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Mala para a neve: o que levar para o friozão

Quando fui fazer a mala para a neve fiquei com medinho de não levar roupa suficiente e passar frio, mas agora que voltei dos 6 dias fora, posso contar o que efetivamente usei. Quem sabe não te ajudo para quando tiver a oportunidade de viajar para algum lugar friozão!

Viajei no final de abril, então nos Estados Unidos, já era primavera. Para você ter uma ideia, em Denver, a cidade onde chegamos, estava com temperatura por volta dos 20 graus, bem tranquilo. Já em Vail, que é no meio das montanhas e bem alto, a temperatura oscilava entre -6ºC e 18ºC, o que complica a vida de quem não está disposto a carregar a casa inteira na mala.

Para dias fresquinhos

Nessa categoria entra a temperatura por volta de 10ºC, que não chega a ser um frio lazarento, mas também não dá para sair de braços de fora na rua. Nessa hora eu usava aquelas meias grossas, que podem ser de zilhões de fios ou aquelas forradinhas que já comentei aqui no blog. As forradas esquentam mais! Também apostava nas botas, casaquinho e casacão. Por baixo de tudo isso dá até para usar um vestido ou camiseta de manga curta porque, em todo lugar que a gente entra, o aquecedor está a mil, então sempre passamos calor com roupa demais.

Como em Curitiba é super frio, tenho alguns casacos pesados de lã, mas caso você seja muito friorenta e tenha um dinheirinho guardado, vale a pena comprar lá fora mesmo, aqueles casacos gordinhos e forrados. Melhor ainda se for impermeável. Eles não são a coisa mais linda e fashion do mundo, mas esquentam muito mais que o melhor casaco que a gente encontre por aqui.

Veja também, o que levar na mala de viagem para Curitiba.

Mala para a neve: o que levar para o friozão

A bota de cano baixo e a sapatilha são da Tutu Sapatilhas.

Abaixo de zero

Esqueça o vestido, o negócio aqui vai ser fazer camada sobre camada de coisas quentinhas. Só enfrentei essa temperatura em um dia de viagem e nele fui de bota, meia calça forradinha, leging grossa, segunda pele, blusa de lã, casaco forrado, luva e protetor para orelha. Ainda dá para apostar em cachecol e uma touquinha. Lembre, se você for passear e ficar na rua, vai enfrentar o vento gelado! Mas toda vez que entrar em um café ou numa loja, vai morrer de calor no aquecimento. O truque é ter camadas! Nesse dia passeamos pela cidade e acabou nevando, fiquei feliz de estar com o casaco impermeável, assim não me molhei nadinha e só passei frio no rosto. RISOS

Mala para a neve: o que levar para o friozão

Mala para a neve: o que levar para o friozão

A bota foi comprada na Riachuelo faz uns 6 anos atrás. A blusa de lã é da Farm e o casaco foi comprado na Columbia nos EUA.

Para esquiar

Na montanha é frio, mas a gente se movimenta bastante carregando equipamento e descendo morro abaixo. Teve umas horas que até fiquei com calor – mas lembre que já estávamos no final da temporada de neve!

O recomendado aqui é apostar na meia calça grossa ou segunda pele, calça forrada e impermeável, blusinha segunda pele e o casaco grande forrado e impermeável. Se estiver muito muito frio, vale ter um casaco leve intermediário também.

Mala para a neve: o que levar para o friozão

Com o casaco e com a segunda pele.

Não esqueça as luvas impermeáveis, pois vai por mim, a gente cai bastante e ter algo entre a pele e a neve é uma boa ideia. Se você não tiver roupa impermeável e não quiser investir nisso, não tem problema, mas toda vez que cair ou nevar, sua roupa vai molhar e pode ser que comece a sentir muito frio. Para o invernão, leve também uma touca e cachecol. Bota para esquiar, capacete e equipamentos são alugados todos juntos.

Não esqueça o óculos de sol e de passar MUITO protetor solar. A neve reflete a claridade que é uma beleza e é dois palitos para se queimar.
Para quem vai para o Atacama, aqui tem um post muito completo com dicas do que levar na viagem.

O que levei e efetivamente usei

Para ajudar, segue uma listinha do que levei e usei mesmo para a viagem de 6 dias no final de abril, começo da primavera, para Vail no Colorado nos Estados Unidos. Nesta viagem teve esqui, passeio na cidade e também jantares mais arrumadinhos, então precisei levar coisas mais bonitinhas e outras mais quentes.

– 1 bota de cano curto
– 1 bota acima do joelho (uma bota só que dê para usar com calça e vestido já é suficiente, pirei aqui!)
– 1 sapatilha
– 4 meias calças preta forradas
– 2 meias calça preta finas
– 1 vestido
– 2 macaquinhos (frescura para não repetir roupa no jantar, mas um já dava)
– 2 camisetas
– 1 legging de tecido grosso
– 1 blusa de lã quentinha
– 1 calça impermeável (comprei lá)
– 1 jaqueta pesada impermeável (comprei lá)
– 2 casacos pesados que já tinha (acho que 1 só era suficiente, pois depois que comprei a jaqueta, só usei esse para sair a noite)
– 1 par de luvas
– touca ou protetor de orelha
– cachecol
– 1 bolsa que combine com todas as roupas
– 1 mochila pequena

Não esqueça: óculos de sol, protetor solar e hidratante para corpo, lábios, rosto e tudo mais. O ar é muito seco em Vail. Se esqueci de algo, me conta nos comentários! Vamos se ajudar!

Mala para a neve: o que levar para o friozão

Esse foi o dia mais gelado da viagem e não passei frio. De manhã cedo estava -6ºC. O protetor de orelha foi comprado na Disney em outra viagem.

Preço dos casacos e calças para o friozão

Como chegamos na primavera, encontramos várias promoções de roupas de frio. Em Vail e Breckenridge não tem uma variedade imensa de lojas, por exemplo, você não encontra uma Forever 21 pertinho. Mas tem bastante loja de roupas esportivas com modelos específicos para neve. Os casacos grandes, forrados e impermeáveis custam mais ou menos US$150, mas na promoção, saiam por US$30. O mesmo com as calças forradas e impermeáveis, que custam em média US$80 e estavam por US$25 na promoção. A blusinha fina de segunda pele estava por US$10. Caso vá esquiar e precise destas roupas específicas, também dá para alugar em lojas perto da estação de esqui.

Se você viajar para uma cidade maior, vale uma passada no shopping para encontrar um casaco mais quentinho. Ele não precisa ser desses específicos para esquiar e certamente vai custar bem menos que em uma loja esportiva.

Para quem não curte posts de viagem, pode ficar tranquila que já já volto com as resenhas, só preciso me organizar por aqui. 🙂

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Você já deve ter visto no nosso Instagram que Thais e eu estamos em Vail, no Colorado, não é? Recebemos este convite sensacional da American Airlines e não podíamos recusar, então fizemos as malas e estamos aproveitando cada minuto. Hoje te mostro algumas imagens da viagem, só para dar um oizinho mesmo. Mas quando voltar para Curitiba, prometo posts e vídeos mais completos sobre a experiência.

Ah, infelizmente a Marina não teve tempo hábil para fazer o visto americano, então por isso não pode viajar. Mas com certeza teremos outras oportunidades maravilhosas para nossa loira mostrar coisas incríveis para a gente.

Esquiando pela primeira vez!

Prontas para esquiar

A ideia era vir para o Colorado para esquiar e conhecer as cidades por aqui. O frio é grande, mas já arranjamos segunda pele e roupas forradas e impermeáveis para enfrentar a neve. Estamos quentinhas por aqui! Logo volto para contar mais sobre a experiência.

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Não tem jeito: a gente até viaja com outro foco na cabeça (dessa vez, foi esquiar e curtir a neve!), mas no fim das contas sempre acaba comprando uma coisinha ou outra, né? E aqui nos EUA, apesar de estarmos nas montanhas, rola aquele Walmart maroto… Aí já viram! hahahaha

Foi pensando em não gastar com bobeira – depois conto se funcionou! – que resolvi colocar no papel tudo aquilo que gostaria de adquirir antecipadamente. Fui sonhando e, quando via alguma coisa legal pela internet, anotava também. Eis então minha lista de compras!

Coisas para a casa

  • Refil para meu Glade Automatic Spray (aqui é BEM mais barato!)
  • Lenços de limpeza descartáveis: Lysol, Pledge, Windex (meu novo sonho dourado enquanto dona de casa, hahahaha)
  • Sacos de lixo Forceflex (vem trocentos mil e é super em conta)

Comidas (<3)

  • Tostitos (nunca comi, mas parecem bons e quero experimentar!)
  • Aquelas bolachinhas com caramelo no meio para colocar em cima da xícara de chá (alguém sabe o nome disso?)
  • M&M’s Peanut Butter (meus favoritos do mundo todo)
  • Qualquer coisa com Reeses (AMO)
  • Cafés com sabores diferentes (vi um que parece bem legal, sabor French Vanilla)

Cosméticos

  • Shampoo a seco Aussie (se achar o da linha Aussome Volume!)
  • Desodorante (qualquer um na vibe clinical só pra manter a tradição, hahahaha)
  • Rímeis Maybelline (ah, tá que eu não vou comprar, né!)
  • Base baratinha (marca a definir)
  • Organizadores para maquiagem (se achar)

Eita, acho que é “só” isso” HAHAHAHA Tô ansiosa para ver se encontro as coisas que coloquei na minha lista de compras versão EUA. Se quiserem me dar mais dicas do que é imperdível, por favor! 🙂

Foto: Shutterstock

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Fiz todos os meus arquinhos, tem tutorial deste roxinho aqui.

Nunca fui muito foliona e aproveitava o carnaval para não fazer nada. Não me animava com o calorão, muita gente junta e aquele negócio sem noção de homem puxando cabelo de menina, tô fora!

Mas neste ano tive a oportunidade de ir para São Paulo aproveitar os bloquinhos da capital e achei que estava na hora de ver qual era do negócio. E adorei! Pega essa curitibana carnavalesca.

Curti demais porque os bloquinhos são ecléticos e dá para escolher desde os que tocam axé e músicas tradicionais carnavalescas até aqueles com música do Metallica em ritmo de samba. Mais democrático que isso é impossível! Se você for da loucura, dá para se enfiar no meio da multidão e aproveitar todo o calor humano, mas se for para ficar de boinha, é só se instalar uns metros para trás e curtir a música sem precisar ficar na confusão. Os blocos começavam por volta das 15h e iam até as 20h, depois disso a música acabava. Achei o horário bem bom porque dava tempo de se recuperar, tomar muita água, e voltar no dia seguinte inteirona.

Vou te falar que me diverti mais nos bloquinhos LGBT, viu! A música era mais animada e o pessoal parecia ser mais respeitoso, sabe? Vi menina de hot pants, biquini, maiô e o peladismo que quisesse e ninguém enchia o saco. Também não vi nenhum cara puxando mulher e pegando a força, mas né, a gente não era bem o público alvo. RISOS Mas mesmo no bloco não LGBT que fui, não notei nada nesse sentido. Outra coisa que achei muito legal é que o pessoal se fantasia mesmo e se enche de glitter. Tinha desde as fantasias básicas até um pessoal super criativo e seguindo o “dress code” temático dos blocos. Já prometi pra mim mesma que ano que vem vou me empenhar mais no visual.

Durante os dias que participei do bloquinho não vi e nem fiquei sabendo de casos de assalto, mas todos os amigos só levavam o essencial para o bloco, preferencialmente naquelas doleiras que ficam escondidas na roupa. Eu mesma tentei usar o celular o mínimo possível, por mais que não tivesse visto nada, é melhor se previnir. Outra coisa meio ruim é a questão dos banheiros, que não tem jeito e tem que usar os químicos mesmo. Mas né, faz parte da bagunça.

Marcelo, Giovani e eu no meio da bagunça. A máscara do Marcelo é desse site aqui.

Também dei sorte porque o hotel que fiquei – mostrei ele no post de ontem – ficava bem no centro, então quando estava cansada demais, dava tchau pro pessoal e voltava a pé. Tudo bem pertinho e sem precisar ficar atrás de taxi ou de uber. A localização foi ideal para os bloquinhos.

Resumindo, adorei! Ano que vem eu volto, me aguarda São Paulo!

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