Coisas de Diva Coisas de Diva Coisas de Diva

Fiz todos os meus arquinhos, tem tutorial deste roxinho aqui.

Nunca fui muito foliona e aproveitava o carnaval para não fazer nada. Não me animava com o calorão, muita gente junta e aquele negócio sem noção de homem puxando cabelo de menina, tô fora!

Mas neste ano tive a oportunidade de ir para São Paulo aproveitar os bloquinhos da capital e achei que estava na hora de ver qual era do negócio. E adorei! Pega essa curitibana carnavalesca.

Curti demais porque os bloquinhos são ecléticos e dá para escolher desde os que tocam axé e músicas tradicionais carnavalescas até aqueles com música do Metallica em ritmo de samba. Mais democrático que isso é impossível! Se você for da loucura, dá para se enfiar no meio da multidão e aproveitar todo o calor humano, mas se for para ficar de boinha, é só se instalar uns metros para trás e curtir a música sem precisar ficar na confusão. Os blocos começavam por volta das 15h e iam até as 20h, depois disso a música acabava. Achei o horário bem bom porque dava tempo de se recuperar, tomar muita água, e voltar no dia seguinte inteirona.

Vou te falar que me diverti mais nos bloquinhos LGBT, viu! A música era mais animada e o pessoal parecia ser mais respeitoso, sabe? Vi menina de hot pants, biquini, maiô e o peladismo que quisesse e ninguém enchia o saco. Também não vi nenhum cara puxando mulher e pegando a força, mas né, a gente não era bem o público alvo. RISOS Mas mesmo no bloco não LGBT que fui, não notei nada nesse sentido. Outra coisa que achei muito legal é que o pessoal se fantasia mesmo e se enche de glitter. Tinha desde as fantasias básicas até um pessoal super criativo e seguindo o “dress code” temático dos blocos. Já prometi pra mim mesma que ano que vem vou me empenhar mais no visual.

Durante os dias que participei do bloquinho não vi e nem fiquei sabendo de casos de assalto, mas todos os amigos só levavam o essencial para o bloco, preferencialmente naquelas doleiras que ficam escondidas na roupa. Eu mesma tentei usar o celular o mínimo possível, por mais que não tivesse visto nada, é melhor se previnir. Outra coisa meio ruim é a questão dos banheiros, que não tem jeito e tem que usar os químicos mesmo. Mas né, faz parte da bagunça.

Marcelo, Giovani e eu no meio da bagunça. A máscara do Marcelo é desse site aqui.

Também dei sorte porque o hotel que fiquei – mostrei ele no post de ontem – ficava bem no centro, então quando estava cansada demais, dava tchau pro pessoal e voltava a pé. Tudo bem pertinho e sem precisar ficar atrás de taxi ou de uber. A localização foi ideal para os bloquinhos.

Resumindo, adorei! Ano que vem eu volto, me aguarda São Paulo!

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Lembra que comentei naquele meu post de fantasia de Carnaval que queria arranjar festas e aproveitar meus badulaques nesse ano? Pois o Novotel Jaragua me convidou para passar o feriado de carnaval em São Paulo (yeah!) e hoje te conto o que achei da experiência.

O Novotel Jaraguá fica em um edifício histórico bem no centro de São Paulo, pertinho do prédio do Copan. Para quem queria curtir os bloquinhos, a localização foi ideal, fiz tudo a pé!

O hotel tem uma variedade de opções de quartos e todos eles contam com internet, TV a cabo, ar condicionado, espelho de maquiagem, secador e isolamento acústico. Achei meu quarto sensacional e bem gostaria de ter uma camona daquelas no meu apartamentinho. Como faz para nossa casa ser tão confortável como um hotel, minha gente?

O café da manhã é um espetáculo á parte, sabe como sou louca por essas coisas, não é? Ficava tão louca em experimentar todas as frutas, pães e bolinhos que mal tinha fome na hora do almoço.

Mas para quem quiser almoçar por lá, o hotel conta com o Restaurante 365 com serviços à la carte ou buffet.

Além do conforto da hospedagem e das opções do restaurante (risos), outra coisa que gostei bastante no Novotel Jaraguá foi a localização super central, bem pertinho da linha vermelha e da linha amarela de metrô. Então para quem não quer andar de taxi para cima e para baixo, é uma boa opção de local. Consegui ir nos bloquinhos, shoppings, restaurantes e visitar os amigos de um jeito bem fácil, me senti uma paulistana nata. Ninguém segura a curitiboca, minha gente!

Outra coisa bacana é que o hotel tem uma conta super ativa no Instagram, o @Novotel.Jaragua, onde dá dicas culturais e gastronômicas de São Paulo. Então dá para ficar por dentro do que está acontecendo na cidade durante sua hospedagem e também se programar para não perder os eventos mais bacanas. Foi lá que peguei a dica do Bloco do To de Bôwie! Se não tivesse visto a postagem, talvez perdesse a oportunidade de dar uma passadinha no bloquinho. Ah, por lá também tem as promoções do hotel, que sempre é uma boa de ficar de olho.

Para quem pensa em ir para São Paulo, é uma boa opção!

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O que fazer em Curitiba: Feirinha do Largo da Ordem

Todo domingo acontece aqui em Curitiba a Feirinha do Largo da Ordem. É uma feira enorme com um monte de barraquinhas vendendo principalmente artesanato. Mas lá também tem algumas opções de quitutes, que como você pode imaginar, é minha parte favorita!

No vídeo abaixo, que é super rapidinho, eu te mostro a feira e tudo de mais bacana que tem nela. Vale dar o play!

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Essa feirinha é super famosa, então vá com bastante paciência pois ela costuma ser lotada de gente. Uma dica boa é tentar chegar cedo, por volta das 10h e evitar o movimento do meio dia. Mas se prepare para uma multidão passeando sem muita preocupação. 🙂

Ah, muitas barraquinhas aceitam cartão, mas é sempre bom ter um dinheirinho no bolso.

O que fazer em Curitiba: Feirinha do Largo da Ordem

Feirinha do Largo da Ordem

Onde: Centro histórico de Curitiba, inicia na Rua São Francisco e termina na rua Doutor Kellers.
Horário: todo domingo das 9:00 às 14:00

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Souvenir é um tema meio polêmico, né? Há quem ache o máximo comprar lembranças de viagem para si/família/amigos – e há quem simplesmente deteste as lojas entulhadas de cacarecos made in China.

Posso dizer que estou no meio desses dois grupos. Desde que comecei a viajar com mais frequência, passei a buscar objetos específicos para serem guardados depois como minhas memórias. No fim, eles viraram pequenas coleções, que eu espero que ainda cresçam muito!

3 tipos de souvenir que eu coleciono

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Sempre fui apaixonada por caixas e latas bonitas. Mas, com as latas, percebi que podia trazer na mala alguma coisa gostosa e ainda ficar com a embalagem de lembrança. Comecei comprando em Roma. Depois, em Londres, não resisti e arrematei mais duas. Nunca fui a Amsterdam (e super pretendo), mas me apaixonei pela lata da cidade aqui no Brasil mesmo. O mesmo aconteceu com essa pequenininha, que é italiana (comprei no Eataly, em São Paulo – não deixa de ser viagem, né? hahahaha).

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A história dos cadernos começou quando ganhei (da Marina e da Sabrina, se não me engano – não consigo lembrar qual das duas me deu, risos) um lindo de Paris e outro bloquinho da Maria Antonieta. A partir daí, comecei a procurar em outras viagens que fiz. Tenho um de Buenos Aires, dois de Florença e outro de Londres. E não, não uso nenhum porque morro de pena – deixo eles enfeitando minha estante! Nem sempre encontro um que seja diferente/bonito, mas não me obrigo a nada. Deixo rolar!

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Um souvenir bem mais clássico de viagens são os ímãs de geladeira. São fáceis de encontrar, porém, nem sempre são realmente bacanas. Eu sou muito chata com estética e não gosto de qualquer coisa – e tem muitos que são bem breguinhas, convenhamos. Mas tive sorte de encontrar versões bonitas na Itália, na Disney, na Irlanda e na Inglaterra. Todos ficam na parte lateral da geladeira para eu não correr o risco de desastradamente bater em algum. Toda vez que olho para eles fico feliz e com vontade de viajar de novo!

Como disse, não é que fique indo atrás de nenhum desses souvenires, mas toda vez que entro numa loja e bato o olho em algum sei que vai ser um adicional às minhas coleções. É bacana porque são coisas menos óbvias e que super decoram a casa, né?

E vocês, qual tipo de souvenir sempre escolhem em viagens?

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