Vestido de seda: onde encontrar?

Thais Marques POR Thais Marques
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Poucas coisas são tão femininas e sensuais ao mesmo tempo quanto um bom vestido de seda. O caimento, o toque, a transparência… Tudo isso contribui para um visual glamouroso. A peça vai de uma super festa até aquela saída mais informal. Tudo depende do modelo e dos complementos escolhidos!

Costumamos chamar de seda uma série de tecidos, mas a original mesmo é aquela que vem dos casulos do famoso bicho-da-seda, que são envoltos por uma fibra beneficiada pela indústria têxtil. Um dado curioso é que 92% da produção nacional da seda vem aqui do Paraná, mais precisamente da região noroeste.

Infelizmente, estamos falando de um tecido nobre e, por isso, bastante caro. Em uma breve pesquisa, encontrei seda por até 200 reais o metro! Por isso, se a ideia é mandar fazer um vestido de seda, é melhor preparar o bolso. Modelos prontos, em geral de marcas famosas, também não são baratos. Olhem só:

Vestido de seda – o original!

vestido de seda

Animale, R$ 798,00 | Cris Barros, R$ 4.142,00 | Reinaldo Lourenço, R$ 1.727,00 | Piscina, R$ 360,50 | Isolda, R$ 3.522,00 | Fillity, R$ 744,00 | Cris Barros, R$ 1.988,00 | Animale, R$ 898,00

Fiquem sempre atentas à etiqueta! É preciso que esteja escrito 100% seda nela. Nas lojas virtuais, há como ver a composição dos tecidos usados para comprovar também.

Mas há, sim, alternativas! Vestidos com outros tecidos podem fazer as vezes da seda, pelo menos para os olhares menos apurados. São mais em conta e, apesar de não terem a mesma durabilidade e sensorial, podem ser boas opções. Aqui sugiro alguns para quem não quer vender os rins, hahahaha!

Vestido de “seda”

vestido de seda

Quintess, R$ 59,99 | Canal, R$ 369,00 | Amaro, R$ 69,90 | OLOOK, R$ 129,90 | MOB, R$ 429,00

Lez a Lez, R$ 239,92 | Amaro, R$ 99,90 | Canal, R$ 209,30 | Amaro, R$ 99,90 | Renner, R$ 89,90

E então, preferem o vestido de seda original ou alguma versão baratinha?

Links legais da semana!

Marina Fabri POR Marina Fabri
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Ahá – depois de uma breve pausa com os links legais da semana (tinha acabado de chegar de volta ao Brasil, e vocês podem imaginar o trabalho que é mudar de país, certo?), o clássico post de domingo! Boa semana :)

Links legais da semana!

Sofre para acertar o gatinho do delineador, mesmo praticando sempre? Imagina então como seria se os homens tentassem? Dei muita risada com esse vídeo, aposto que todo mundo que sofre para acertar os dois lados iguais sem acabar parecendo um panda vai curtir também.

Lembram que outro dia a Sá fez um post sobre strappy bra? Aqueles sutiãs de tirinhas que ficam super legais para usar com blusas mais decotadas ou transparentes? Pois então, a Soraya fez um passo a passo bem legal e super simples para fazer em casa o seu.

Adorei esse post, super na vibe curiosidades de beleza, que de vez em quando posto por aqui! Tem as dúvidas de beleza mais frequentes em vários países – um spoiler: a das brasileiras é sobre a frequência de lavagem dos cabelos.

Quem gosta de cervejas vai curtir esse post que o Rodrigo, marido da Thereza, do Fashionismo, fez sobre o assunto – o texto é bem legal e ele explica super bem sobre os estilos mais comuns da bebida. Ótimo para dar uma lidinha e arriscar um tipo diferente na próxima ida ao bar.

Já parou para pensar como às vezes temos comportamentos preconceituosos sem nem nos darmos conta? Acho textos como esse importantes justamente por isso – para que tenhamos uma sociedade mais livre de julgamentos e mais feliz, temos que sempre olhar para nosso umbigo, refletir sobre nossas ações e formas de pensar, de falar e de propagar isso.

 

Batom Nala, Pausa Para Feminices pare Tracta

Marina Fabri POR Marina Fabri
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O batom Nala, da linha da Bruna, saiu mais ou menos no meio desse ano – e eu estava super ansiosa para testar ele e o Hermione (que logo aparece por aqui), porque já tinha amado as cores só por foto. Agora que consegui, vir mostrar aqui o primeiro deles:

batom nala

Batom Nala

O batom Nala tem um tom cor de boca meio chocolate ao leite, como disse a própria Bruna. Ele foi inspirado no lápis Whirl (que, inclusive, já foi resenhado pela Sá aqui – eles realmente são bastante parecidos, mas não tenho ele aqui para fazer a comparação), que é uma das cores que a Kylie Jenner costuma usar.

A textura dele é mate e a embalagem já é dessa nova leva da Tracta, que vem com o nome do blog impresso, acho fofo!

Para quem é fã dos vermelhos, aqui tem meu top 5 de batons vermelhos.

Resenha: o que achei dele?

Sabe aquele batom que serve para qualquer ocasião? É o batom Nala – é uma cor bonita, que combina com tudo e acredito que com a maioria dos tons de pele, também. Gostei muito dele e sempre acho que a Bruna arrasa nesses tons de boca (tem o Bela que eu amo também! No post da Bruna que linkei aqui em cima tem a comparação entre os dois, o Bela é mais rosado, enquanto o Nala é mais marrom).

batom nala

Fora isso, também amo a textura – é mate, sem brilho nenhum, mas não é difícil de passar e dura bastante nos lábios. Em resumo: curti bastante e recomendo para quem gosta de cores assim, discretas e clássicas.

Quer ver meu top 5 de batons mate nacionais preferidos? Então clica aqui!

Composição e onde comprar

batom nala

 

O Nala custa R$ 24,29 e dá para comprar no site da Tracta (eu sei que é chato ter que pagar frete, mas sempre dou o mesmo conselho: convence as amigas a comprar também e aí todo mundo divide o valor).

Reflexão: precisamos mesmo estar na moda?

Sabrina Olivetti POR Sabrina Olivetti
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Dia desses vi um comentário assim: “tomara que isso continue na moda pra eu continuar usando sempre”. Fiquei pensando sobre o assunto.

Acho que o bacana da moda é que ela possibilite que a gente encontre nosso estilo. Uma forma de nos vestirmos, de nos sentirmos bem e bonita e que “comunique” quem somos. Penso que mais interessante do que estar na moda, é encontrar este estilo próprio. E não precisa ser um estilo super fashionista ou mega antenado, não! Apenas o nosso estilo.

Estilo próprio: não precisa estar na moda

Ana do Hoje vou Assim Off

Eu não sou uma pessoa fashion, mas hoje já sei o que gosto e o que não gosto. O que funciona no meu corpo e também o que faz eu me sentir estranha.

Demorei para me encontrar. Já passei pela fase gótica, pela patricinha, pirigueti,  e pelo “não sei o que comprar então vai camiseta e calça jeans mesmo”. Hoje percebo que gosto de roupas coloridas, mas que não chamem atenção demais. Não gosto de coisas justas, ultra decotadas ou que mostram muito uma parte do corpo. Não me sinto bem.

Audrey do Big or Not Big

Recentemente estou percebendo que já não gosto de coisas muito “menininha”. As marcas que costumava comprar já não andam me interessando mais. Notei que estou passando por uma transição na vida e meu estilo está mudando um pouquinho. Mesmo ainda sendo fãzona de vestidos e saias rodadas, tem algumas estampas e modelos que já não me identifico mais. Isso é ruim porque quando preciso de roupa, fico meio perdida. As lojas que costumava fazer a festa já não se encaixam mais com meu perfil e fico sem saber onde procurar coisas para mim. Da mesma forma, ainda não me identifico com roupas mais sérias ou mais ~~adequadas~~ a minha idade. Estou num momento perdida modisticamente.

 
Carla do Modices

 

Enfim, tudo isso é para dizer que acho que, mesmo perdida agora, tenho meu estilo e nem sempre me identifico com o que está na moda. Isso faz de mim uma pessoa mal vestida? Acho que não! Estou bem louca por um sutiã de tirinhas e acho que usarei o modelo eternamente com roupas com as costas decotadas. Mas passei reto pela moda das calças com listras verticais, lembra delas?

O bom da moda é poder pinçar o que o mercado nos oferece no momento. O bacana é escolher o que está em alta e se encaixa com nosso estilo e usar o item a nosso favor. A moda passou? Não faz mal, porque aquele item é nossa cara, se encaixa no que gostamos de usar. Qual o problema de continuar vestindo felizona algo que não está mais nas prateleiras mas que tem tudo a ver com a gente? Vamos nos permitir, amiga!

http://umanosemzara.blogspot.com.br/

Joanna do Um Ano Sem Zara

Leia também:  Reflexão – A beleza e o medo. Vale a pena!

E né, dinheiro ainda não está dando em árvore, então vamos fazer a grana investida render mais do que uma estação.

Para este post selecionei fotos de meninas que tem estilo próprio, que usam, sim, coisas que estão na moda no momento, mas que também tem estilo próprio, usando os itens de forma atemporal. Vale a pena ficar de olho nelas para servir de inspiração.

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