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Todo mundo tem filmes favoritos que marcaram certas épocas da vida, não é? Eu tenho um montão deles, mas resolvi juntar nesse post os 5 mais ICÔNICOS que consegui lembrar. Alguns estão aqui por que vi mil vezes, outros foi por causa da história ou de alguma mensagem que me marcou. No finalzinho do post, explico tudo isso em vídeo, de um jeitinho que é mais fácil de explicar. Vem comigo!

Os Goonies

Eu era criança, tinha menos de 10 anos e era alucinada por Goonies. Perdi as contas de quantas vezes assisti ao filme e você não imagina o quanto sonhei em viver altas aventuras em busca de um tesouro escondido. Minha turminha até achou um “sótão” escondido no prédio onde morávamos, chamávamos o lugar de Toca Goonie e, se parar para pensar agora, era super perigoso um monte de pivetinhos andando no meio de material de construção bruto. Minha mãe não sabe disso até hoje!

E claro que eu achava as meninas do filme umas entojadas e me identificava demais com a piazada. Sempre fui um moleque!

Sinopse: com os prédios de seu bairro estando prestes a ser demolidos, o que forçará a mudança de todos os residentes do local, um grupo de garotos resolve organizar uma cerimônia de despedida do local. Quando descobrem um legítimo mapa do tesouro, capaz de torná-los ricos e evitar a destruição de suas casas, os Goonies resolvem partir em uma grande aventura.

Curtindo a Vida Adoidado

Agora imagina essa mesma pirralha que adorava Goonies vendo Curtindo a Vida Adoidado. Arquitetei várias vezes altos planos para enganar professores e aproveitar um dia inteirinho longe da escola. O único problema é que eu precisaria crescer mais um pouco para poder pegar ônibus e entrar nos lugares sem chamar a atenção dos adultos. Quem não vibrou com as aventuras de Ferris Bueller não sabe o que está perdendo. Desligue agora mesmo esse computador e vá assistir esse grande clássico do cinema mundial.

No último semestre do curso do colégio, Ferris Bueller (Matthew Broderick) sente um incontrolável desejo de matar a aula e planeja um grande programa na cidade com sua namorada (Mia Sara), seu melhor amigo (Alan Ruck) e uma Ferrari. Só que para poder realizar seu desejo ele precisa escapar do diretor do colégio (Jeffrey Jones) e de sua irmã (Jennifer Grey).

Jovens Bruxas

Esqueça Meninas Malvadas, o filme que marcou minha juventude foi Jovens Bruxas! O filme é de 1996, isso quer dizer que eu tinha 18 anos, e estava naquela fase entre ensino médio e faculdade. Adorava o filme, primeiro por causa da mágica, achava sensacional a ideia de poder mudar a cor do olho, do cabelo ou me livrar de cicatrizes do dia para a noite. Segundo, porque curtia muito essa ideia das meninas que sofriam bullying poderem DAR A VOLTA POR CIMA e se acharem maravilhosas na frente das patricinhas do colégio. A jovem Sabrina se achava muito gótica, veja só! Quem acredita numa coisa dessas? Lembro de ver o filme várias vezes e querer achar uma galerinha para eu poder andar em câmera lenta com delineador preto e batom vermelho.

Sinopse: uma jovem (Robin Tunney) se muda de São Francisco para Los Angeles para começar uma nova vida. Lá conhece três alunas do colégio onde estuda que se dedicam ao ocultismo e à magia (tanto que têm a fama de bruxas entre seus colegas). Quando as quatro fazem amizade e começam a praticar magia juntas, desencadeiam um poder que foge do controle, gerando trágicas consequências.

O Fabuloso Destino de Amélie Poulain

Veja só, eu já tinha 24 anos quando o filme foi lançado, já fazia a faculdade de design e trabalhada numa locadora de vídeo. Então imagina como eu me sentia descoladíssima assistindo um filme francês! Pega essa!

Eu adorava – e continuo amando, a história que é super fofa, o visual do filme, que é uma obra de arte a cada frame (veja só a foto acima) e também os efeitos de edição, como Amélie se desfazendo em água quando fica com o coração partido. É um filme maravilhoso, gracinha mesmo, daqueles que deixa a gente com um sorriso no rosto. AMO! A boa notícia é que este está disponível na Netflix.

Após deixar a vida de subúrbio que levava com a família, a inocente Amélie (Audrey Tautou) muda-se para o bairro parisiense de Montmartre, onde começa a trabalhar como garçonete. Certo dia encontra uma caixa escondida no banheiro de sua casa e, pensando que pertencesse ao antigo morador, decide procurá-lo ­ e é assim que encontra Dominique (Maurice Bénichou). Ao ver que ele chora de alegria ao reaver o seu objeto, a moça fica impressionada e adquire uma nova visão do mundo. Então, a partir de pequenos gestos, ela passa a ajudar as pessoas que a rodeiam, vendo nisto um novo sentido para sua existência. Contudo, ainda sente falta de um grande amor.

Capitão Fantástico

Esse é recente, foi lançado ano passado e a primeira vez que ouvi sobre ele pensei “ué, mais um filme de X Men?”, mas não é nada disso. Capitão Fantástico é um filme excelente que me fez questionar muitas das minhas escolhas e do que acho que é o certo. Ele me fez ver a vida de outra forma e tentar entender melhor as escolhas das outras pessoas e ser mais empática com quem é diferente de mim. Sempre fui super certinha, até meio cartesiana, e esse filme me fez parar para pensar até onde o que eu faço é o melhor para o mundo. Pra mim, que sou como a irmã do Ben, foi um belo de um tapa na cara.

Ben (Viggo Mortensen) tem seis filhos com quem vive longe da civilização, no meio da floresta, numa rígida rotina de aventuras. As crianças lutam, escalam, leem obras clássicas, debatem, caçam e praticam duros exercícios, tendo a autossuficiência sempre como palavra de ordem. Certo dia um triste acontecimento leva a família a deixar o isolamento e o reencontro com parentes distantes traz à tona velhos conflitos.

Vídeo: 5 filmes que marcaram minha história

Tudo isso ai está em vídeo, de um jeito mais fácil de entender.

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