pega ela no ar. Depois, aumenta para uma bola de tênis. Você aceita. Quando vê, ela está atirando sobre você uma bola de boliche. E aí, como fica?”

É claro que tem hora e motivo para dizer NÃO. E é difícil começar quando a sua vida é baseada em aceitar todos os tamanhos de bola – ou não entender quando quem recebe a negativa é você. Sinto que a maior ajuda de todas começa pelo autoconhecimento, que envolve seus valores e também seus limites. Eu e você não somos perfeitas. E aceitar essa imperfeição faz parte do processo.

Afinal, se toda vez que você se ferir com um SIM, estará em negação consigo mesma. Em nome de que ou de quem isso é feito? Procure colocar esses aspectos na sua balança interior. Para mim ainda não é fácil, mas sigo tentando. Inclusive, o exercício de receber um NÃO sem muita explicação (e precisa mesmo de explicação para certas coisas?) tem feito parte da jogada também.

Depois me conta como foi para você?

Leia os dois posts da tag Aprendizado da Semana aqui.

Também sugiro esse texto maravilhoso que representa uma nova linha de pensamento para mim em cada palavra. Vale o clique!

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