Testando o Hairchalk, da L’Oréal

Marina Fabri POR Marina Fabri
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Ahá, sei bem que vocês estavam ansiosas para ver esse post desde que postamos lá no Instagram (segue a gente! @coisasdediva) que eu e a Sá tínhamos ido testar o Hairchalk, da L’Oréal. E agora, que eu já fiz o teste certinho, chegou a hora de contar para vocês como foi.

Bem, o Hairchalk é um produto com conceito bem legal – ele é uma “tinta” feita para pintar os cabelos sem a necessidade de descolori-los (lembram que contei aqui que os tonalizantes coloridões não pegam em cabelos que não sejam loiros ou descoloridos?). Ele pode ser usado por quem tem todos os tons de cabelo e sai em mais ou menos cinco lavagens (isso depende bastante do tipo/cor do cabelo, então pode variar um pouco). Seis cores dessa linha estão disponíveis por aqui – verde (Garden Party), bronze (Bronze Beach), coral (Coral Sunset) violeta (First Date Violet), azul (Blue Ocean Cruise) e rosa (Sweet Sixteen Pink).

Fui convidada para testar o produto no Instituto L’Oréal, aqui em Curitiba, e como já tinha pintado umas mechas do cabelo de rosa, escolhi azul e verde. Para pintar, o processo é bem simples – quem fez no meu cabelo foi o Roberto, mas dá para fazer em casa também. Funciona assim: com os cabelos secos, separe a mecha que você quer colorir, coloque um papel sulfite por baixo (o comum mesmo) só para fazer um apoio, e aplique a tinta (pura, como vem na embalagem, não precisa misturar nada) com a esponjinha que vem junto no kit. Espere uns cinco minutinhos, aí tire o papel debaixo e seque com secador a mechinha colorida. E é só isso.

Nos meus cabelos, foram feitas duas mechinhas finas de cada lado – uma metade azul, metade verde e a outra inteira azul. Das duas, eu AMEI a azul, que ficou meio turquesa no meu cabelo. Pintaria de novo só com ela! A cor ficou bem viva e apareceu bastante. Maaas, vale ressaltar que isso é porque meu cabelo é claro. Nesse mesmo dia, a Sá também resolveu testar – ela fez uma mecha roxa e uma rosa. A cor apareceu, mas não teve muito contraste com o tom do cabelo, então o colorido não ficou muito evidente. Ou seja, para que tem cabelo castanho ou preto e quer fazer mechas BEM coloridas, o método tradicional (com descoloração) ainda é melhor. Se você quer uma coisa mais discreta, então o Hairchalk funciona bem.

No meu cabelo, a cor durou umas cinco ou seis lavagens mesmo – o legal que a cor saiu depois disso, o cabelo não ficou manchado, nem ressecado. Eu gostei e acho que é uma alternativa bem legal para colorir temporariamente os fios (aliás, se você pintar e se arrepender, dá para tirar usando o shampoo Pure Resource, da L’Oréal – é só passar um pouquinho na mecha colorida, com o cabelo seco, e ir massageando com os dedos para a cor sair e depois lavar).

Cada frasco do Hairchalk custa, em média R$ 70 (para fazer mechinhas pequenas como as minhas, ele rende muito) – dá para comprar no próprio Instituto L’Oréal e em outros salões que revendem a linha da marca. Além disso, também dá para fazer a aplicação lá no Instituto – o valor depende do que você for fazer. Lá eles também fazem outros serviços – quem atende são os alunos dos cursos do próprio instituto.

Duplo Sérum para pontas L’oréal

Marina Fabri POR Marina Fabri
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Esse Duplo Sérum é novidade recente da linha Reparação Total 5, da L’oréal (que, inclusive é uma das que eu mais gosto). Quando recebi, abri a caixinha e vi que a embalagem é toda diferente – ele se chama duplo porque realmente são dois produtos, que ficam separados, dentro da mesma embalagem.

Achei legal e diferente e obviamente comecei a testar na mesma hora – sim, sou o tipo de pessoa que testa tudo ao mesmo tempo na hora que recebo e acabo com um monte de produtos no cabelo, um olho com sombra azul e outro com delineador e assim vai… Maas, divagações de beleza à parte, realmente achei um produto meio diferentão e tenho usado desde que recebi.

Como dá para ver na foto, é uma mesma válvula que libera o conteúdo dos dois recipientes que ficam dentro da embalagem – de um deles sai um líquido vermelho e do outro sai um transparente. O gel vermelho é o que tem o LAK 1000, um ativo que visa a reparar o fio de dentro para fora e o transparente é um sérum selador para realinhar a superfície do fio e selar as pontas.

Dá para aplicar nos fios úmidos ou secos (eu prefiro aplicar neles secos), no comprimento dos cabelos, cuidando para concentrar mais nas pontas. Não precisa enxaguar. O que eu faço é colocar um pouquinho na palma de uma mão e esfregar na outra, para misturar os dois, e aí aplico nos fios. O que mais gostei é que o sérum tem uma textura MUITO leve, não é oleosa nem de silicone – e por mais que eu adore óleos capilares, é uma textura mais difícil de dosar, se aplicar um tiquinho a mais do que o necessário, o cabelo acaba ficando pesado.

Aqui tem o post onde conto sobre minhas mechas coloridas.

Amei que ele diminui o frizz e deixa as pontas bem macias e com cara de saudáveis – até tenho procurado por pontas duplas ou estragadas e encontrei algumas, mas nada muito alarmante.

O frasco com 15 ml custa em média R$ 35 e dá para encontrar nas farmácias e supermercados.

Duelo de titãs: Super Óleo 8 Garnier Fructis x Óleo Extraordinário Elseve

Sabrina Olivetti POR Sabrina Olivetti
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Eu já havia feito a resenha do Óleo Extraordinário da Elseve e Marina já havia falado sobre o Super Óleo 8 da Fructis, mas algumas leitoras nos pediram uma comparação entre os dois. O que você não me pede que eu não faço, hum!

A ideia destes óleos finalizadores é deixar o cabelo mais brilhante, macio e levinho. Uns prometem benefícios diferentes dos outros, alguns tratam o fio, outros são mais uma “maquiagem” para deixá-los brilhantes por um tempo, a dureza é saber escolher entre tantas opções. Eu continuo gostanto mais do Moraccanoil, mas hoje te conto as semelhanças e diferenças entre a versão da Elseve e da Garnier. Primeira semelhança: os dois são feitos na mesma fábrica no Rio de Janeiro, ambas as marcas são da L’Oreal.

Do ponto de vista técnico, os dois tem a mesma quantidade na embalagem, 100 ml, e praticamente a mesma textura. Ambos são um líquido oleoso e transparente. Nos dedos não consegui sentir diferença entre eles. O da Elseve é R$10 mais caro que o da Garnier. A válvula pump dos dois funciona de forma equivalente.

Não entendo nada de ingredientes, mas dando uma conferida leiga no negócio, notei que o óleo Extraordinário tem um mix de vários óleos e extratos enquanto o da Fructis aposta no argan e na camélia. Marquei ali na tabelinha os ingredientes que são iguais nas duas fórmulas.

Os dois óleos na mão: iguaizinhos!

O cheiro do óleo da Garnier me lembra baunilha mas é bastante suave. Ele não fica por muito tempo nos cabelos e não incomoda os olfatos mais sensíveis. O da Elseve tem um cheiro mais docinho, mais de flor, mas também é suave e some rápido dos fios. Vale falar que o da Garnier não tem aquele cheiro característico que a linha Fructis tem.

Agora falando sobre minha experiência. Achei os dois bastante parecidos, os dois deixaram meus fios brilhantes e macios. Meu cabelo é fino e oleoso, então preciso tomar cuidado na hora de escolher a quantidade de produto. Normalmente passo 3 gotinhas no comprimento e pontas, com os fios ainda molhados. Depois seco normalmente. Se passo mais que isso, ambos começam a deixar os fios grudados nas pontas.

Senti que o óleo da Garnier deixou meu cabelo um pouco mais pesado, enquanto o da Elseve parece deixar meus fios mais naturais. Mas o da Garnier ajuda um pouquinho mais a controlar  o frizz e também notei que deixou os fios um tantinho mais brilhantes.

Ingredientes do Super Óleo 8

Ingredientes do Óleo Extraordinário

Não sei se é só marketing, mas o da Garnier também promete mais benefícios, incluindo a proteção térmica.

Resumindo, os dois são muito muito muito parecidos. A diferença que notei usando os dois por um tempo foi mínima. Gostei mais do da Garnier porque se saiu melhor no quesito anti-frizz e brilho. Mas o da Elseve também é muito bom. Esse negócio de ter vários óleos e extratos me parece interessante, mas ele é mais caro que seu primo da Fructis.

Nessa o Super Óleo 8 levou a melhor, mas foi por alguns décimos (imaginários) de diferença.

Você encontra os dois em farmácias, lojas de cosméticos e supermercados.

Duelo de titãs: BB Cream L’Oreal x BB Cream Maybelline

Sabrina Olivetti POR Sabrina Olivetti
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Já faz algum tempo que sou fã dos BB Creams, mas como eles não existiam no Brasil, testei os asiáticos mesmo. Você pode ver as resenhas aqui e aqui. Recentemente Maybelline e L’Oreal trouxeram suas versões para as prateleiras brasileiras, testei os dois e te conto hoje o que achei.

O BB Cream é uma nova modalidade de cosmético que promete ser o queridinho da mulherada. Ele une em um só produto cobertura de base, protetor solar, hidratação e alguns ainda tem os benefícios de primer ou tratamentos clareadores e antissinais.

Abaixo fiz uma tabelinha com as principais características dos dois produtos. Ambos eu comprei nos tons mais claros disponíveis, que as duas marcas chamam de “clara”.

O BB Cream da Maybelline tem um tom mais rosado e se ajustou melhor na minha pele, já o da L’Oreal é bem amarelo e ficou um tantinho escuro para mim. Usei ele assim mesmo para testar para o blog, mas confesso que a cor não fica muito natural em mim. Nas fotos não dá para ver tão claramente, mas na VIDA REAL, é perceptível que estou com a cor errada. E essa é uma das poucas reclamações que tenho sobre o produto da L’Oreal.

Os dois são quase líquidos e espalham muito fácil na pele, mas o da L’Oreal tem uma cobertura melhor. Enquanto este uniformiza o tom da pele, o da Maybelline acabo sendo bem mais transparente. O Dream Fresh não cobriu minhas manchinhas e nem disfarçou as olheiras.

Outra diferença importante é que o da Maybelline não chega a deixar a pele opaca em nenhum momento. Desde a aplicação ele dá um certo brilho no rosto que vai ficando pior ao longo do dia. A sensação é de que tem algo sobre a pele, encostando a mão você sente algo ali um pouco grudento, entende? Ele também transfere cor em guardanapos, tela de celular e por ai vai.

Já o da L’Oreal dá um acabamento matificado ao rosto, deixando a pele sequinha e sem a sensação que tem algo sobre ela. Mas infelizmente ele também transfere um pouco. Veja na foto acima que ele não chega a substituir uma base pois a cobertura não é assim tão grande, mas comparando com a cobertura do da Maybelline, ele disfarça um pouco mais as imperfeições.

Teste da testa: metade com um bb cream e outra metade com outro.

Ao longo do dia notei que o BB Cream da Maybelline foi deixando minha pele cada vez mais brilhante. Não deveria, para não atrapalhar minhas impressões na resenha, mas em alguns dias não me aguentei e acabei passando um pó matificante por cima. Me dava afliação ver minha pele brilhando ainda mais do que o normal!

Já o da L’Oreal não chega a segurar a olesidade, mas senti que ele ajudou um pouquinho neste sentido principalmente nas bochechas. No final do dia a pele estava um pouco melhor que nos dias que não uso nada no rosto.

Acredito que talvez o BB Cream da Maybelline seja bom para meninas que tem a pele seca e sem muitas imperfeições. O lado bom dele é que tem FPS 30 e 3 opções de cores. O da L’Oreal se comporta muito melhor na pele oleosa, mas tem FPS 20 e só duas cores disponíveis (sendo que essa clara é meio escura). Faltou as duas marcas pensarem em toda a gama de tons de pele da brasileira. Juro que não entendo esse economia em trazer mais cores para a gente! Gostei mais do da L’Oreal, pena que a cor não deu certo para mim.

Comparando com os asiáticos que já usei, os do lado de lá do mundo costumam ter uma cobertura bem maior e que substituem mesmo a base, chegam até a deixar a pele mais lisinha. Mas acho bastante válido este movimento de trazer este novo tipo de produto para gente por preços dignos.

O da L’Oreal eu comprei por R$30 na DrogaRaia e o da Maybelline comprei por R$35,90 na Casa dos Cosméticos, ambos em Curitiba. A Maybelline me enviou o BB Cream deles, mas como mandaram na cor média – que é muito escura para mim, não cheguei a usar. Online tem na Americanas e na Loosho.

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