Coisas de Diva Coisas de Diva Coisas de Diva

Quem se lembra do post que fiz há mais de um ano sobre o Higi Calcinha levanta a mão! Pois muito bem. Hoje quero falar sobre outro produto dessa mesma categoria que compro normalmente também (quando não acho um, pego o outro!): o Zap Clean!

Zap Clean

Achei legal trazer essa dica aqui pro blog porque o produto em questão tem um excelente custo/benefício – a embalagem vem com 500 ml (dura uma vida inteira, hahahaha) e custa R$ 8,95 (pelo menos aqui em Curitiba!). O preço foi retirado do site do Casa Fiesta, um supermercado local onde costumo comprar.

Zap Clean

Ele pode ser tanto usado para lavar roupas íntimas e delicadas no banho quanto colocado na máquina de lavar, como um sabão líquido mais ~gentil (confesso que nunca experimentei essa modalidade, mas na embalagem não há nenhuma oposição à prática).

Zap Clean

Apesar de ser cor-de-rosa, o conteúdo não mancha as peças – pelo contrário: o Zap Clean ajuda na limpeza, faz bastante espuma e ainda tem um cheirinho bem gostoso! Levei ele num frasco menor para minha última viagem porque praia é dureza, né, a gente vive molhando os biquínis/maiôs e é bacana dar uma lavada real para evitar a proliferação de fungos e bactérias.

Zap Clean

Enfim, dica sincera de quem compra, usa e gosta! A marca fabricante do Zap Clean é a Soin – inclusive a mesma que produz aquele anti-mofo Secar, sabe? Para saber onde encontrar o produto, acho que vale ligar no telefone que está na foto aqui em cima.

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Violeta Cup

Opa, opa! Hoje temos resenha de um novo coletor menstrual que testei. Uma vez que a Lunette tirou sua operação do Brasil, achei bacana experimentar o produto da Violeta Cup, marca nacional que entrou no mercado não tem muito tempo. Bora ver comigo o que achei dele?

Coletor Menstrual Violeta Cup

Violeta Cup

Antes de mais nada, acho legal falar do tamanho do coletor, algo que em geral deixa a mulherada bem confusa. Na caixinha do Violeta Cup, há algumas instruções a esse respeito – em tese, meu tipo deveria ser o A (tenho 31 anos e não tenho filhos). No entanto, recebi o B e ficou tudo ok.

As recomendações para a escolha do tamanho do copinho variam entre as marcas – e, no fim das contas, há muito o que se investigar! É por isso que acho tão importante fazer resenhas e mostrar fotos desse tipo de produto. Além disso, recomendo mesmo que, antes de escolher, você veja o post que fiz e também pesquise outros conteúdos com comparativos entre modelos – isso pode ajudar bastante!

Nas minhas pesquisas, descobri esse canal do Youtube com muitos comparativos e informações interessantes! Vale o clique.

Violeta Cup

Achei a apresentação do Violeta Cup bastante caprichada! A caixinha contém várias informações, além de que há, em seu interior, uma espécie de guia para a usuária com tudo o que é preciso saber antes de usar. Fora isso, há um saquinho de pano para guardar o coletor menstrual e o produto em si.

Esse copinho, em específico, é fabricado em silicone médico (há modelos de outras marcas feitos em TPE, uma espécie de borracha). O meu é transparente, mas a Violeta Cup também oferece o produto em roxo. O único inconveniente dessa característica é que, com o passar dos meses, o coletor menstrual vai ficando mais escurecido por causa da presença constante de sangue – observei isso no Lunette e ainda é cedo para dizer que o mesmo vai acontecer com o resenhado de hoje, mas acredito que é natural.

O que achei do produto

O formato do Violeta Cup é um pouco diferente do formato do Lunette, com o qual estava acostumada. O que rola é que o primeiro é mais alongado como um todo e possui o cabinho maior. Em termos de firmeza do material, ambos são parecidos: deve ter algo de inerente ao silicone transparente utilizado em copos menstruais, ao meu ver – são flexíveis, porém não muito moles.

Violeta Cup

No Violeta Cup, há também várias marcações para que seja vista a intensidade do fluxo. O meu é moderado e, muito embora a marca diga que não há diferença de capacidade entre os tipos A e B, achei que esse está de bom tamanho para mim.

Está escrito também na embalagem que a altura do colo do útero não interfere na escolha do modelo. Como comentei no post explicativo sobre coletores menstruais, isso faz sim a maior diferença. É super importante que você fique de olho no comprimento do seu copinho:

Se tem o colo do útero alto, como eu, vai ficar ok com um coletor mais alongado, como é o Violeta Cup. Porém, se tem o colo do útero baixo, precisará de um copo mais curto e até mesmo vai sentir que precisa cortar o cabinho.

O Violeta Cup é realmente mais comprido e fino, se você for reparar pelas fotos. Para mim isso não teve muita influência. O que senti mesmo foi que, com ele, eu precisei mudar o jeito de colocar o coletor menstrual (inclusive a dobra). Sempre usei a dobra em C com o Lunette, mas com o Violeta Cup ela não me permitiu um encaixe perfeito – tanto que tive um pequeno ~acidente no primeiro dia de uso.

Percebi que, no meu caso, o melhor mesmo é fazer aquela dobra de botão de rosa. Isso me permitiu colocar o coletor no lugar certo – a partir disso, não rolou nenhum vazamento. Porém, notei também que o Violeta Cup é mais escorregadio, o que significa que vai descendo dependendo dos movimentos pélvicos. Não experimentei me exercitar com ele, mas fiquei um pouco cabreira com isso. Posso experimentar com toda a coragem que me cabe e contar pra você depois.

Resumindo

Violeta Cup

No fim das contas, o que digo é: se você tem colo do útero alto, se já tem certa experiência em encontrar a melhor dobra e se está em busca de um coletor menstrual com um bom preço (uma unidade sai por R$39,99), o Violeta Cup pode ser uma ótima escolha.

A realidade é que cada mulher é uma e essa foi minha experiência – que pode ser a mesma que a sua ou não! Por isso, mais uma vez reforço: leia muitas opiniões, pesquise modelos, compare propostas antes de comprar o seu copinho! Depois de escolhido, ele vai te acompanhar por muito tempo.

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Ai, miga, eu sei como é isso. Dói pra caramba, a gente acha que nunca mais vai conseguir respirar, tampouco se envolver com alguém de novo. Mas há, sim, luz no fim do túnel depois de um pé na bunda!

Esse é um assunto delicado, eu sei. E não há uma fórmula mágica pra todo mundo – cada pessoa sente do seu jeito, não é? De qualquer maneira, como recebo muitos e-mails com casos assim achei que seria interessante gravar um vídeo com 5 dicas que podem ajudar você nessa. Olha só!

Pode ser que todas funcionem, até mesmo nessa ordem, para você. Pode ser que você demore a colocar qualquer uma delas em prática. Mas o que importa mesmo é que, com muita sorte, vou provocar seu pensamento a respeito do que está acontecendo com esse vídeo. Nossos caminhos são diferentes, porém sinto que, no fim das contas, tudo passa – e para todo mundo. Olha eu aqui vivona, por exemplo! <3

As 5 dicas para superar um pé na bunda

Se não está dando para você assistir ao vídeo agora, aqui vão as 5 dicas que podem ajudar você a superar essa situação chata, mas pela qual muita gente passa (tamo junta!):

#1 Viva o luto

Mas com hora para acabar, hein? E por luto entenda a fossa em si. É preciso sentir o que aconteceu sim! Melhor do que colocar para debaixo do tapete é ser honesta com o que se passa dentro de você. Então tá permitido chorar, ficar de pijama o fim de semana inteiro, comer um pote de sorvete sozinha… Só que SEMPRE lembrando que haverá o momento em que isso não existirá mais. A real é que a dor parece muito intensa no começo, mas aos pouquinhos ela vai passando e simplesmente some. Nem que demore.

#2 Não fuce

Enquanto isso, se esforce ao máximo para não ir atrás do(a) ex nas redes sociais. Sério mesmo, essa dica vale ouro: não vai valer a pena querer saber por onde anda a pessoa, quem ela está seguindo, se está namorando… O relacionamento acabou, então está acabado. A gente fica com essa curiosidade mórbida só para se machucar. E você precisa se magoar mais ainda? Ou então alimentar um monstrinho de raiva, ciúme ou qualquer sentimento ruim dentro do seu coração? Não precisa.

#3 Busque se distrair

Um excelente jeito de tirar a cabeça de quem deu um pé na bunda na gente é buscando distração. E pode ser qualquer uma: sair com os amigos, fazer um curso diferente, viajar pra um lugar estimulante… Enfim, escolha dentre as possibilidades aquela que tem a ver com você. E saiba que você vai vez ou outra pensar no cara ou na mina, mas está fazendo algo de bom por si. Como eu disse antes, o tempo cura de pouquinho nossas feridas, só que é preciso um pouco de disposição para que eles vão cicatrizando.

#4 Cuide de você

Distrações são importantes, mas cuidar de si é ainda mais! E com isso quero dizer que, além de escolher coisas que façam bem a você, é importante que colabore com seu autodesenvolvimento (enquanto ser humano mesmo)! A gente precisa sempre seguir o caminho do entendimento de nós mesmas, independentemente de estarmos ou não num relacionamento. Isso vai ajudar muito a melhorarmos nossas relações tanto interiores quanto exteriores. Leia, estude, busque, converse!

#5 Se fortaleça

Nesse processo todo, vai ser natural que você fique fortalecida. Sabe por que? Porque vai entender mais sobre quem é, como age, enfim, como lida com o que sente. E no fortalecimento de si mora também aceitar o amor de outras pessoas (fora de uma relação de casal) e o amor de Deus – ou a força superior que tem muitos nomes dependentes da religião. Um bom olhar para dentro desperta um bom olhar para fora (e vice-versa). Abrace sua vida com força e entenda que tudo o que passou foi um aprendizado.

Espero ter ajudado você no que vem depois de um pé na bunda. É complicado, eu sei, mas tudo tem solução! Afinal, as pessoas vêm e vão de nossas vidas, mas no fim quem sempre estará ali, grudadinha 24h por dia durante toda uma existência, é a gente mesma. <3

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como parar de roer unhas

Muito embora minhas unhas tenham um formato curtinho, que dificilmente passa da carne, eu nunca na vida fui uma ~roedora! No máximo dos máximos coloco o dedo na boca pra arrancar aquela farpinha que tá incomodando, hahahaha! Porém, sei que existem mulheres adultas que sofrem com isso até hoje, por isso meu post desse domingão tenta dar respostas à pergunta:

Como parar de roer unhas?

E é claro que não seria eu, leiga que sou, quem responderia, né? Quem conta pra gente 5 dicas para parar de roer unhas é Luzia Costa, fundadora da Beryllos, uma cuticularia (interessante, né?) presente em Taubaté e São Bernardo do Campo, em São Paulo:

#1 Identifique os momentos que despertam o hábito

“Nada melhor do que o autoconhecimento. Saiba identificar o momento exato que desperta a vontade de roer as unhas. Esse é o primeiro passo para saber se o hábito está relacionado a problemas no trabalho ou na vida pessoal – e assim por diante”.

#2 Roer as unhas é um alerta

“Muitas pessoas associam a prática com a ansiedade. Estudos mostram que o hábito pode estar relacionado, mas que esse sentimento não é o único que desencadeia a compulsão. Ansiedade, tédio, estresse, tristeza, tudo isso pode interferir de maneira direta no costume. Procure um médico ou especialista para fazer um acompanhamento”.

#3 Mantenha a boca ocupada

“Mastigue um chiclete, bala ou algo do gênero. Mudar o foco é importante principalmente em momentos de ansiedade ou incertezas. Quando estiver em uma posição difícil, respire fundo e tente controlar suas emoções”.

#4 Tenha um kit manicure por perto

“Toda vez que você pensar em roer as unhas, tire da bolsa um ‘kit manicure’. Use tesoura, lixas, etc. Com o hábito de lixar ou cortar, amenizamos a ação de roer. Tente manter sua mão longe da boca. Importante: Não compartilhe o seu kit com ninguém, isso pode acarretar em problemas futuros”.

#5 Hidrate a mão

“Esse truque é ótimo. Mantenha sua mão hidratada, se possível, 24 horas por dia. Quando você sentir vontade de roer a unha vai lembrar que sua mão está com creme e a chance de finalizar a ação será mínima. Além disso, mantenha as unhas feitas, o que aumenta a chance de não levar a mão na boca para não estragar”.

Você sabia?

O ato de roer as unhas é recorrente e afeta 30% da população mundial, não estando relacionado com a faixa etária de uma pessoa. Aliás, o termo técnico para a prática é onicofagia!

“A unha e a pele são nossa proteção contra bactérias e doenças externas. Quando removemos uma cutícula, por exemplo, automaticamente estamos rompendo a proteção. Dessa forma, ficamos expostos a inúmeros perigos”, alerta Luzia Costa.

O costume pode provocar graves problemas gastrointestinais, como esofagite infecciosa e gastrite, entre outros, e até mesmo prejudicar a dentição, a musculatura do maxilar e a articulação. O ato de levar a mão à boca também deixa a pessoa mais exposta a outras bactérias que podem desencadear doenças futuras, como H1N1, diarreia, hepatite A, caxumba, rubéola, sarampo, etc.

E as bases com gosto ruim, funcionam?

De acordo com Luzia, sim. “As bases com gosto ruim podem ser uma das alternativas para que a pessoa pare de roer as unhas e a cutícula. Porém, mais uma vez, o importante é que ela perceba o que a leva a ter esse hábito. Muitas vezes é uma situação recorrente. A ação vital, nesse caso, é praticar o autoconhecimento e substituir o costume por algo que a impeça de roer”.

Espero ter dado algum caminho sobre como parar de roer unhas para você! Se tiver parado e quiser contar pras colegas como fez, manda ver nos comentários!

Foto: Shutterstock

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