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Demorei, mas cá estou com meu terceiro vídeo da série sobre Dublin! Nele, conto mais sobre o estilo da cidade, meus pubs preferidos, os lugares legais para comer e os pontos turísticos de lá! Como eu sou uma tagarela de primeira, pega a pipoca e dá o play:

Para facilitar a vida de quem tem interesse em fazer uma viagem para Dublin, separei aqui embaixo os links de todos os lugares mencionados no vídeo. Assim já dá para ir se preparando!

Os pubs

The Temple Bar Pub: O pub mais famoso de Dublin, basicamente!

The Auld Dubliner: Meu favorito, fui lá 500 vezes durante o mês em que estive na cidade.

Oliver St. John Gogarty: Música ao vivo excelente e um clima bem irlandês!

The Bernard Shaw: Sensacional e mais moderninho, digamos assim.

O’Sullivan’s Pub: Bem turístico, mas, para quem quer ver a dança tradicional do país, vale conhecer.

Dice Bar: Um pub com pints mais baratas por ser fora do circuito.

The Brazen Head: Se o Temple Bar é o pub mais famoso, esse é o mais antigo de Dublin!

A comida

The Church: Dá pra imaginar um restaurante instalado dentro de uma igreja original? Em Dublin tem.

Bunsen: Hamburgueria honesta, simples e deliciosa. Está presente em 3 endereços na cidade!

Tesco: Meu mercado do coração! Amava comprar as coisas baratinhas da marca própria deles.

Lidl: Muitas promoções boas e uma panificadora bem gostosa!

Aldi: Também cheio de promoções interessantes, mas fui poucas vezes lá.

Os pontos turísticos

Guiness Storehouse: A experiência completa da Guiness num só lugar! É pra se perder lá dentro.

Christchurch Cathedral: Igreja medieval super bonita, mas tem que pagar para entrar.

St. Patrick’s Cathedral: Essa tem a cara da Irlanda por ser de St. Patrick’s, padroeiro do país.

Dublin Castle: Castelo medieval incrustado em meio à cidade.

Trinity College: Além de ser linda, a universidade conta com biblioteca onde Harry Potter foi gravado!

St. Stephen’s Green: Um parque calminho, bom para contemplar, conversar ou ler um livro.

Phoenix Park: Outro parque, mas esse mais afastado e enorme! Alugue uma bicicleta para conhecer.

Veja mais:

Intercâmbio em Dublin

Inglês em Dublin

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Estou louca para contar das coisas legais que vi na minha viagem para Londres! Mas vou deixar tudo isso para meu próximo post. Antes de mais nada, acho bacana contar sobre passagens, hospedagem e transporte – sempre rolam dúvidas assim e eu mesma tinha antes de viajar para lá! Então quero dividir minha experiência com vocês, fruto de conversas com amigas e pesquisas antes de ir. Vamos ver?

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Passagens

Como vocês sabem, fui a Londres por Dublin, aproveitando que estava relativamente por perto. Comprei minhas passagens pela British Airways na modalidade mais econômica, em que você tem direito a levar até dois volumes de mão – um para o bagageiro e outro para colocar abaixo do assento (informações aqui). Claro que na volta estava com 50 coisas e me preparei psicologicamente pra pagar o excesso. Só que uma santa alma do portão de embarque me liberou pra entrar mesmo com uma sacola a mais. Moça, te amarei para sempre, ESSA VITÓRIA É NOSSA, hahahahaha! <3

O voo leva 1h30 e a vantagem é que o desembarque acontece em Heathrow, onde há uma estação de metrô que te leva a qualquer ponto da cidade (com as devidas trocas necessárias, claro). Demora cerca de 1h para chegar nos pontos mais centrais, mas é bem mais barato do que as outras alternativas disponíveis. Em geral, um bom lugar para descer é na estação South Kensington, com conexões para outras linhas importantes do serviço por trilhos.

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Hospedagem

Todo mundo sabe que libra custa os olhos da cara, né? Por isso quis ser econômica na hospedagem. Pelo Booking.com, encontrei o Wombats Hostel, em Whitechapel. A localização é bacana porque em 5 minutos a pé você está na estação de metrô Aldgate East, que vai para todo lugar.

Além disso, o hostel tem um conceito bem moderninho, com áreas de descanso, cozinha comunitária, bar e quartos dos mais variados tipos, tudo novo e bem decorado. Escolhi dividir o quarto com outras 5 meninas porque me sinto mais à vontade. Tinha penteadeira, banheiro, chuveiro e pia separados, além de um locker com tamanho ok para colocar os pertences. Era um sistema bem legal, em que só seu cartão de acesso ao dormitório podia abrir seu armário.

Não vou dizer que era a cama mais confortável do mundo e que foi uma delícia ter outras pessoas dormindo comigo, mas por poucas noites não vejo problema. Ficava fora do local o dia todo, ia só pra dormir mesmo! Pela manhã, comia alguma coisinha que comprava na rua e, se quisesse, poderia preparar meu almoço e jantar tranquilamente também. Aliás, via muita gente fazendo isso junta – teve uma noite em que estavam até preparando massa fresca por lá.

Quem não é fã de dividir quarto pode contar com a opção de pegar um de casal ou com duas camas de solteiro e banheiros privativos. Custa mais caro, lógico. Eu paguei 110 libras por 4 dias no meu, o que considero um preço bom para os padrões londrinos. Ah, e tem wi-fi por todo canto no Wombats, que está presente em outras cidades da Europa também.

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Transporte

Logo na chegada, no aeroporto mesmo, já tratei de fazer meu cartão Oyster, que sai mais barato do que ficar comprando os bilhetes individualmente. Você paga 5 libras por ele, sendo que o valor é reembolsável, juntamente com o crédito que estiver no cartão ao fim da viagem – legal, né?

Dá para usar o Oyster em ônibus, metrô, trem… Basta colocar o valor desejado para o período e posicionar no sensor das catracas. Lá em Londres as linhas de metrô são divididas por zonas numeradas de 1 a 9 e o valor debitado depende de quais você percorre. Uma vez que um turista que ficará por poucos dias vai se transportar majoritariamente pelas zonas 1 e 2, onde ficam as atrações principais da cidade, o valor não é tão alto. Além disso, o cartão coloca um teto de gastos para o dia dentro de cada zona – se você ultrapassá-los, anda de graça. Sim, lugar evoluído é outra coisa!

Quando cheguei, já me informei com um moço muito simpático no atendimento sobre transporte a partir de Heathrow e ele me deu logo de cara um mapa das linhas e estações de metrô. Primeiro quis chorar achando que não entenderia nada, mas no fim das contas tirei de letra. A verdade é que se movimentar pela capital é facílimo! Como bem disse a Manu, amiga que me acompanhou nos dois últimos dias, em Londres você só entra num Underground que vai acabar chegando onde precisa.

Usei muito o metrô só tendo o mapa como referência e foi lindo! Pesquisava antes o nome da parada de onde deveria ir e as conexões necessárias. Pronto! Um dia me arrisquei a pegar ônibus, mas adivinhem: o motorista estava indo pra direção contrária, hahahaha! O que me salvou foi um aplicativo muito bom chamado Moovit, que funciona em qualquer cidade, aliás.

Ufa! Espero que tenham gostado das minhas dicas de viagem para Londres. Aguardem que logo sai o próximo post com coisas bacanas a fazer por lá.

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onde comer em são paulo

No final de semana passado, fiz uma viagem rápida com uma amiga para ver uma banda que eu amo (Wilco!!), o que significa que há meses eu já estava salvando nomes e endereços de lugares comer em São Paulo (haha sou dessas!). É claro que, infelizmente, nunca dá tempo de fazer tudo, ainda mais numa cidade gigantesca como São Paulo – mas não posso negar que aproveitei e fui em ótimos lugares, então resolvi indicar três aqui para vocês:

Onde comer em São Paulo

La Peruana

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Eu amo muito comida peruana, então desde que vi que esse restaurante existia, há alguns meses, encasquetei que queria ir – e não me arrependi da teimosia, adorei o lugar! Além de ser lindo, com decoração fofa e super aconchegante, a comida é ótima! De couvert, tem essas ‘pipocas’ peruanas (não sei bem o nome oficial e essa é a melhor palavra que encontrei para descrever hahaha) de milho, grão de bico e lentilha que, sério, queria poder comprar de quilo. O ceviche também é muito bom e os drinks com pisco são enormes, deliciosos e com preço justo (custam uns R$ 20 e poucos). Gostei de tudo, mas destaco mesmo o bolo de tres leches que comi de sobremesa, sério, um dos bolos mais delícia que já comi – se você é de São Paulo, por favor aproveite esse domingo e vá lá comer hahaha.

Mirante 9 de Julho

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Eu já tinha visto umas fotos do Mirante 9 de Julho no Instagram e achado bem legal, mas confesso que tinha esquecido de inclui-lo na minha listinha de coisas que queria conhecer. Acontece que no domingo de manhã estávamos ali pela Paulista e fui ver o que tinha de interessante ali perto – vi que o mirante ficava do lado de onde estávamos e resolvemos ir. Foi outra boa ideia, o espaço é bem legal – tem café, drinks, restaurante, além da vista bonita e da atmosfera legal, já que é tudo meio aberto. Esse hambúrguer é muito delícia e os drinks também.

Eataly

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Sei que essa é provavelmente a dica mais manjada, mas tudo bem – eu gosto bastante de lá e sei que talvez alguém não conheça. O Eataly é tipo um espaço com vários restaurantes, mercado, adega, queijaria… Dá para encontrar umas coisas diferentes e bem legais. Confesso que gostei mais da comida da outra vez que fui, há alguns meses (especialmente do Arancini, o bolinho de risoto que dá para comer ali no primeiro andar, que me decepcionou um pouco dessa vez), mas continua delícia.

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É, minhas queridas! Hoje tem mais um post sobre minhas aquisições europeias. Dessa vez, mostro as compras em Londres (mas fiquem calmas que é só isso mesmo, já acabou, hahahaha).

Antes de mais nada, tenho – IMAGINA SE NÃO – uma outra belíssima ~anedota para contar. Comprei passagens Dublin/Londres (e vice-versa) pela British Airways numa modalidade mais baratinha, em que você só pode viajar com uma mala pequena de mão e uma mochila.

Pois muito bem, aloprei nas compras sem pensar no meu retorno e, quando vi, tinha a mala esturricada, a mochila entupida e mais uma sacola grande cheia de coisas. Quando fui me informar sobre o voo, a moça da companhia já meteu a louca e disse que eu não passaria com aquilo tudo sem pagar excesso.

Chorei um pouquinho, mas, brasileira que sou, não desisti e fiz check-in na máquina com a esperança de que ninguém olhasse esse ~~~pequeno detalhe (risos). Assim que me dirigi ao embarque, me bateu uns 5 minutos de desespero e assim que encontrei outra funcionária da BA já cheguei pedindo o lugar pra comprar mais espaço.

Ela, sem mexer um músculo facial, pediu pra eu virar e mostrar o tamanho da minha mochila. Eu: “moça, olha que pequenininha” (minha mochila tava com uns 3 quilos de coisa dentro, HAHAHAHA). A mulher: “eu nunca te vi, passa”. Comecei a agradecer, quase me jogando no chão em prece, e ela: “VAI, VAI, VAI”, hahahaha! Foi excelente – e sim, usei 14 linhas do post só pra contar isso, beijos.

Ok, ok, vamos lá – finalmente:

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Tive uma companheira de viagem muito maravilhosa nos meus dois últimos dias em Londres (foram só quatro no total): a Manu, que já foi blogueira também! Era a terceira vez dela na cidade, então fui parar nuns lugares super interessantes, onde provavelmente não iria sozinha.

Como ela é louca por chás, fomos conhecer a Fortnum & Mason, uma loja que existe na cidade desde 1707 (!). Olhando por fora você não dá nada, mas, ao entrar, um paraíso da bebida se revela! São vários andares e muitas delícias além do chá caprichosamente embaladas. Não resisti e comprei essa latinha de biscoitos que vai enfeitar alguma das minhas prateleiras depois. Ainda nessa pegada, fomos também na Whittard, onde comprei uma lata de Natal com pó para chocolate quente. <3

E sim, fui na Jo Malone! Os cheiros são incríveis como ouvia falar mesmo – porém, entretanto, todavia, os preços são salgadinhos. Fiquei louca com as velas aromáticas, mas a maior era muito cara. Aí perguntei pra vendedora se ela tinha em tamanho menor, e sim! Para quem for até lá, vale pedir, porque essas pequenininhas não ficam muito à mostra não.

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Quando ainda estava por conta própria, decidi pegar um metrô para Camden Town e andei pela rua principal inteirinha, de loja em loja. Logo que saí do metrô, vi uma Urban Outfitters e entrei. Pra quê, né: me apaixonei por 90% das coisas, hahahaha! Meu sonho é ter uma vitrola com cara de antiga, mas sabia que seria impossível de pôr na mala. Então vi esse amplificador com Bluetooth e arrematei depois de muito pensar. Assim como meu desejo de consumo permanente, ele é da Crosley.

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Ó, e antes que vocês pensem que só gosto de comprar, meus dias londrinos foram super cheios de cultura, hein? hahahaha Fui a muitos museus e galerias, coisas que a cidade tem de sobra. Mas como proceder com as lojinhas estrategicamente posicionadas ao fim da visita?

Os porta-copos na foto aqui em cima comprei na loja do Victoria and Albert Museum, que vale muito a visita, aliás. Olhem as estampas antigas, que lindas! Me apaixonei na hora em que bati o olho. Uma coisa que é boa de comprar também são os cartões postais, que custam menos de uma libra em todos os lugares onde vi – é uma lembrança legal pra trazer pra família e pros amigos! O ímã de flamingo (<3 <3 <3) é do Natural History Museum.

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E não podia sair de Londres sem adquirir algum tipo de suvenir, não é? Tem muitas lojinhas com várias bugigangas espalhadas pela cidade, geralmente perto de pontos turísticos. Achei um conjunto de copinhos de shot que tem como tema o Underground e fiquei com dois para mim – os que sobraram são presente para meus irmãos. Também entrei numa Accessorize e vi que estavam com uma promoção de 3 meias por 7 libras – vejam essa de guardinhas, que amor! Fiquei com uma e a outra dei pra minha amiga croata lá de Dublin. O chaveiro de cabine telefônica, tradicionalíssimo, não podia faltar também.

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*Os valores do aeroporto são menores do que os praticados nas demais lojas da cidade.

Incrivelmente, sobraram libras ainda! Então, como não sou boba nem nada, entrei na Cath Kidston do aeroporto e fiz a festa. A loja é muito bonitinha, com tudo estampado – já tinha visto em Dublin, mas Londres é a cidade da marca mesmo. No aero, os preços são menores do que nas demais lojas, o que é bem legal. Vale a pena conferir! Ah, e essa luminária de coelho não é de lá, comprei numa das mil lojinhas de coisas fofas que a cidade oferece – o negócio é ficar atenta e se dar a oportunidade de entrar!

Pronto, agora acabou mesmo! Gostaram das minhas compras em Londres (ai, que fina! hahahaha)? Para verem a versão Dublin, que foi ao ar ontem, basta clicarem aqui.

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