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preços nos estados unidos

Vocês pediram nos comentários e aqui está o primeiro post da série Thais in the USA! O tema são os preços nos Estados Unidos: será que quem converte não se diverte mesmo? Vamos descobrir sob meu prisma nessa viagem, num momento em que o dólar está 1 para 4 (na verdade, 4 reais e uns quebrados, mas tô arredondando um pouco).

preços nos estados unidos

Contextualizando

Bom, essa foi a minha segunda vez no país – na primeira, tinha 14 anos e a situação do câmbio era bem diferente: 1 dólar para menos de 2 reais (#sdds). Porém, naquela época, dependia financeiramente dos meus pais e fui com dinheiro vivo contadinho, sem acesso a cartões, então não deu para pirar muito nos gastos, né?

Dessa vez, a experiência foi outra porque já tenho quase 30 anos na cara e paguei por absolutamente tudo, com exceção dos 3 dias em que ficamos no apê de uma amiga em Boca Raton (obrigada pela hospitalidade, Lu!) e da casa em Kissimmee (próxima aos parques da Disney) que a Home 2 U Vacation disponibilizou para nós – viajei com a Mari, uma amiga dos tempos de escola! <3

Antes da viagem, conversei com ela sobre quais eram suas expectativas em termos de gastos, porque, afinal, estávamos indo juntas e queríamos entrar num consenso – aliás, isso é uma dica importante: tem que abrir o jogo com a pessoa que te acompanhará na viagem para ver o que é possível e o que não é! Minha sorte foi que a Mari tem uma vida financeira parecida com a minha e topou economizar em vários pontos.

Sobre os gastos fixos

Nosso roteiro de 15 dias foi bem variado: chegamos em Miami e seguimos de trem (Tri Rail, $ 5,65 por pessoa) direto para Boca Raton, que fica ao norte. Depois, fomos de carro alugado ($ 250 por 4 dias + pedágios e gasolina) para Kissimmee, que é mais ao norte ainda, onde curtimos os parques da região (média de $ 100 por parque para cada uma). Então, descemos para o sul e paramos em Hollywood. A estadia foi pelo Airbnb (aliás, se quiserem post sobre isso, posso fazer também!). Um amigo nos ofereceu carona para Miami, nossa última parada – assistimos ao show da Madonna ($ 90), curtimos a cidade e então voltamos para casa. A estadia em Miami também foi pelo Airbnb.

Dá pra ver que foi bastante coisa, mas tudo dentro de um orçamento decente! Conseguimos comprar passagens pela TAM (e LAN, que é conveniada) por R$ 1200, uma bagatela! Na ida, tivemos que parar em BH e sair, para só no dia seguinte ir para Miami. Conseguimos pouso por lá na casa de um casal de amigos (tão vendo que é tudo no esquema, né? hahahaha). A volta foi Miami – Bogotá (sem sair do aero) – São Paulo – Curitiba. Ufa!

Todas as despesas fixas da viagem foram divididas entre os nossos cartões de crédito (vale lembrar que, para compras feitas nos Estados Unidos, é preciso ter cartão internacional desbloqueado): passagens aéreas, aluguel do carro, ingressos para os parques, hospedagens via Airbnb, show da Madonna… Essa é a vantagem de ir com alguém: dividir os custos! Melhor ainda se for em mais pessoas, porque aí dá para pulverizar ainda mais.

Dá para comprar, sim

Peguei $ 500 no banco para os gastos variáveis durante os 15 dias. O dinheiro deu certinho e ainda sobrou um dólar da sorte para deixar na carteira! As compras maiores fiz no cartão de crédito – a maioria foram alguns presentes para a família e as amigas. Falando nisso, eis algumas barganhas que consegui por lá:

preços nos estados unidos

Meu irmão calça módicos 44 (família comprida é assim mesmo, hahaha) e é fã de Vans. Porém, os preços aqui no Brasil são meio absurdos e ele nunca achava o modelo que queria na sua numeração. Comprei esse bem lindão na loja da Vans do Sawgrass Mills quase pela metade do preço que praticam nos Estados Unidos. E tinha mais: na compra de um par, o outro saía com 50% de desconto – só não peguei um  porque não estou precisando de tênis!

A bolsa Michael Kors, que é objeto de desejo de várias brasileiras, foi presente para a minha mãe. Aqui ela custa quase R$ 3000, mas eu paguei muito menos do que isso! A compra foi feita na loja da marca no Aventura Mall, que estava com desconto para peças selecionadas. Paguei também quase a metade do preço que é cobrado normalmente.

Com esses dois exemplos, acho que dá para perceber que é possível comprar barato ainda, mas tem que pesquisar bem primeiro! Durante minhas idas aos shoppings, ficava sempre de olho na área de ofertas das lojas para ver se algo me interessava. Infelizmente, não adianta ir com uma ideia muito fixa, porque na hora H a diferença entre o valor cobrado no Brasil pode nem ser tanta assim. E tem mais: aqui dá para parcelar!

Minha linha de pensamento

É claro que a gente sempre acaba se apaixonando por algo pelo meio do caminho. Mas o que eu sempre procurava me perguntar antes de decidir pela compra era:

  1. Vou achar algo parecido no Brasil?
  2. E o preço, será o mesmo?
  3. Qual o custo/benefício da aquisição?
  4. Eu preciso MESMO comprar isso?

É, minha gente, vencer as tentações do consumo não é tarefa fácil! Mas sabem que eu me comportei direitinho? Optei por não pensar muito quando o assunto tinha a ver com experiência: diversão, alimentação, passeios… Para as compras, fui cautelosa e não me arrependo. Mais do que artigos materiais, trouxe na mala histórias para contar!

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O que nossas divas já nos disseram
  1. Fernanda Gabriela

    Eu fui aos EUA ano passado tb com dolar bem alto e comprei super pouco para os meus “planos”. Realmente, ainda tem coisas que lá são exclusivas e que, mesmo com dólar caro, compensam. O que não anda compensando são cosméticos (Sephora só para olhar mesmo)e coisas de lojas que sabemos que aqui vai ter igualzinho.
    Gostei da sua serenidade ao tratar do tema e da consciência. Fico mto chateada ainda qd vejo gente se endividando o ano todo para trazer malas de porcarias que só vão se juntar… Viajar tb é comprar, mas comprar BEM! E comprar bem é quase uma arte que requer muiiiito aperfeiçoamento. Rs.
    bjs, Thais!!!!

    • laine

      ainda bem que eu moro aqui no Texas =)

    • <3 Obrigada, Fer!

  2. Márcia Daniella

    A experiência e as histórias pra contar são mesmo p melhor que podemos trazer na bagagem!!! Eu amooooo experimentar coisas novas durante a viagem: um sabor diferente, o cheirinho de um lugar, os momentos diferentes e felizes 🙂

  3. Com o real tão baixo… difícil gastar muito

    bjs

    http://ladycatblog1.blogspot.com/

  4. Mari

    Legal essa de ter subido na Florida de trem. Uns 3 anos atrás eu tbm fiz uma viagem q desci em Miami mas ia ficar hospedada em Kissimmee, mas a gente alugou um carro. E na volta o carro foi até mais caro, pq precisamos de um carro maior dps por conta da bagagem cheia de compras.
    Nessa mesma viagem, eu fui de NY até Kissimmee de volta de trem, e vi como o trem é tranquilo (mesmo pra essa viagem q foi 24hrs praticamente, inventamos de fazer só pq era diferente rs) e eles são menos rígidos com bagagem tbm.
    Se eu precisar fazer uma dessa de novo, acho q vou de trem.

    • Que legal, Mari! Geralmente pensamos que trem é algo mais europeu, mas olha aí, tem nos EUA sim! 😉

  5. Heloisa Carvalho

    Essa bolsa da MK é muito linda! O marido me deu uma de presente desse modelo, só que roxa. Também acho que vale mais gastar em outras coisas além das compras…

  6. O jeito é enxugar bem a lista de desejos!

    Com o dólar assim, não dá pra se dar o luxo…

  7. Jessica

    Faz vídeo de comprinhas belezisticas rs

  8. Julie

    Oi Thays!
    Legal teu relato. E ótimas compras essas duas, muito melhor do que juntar um monte de porcaria!
    Mas as farmácias e Targets da vida são tentadoras né?! haha
    Como eu comentei no post anterior, voltei de lá segunda passada e tb passei três dias em Boca Raton, hahaha. Roteiros parecidos!
    Eu acabei comprando uns itens baratinhos para organizar a casa, cozinha, banheiro… novidadinhas que não vemos aqui, não resisti! haha
    Aguardando os próximos posts! 🙂

    • Ai, nem me fale! Essas coisas pra casa são uma tentação, mas passei longe por medo de estourar o espaço da mala!

  9. Marcela

    Thays adorei o post. Vou viajar em Março e se puder dar mais dicas de compra consciente, vai ser mto bacana.
    Bjs

    • Mah

      Amiga, xo me intrometer hahaha
      Faça sua wishlist e veja os preços aqui antes. Anote o preço em dólar + taxes e o em reais. Compare e veja por si mesma onde vale a pena.
      No meu caso, só compensou itens de cabelo de marcas mais ~high end. Joico, Sebastian, Redken e etcs. Principalmente se vc tiver a oportunidade de ir numa ulta e pegar uma promo-kit.

      E não compre nada no cartão. IOF + a taxa flutuante do dólar das operadoras fazem tudo ficar mais caro e compensar cada vez menos. Leve papel moeda.

    • Heloisa Carvalho

      Assino embaixo a wishlist antes! Foi o que eu fiz, por isso acabei comprando pouquíssima coisa, pois a maioria acabava nem compensando (temos que considerar que vez ou outra as lojas fazem promoções aqui, ou que podemos parcelar).
      Roupa e sapato só se for algum item que você queira MUITO, pois no geral não compensa. Já produtos de beleza, marcas que não vendem aqui sempre valem a pena.

    • Julie

      Eu voltei de lá na semana passada e também fiz a listinha.
      Sugiro vc pesquisar os preços aqui e os de lá, tudo antes de ir. Aí vc já consegue incluir/excluir o que mais e menos compensa.
      Achei que no geral coisas de cabelo ainda compensam, em farmácias… um exemplo bobo: shampoo seco da Dove (não tem aqui e é mara!) por 3 doletas! Chegando lá vale dar uma garimpada… tem mta promoção leve 2 pague 1, enfim… ah tênis Asics Nimbus 17 aqui na netshoes custa R$ 749,90 e lá nos outlets o mesmo está por U$ 125,00 ou seja R$ 500,00 ainda que o dólar esteja péssimo, é uma baita diferença!
      Espero ter ajudado! 🙂

    • Jéssica

      Eu também sugiro incluir IOF na sua conta de saber se vale a pena mesmo comprar lá.
      Se não vender aqui, SE JOGA.
      Não incentivo comprar no cartão de crédito, o IOF é de quase 7% enquanto o da moeda é 0,38%.

  10. Mah

    Eu fui em outubro e só comprei coisas de cabelo. Um kit da Joico numa promo leve 3 pague 2 da ULTA, 2 leave in “its a 10 miracle”.
    Um sabonete japonês pro rosto… Só.
    Lojas de roupas, impossíveis. Sem condição. Make idem, inclusive as de farmácia (a maioria das marcas).
    Sapatos e bolsas, só xessus na causa. Mas fui pra LA e lá não tem outlet nem nada.
    Ah, vale dizer que ainda tem o imposto de cada estado né! 7/9% no final de cada compra.
    Mas me diverti a beça. E acho que comer bem por lá ainda está barato. Sou vegetariana, então o clássico fast food nem entra no meu cardápio por motivos óbvios. E mesmo assim, achei que a alimentação não ficou cara.

    É que tem outra também. Quem já foi (e pagou do próprio bolso) na época dos 2/3 reais o dólar, nem tem coragem de sair comprando muito com o dólar atual.
    Quem sabe essa maré passa, e a gente pode voltar a trazer 2 malas de 32kg rsrsrs (sdds 2014).

    • hahahaha, nem fala, menina! E realmente, esqueci de mencionar que a Flórida cobra em torno de 7% em taxas ao fim da compra mesmo.

  11. Fabiana

    Nossa amei o post e achei o assunto muito pertinente e atual.
    Viajei em novembro com meu marido e filhos e mesmo com o dolar alto, conseguimos curtir muito em Orlando.
    Acho que definir com antecedência quais os planos e como economizar é essencial.
    Meu marido compartilha das mesmas ideias que eu, por isso foi fácil definir restaurantes, passeios e até compras.
    Nos restaurantes foi onde mais economizamos, sempre pedíamos pratos que podiam ser divididos e pesquisamos muito sobre os restaurantes antes.
    Nos parques não teve jeito, foi a parte mais cara, porque os ingressos são caros, mas conseguimos economizar escolhendo restaurantes mais baratos dentro dos parques, levando lanchinhos e evitando as bugingangas vendidas nas lojinhas.
    Nas compras foi difícil, mas valeu a pena, pesquisamos muito antes e só compramos o que realmente queríamos muito. Claro que eu gostaria de comprar muito mais (mais cosméticos com certeza), mas tudo que trouxemos escolhemos com muito critério.
    Estou decidida a fazer mais viagens internacionais, mas agora vou esperar por um câmbio mais atrativo.

  12. Pamela

    Thays, adoro o blog de vocês e adoro os posts de viagem, mas nesse você viajou total (perdoe o trocadilho). Você falou e não disse nada! 500 dólares pra gastos variáveis quer dizer o que? Vc pagou comida com cartão também? Porque fui recentemente pros Eua e sinceramente, isso não da pra passar 15 dias. E ai Não entendi muito bem o objetivo do post. Em qualquer lugar você consegue comprar algo que valha a pena de procurar uma promocao. Desculpa o desabafo, adoro o blog, leio sempre, mas essa não entendi! Beijo

    • Os 500 dólares para gastos variáveis foram pra alimentação, transporte e compras pequenas!

  13. Thais

    Thais, faz resenha do batom retro matte liquido :)!

  14. Miriã Andrade

    Com certeza a experiência e as histórias para contar são bem mais importantes que os bens materiais que trazemos, mas imagino que seja um pouco difícil de se controlar mesmo, hehe.

  15. Tatá

    Eu fui para Orlando agora em dezembro tb, e cada vez que o dólar subia meu coração disparava. Minha dica é: planeje-se ! Eu comprei a passagem maio para viajar em dezembro. Paguei R$ 1.200 (com taxas), saindo de GRU x Orlando, com escala em Miami, ótimo voo, 8 horas e pouco cada trecho ! O hotel eu peguei com milhas na Gol. Um hotel super bom e bem localizado, na International Drive.
    Quanto aos gastos, eu sempre vou comprando dólares. Entao meu cambio não ficou tao alto, ficou em torno de uns R$ 3,50 para US$1. Dai minha conta era assim: aquilo que eu queria muito eu convertia pela minha taxa real e aquilo que não tinha pensando em comprar convertia pelo dólar atual da época que viajei, R$ 4,00. Muita coisa não compensa mesmo. Eu foquei em coisas que não encontro no Brasil e coisas que o preço é muito diferente, tipo Michael Kors, eu comprei 2 relogios lindos por US$ 135,00 cada, aqui custam perto dos R$ 1.500-1700 reais. As bolsas MK no outlet de orlando estavam perto de US$ 200,00. Comprei um bolsa na Coach por US$ 70,00 !! Um carteira na Kate Spade super barata tb, e as bolsas tb estavam por volta dos US$ 100 e poucos dólares. Roupa, principalmente de frio achei que compensa muito tb, principalmente pela qualidade. O que não compensa: alguns tipo de eletrônicos, como maquina fotográfica (as lentes compensam muito, comprei 1 tb). Maquiagem de farmácia não compensa. Senhora depende da marca… Tenis não compensa tb, Ainda bem que vi antes.
    Os parques nao tem como choramingar, são em media de US$ 100,00 mesmo, mas valem muito a pena.
    Eu nao economizei muito para comer . Não comi em restaurante chic, de chef, em restaurante de parque nada disso, mas o Olive Garden, o Shake Shack, o Outback, ate o pizza hut saíram bem mais caro que costuma sair. Mas não troquei uma boa refeição por rodízio de pizza de 8 dólares nao…
    Acho que dá para viajar sim em época de dólar nas alturas, mas temos que ter foco !
    E aproveite os passeios, na Florida tem tudo o que vc imaginar !

  16. Priscila

    Ainda tem coisas que compensam bastante, como enxoval e produtos para bebê (carrinho, berço, etc). Agora maquiagens, cosméticos, roupas acho que deve ficar mais ou menos a mesma coisa que aqui.

  17. Este vídeo é muito explicativo….
    http://bit.ly/1Pbkgps

  18. Mônica

    Ótimo post, estou me planejando para fazer um tour por lá e me deu muitas dicas. faz sim um post sobre este Airbnb.

  19. thais

    Oi thaís gostaria de saber como você converteu o real em dólar?? Hahahahah sou sua xará

    • Oi, xará! Pra esse post, multipliquei por 4 – em tese, é um pouquinho mais, mas deixei como uma média mesmo.

  20. Camila

    Oi!
    Quanto tempo antes comprou as passagens aéreas?
    Bjs

    • Te falar que foi menos de duas semanas antes, acredita? Uma boiada mesmo! hahahaha

  21. Cintia Lima

    Thais,
    o IOF do cartão está incluso na sua conversão?

    • Oi, Cintia! Não, precisa somar mais 6,38% em cima!

  22. Clarissa

    Quero post sobre o Airbnb sim!!! Estou curiosa. Bjo

  23. Sandra

    Parabens pelo comentario. Realmente o importante é estar sempre de olho nos SALE..dá para fazer boas compras sim! Planejar e pesquisar os preços vale muito a pena, sem falar nos cupons de descontos.

  24. MONICA gomes

    Oí! Voltei ha 1 semana… Fiquei 3 días Em sunrise na casa de um amiga … Há 5 min do sawgrass.. Depois fui para Miami e no día seguinte da Madonna vi o WWE… O que uma Mae nao faz pelo seu filho de 12 anos? Concordo em tudo e acrescento que as farmacias e os outlets é o que nos salva com miudezas e vitaminas…de resto.. Pouco uso do cartao!!!

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  26. Bruna

    Eii Thaís! Estou amando seus posts sobre sua viagem e suas compras. Vc perguntou nesse post se alguém gostaria de um sobre o site airbnb, e eu gostaria tantooo…. pois queria muito usar esse meio pra hospedar, pois acho que fica mais barato, mas ainda não tive coragem.. hahaha.. e quem sabe, vc fazendo eu não crio mais coragem e sem falar que confio por demais em vcs três, sempre que vou comprar um cosmético ou algo parecido pesquiso aqui antes pra saber a opinião de vcs… hahahaha.. fã declarada de vcs 3. <3! Parabéns pelos posts sensacionais. Beijo!!

  27. Gabriela R. Salomon

    Minha wishlist para os EUA é nos produtos extremamente caros aqui no Brasil, como uma bolsa Kate Spade *o*, mas claro, não vou nem levar make por lá para comprar :DD Mas enquanto o dólar não baixar, vou guardando money para isso hehehehe

    • Ai, procurei tanto Kate Spade lá e não achei! :\

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  30. […] Opa, opa, mais um post da série Thais in the USA! A pedidos, hoje vim mostrar para vocês minhas compras nos Estados Unidos – como adiantei, trouxe vários presentes para a família e as amigas, por isso não pirei muito nas aquisições próprias! Para lerem uma opinião pessoal a respeito dos preços no país, é só clicar aqui. […]

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