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Desde que contei que fiz minha última viagem só com uma malinha de mão, muita gente me pediu para falar sobre isso e contar o que levei e como sobrevivi. E agora, alguns dias depois que cheguei de viagem, consegui lavar e reorganizar tudo para mostrar aqui haha. Para o post não ficar muito longo e cansativo, dividi em dois: hoje vou mostrar a mala em si e dar algumas dicas, amanhã vou mostrar tudo que levei efetivamente, ok?

Ah, e se você caiu de paraquedas nessa história, eu explico: durante o mês de novembro, fiz uma viagem pelo sudeste asiático com dois amigos – passamos pela Tailândia, Vietnã, Camboja, Cingapura e Indonésia e aos poucos vou fazer alguns posts sobre isso por aqui, mesclando com nosso conteúdo normal de beleza, ok?

dicas para uma mala compacta

Mas voltando ao assunto de hoje, vamos às dicas para uma mala compacta?

1) Leve todos os fatores da sua viagem em conta – quantos dias vai durar a viagem? É uma viagem de férias ou de trabalho? Qual o clima no lugar onde você vai? Comecei a pensar nisso com meses de antecedência, praticamente desde o momento em que comprei a passagem. Juro que comecei com: “vai ser meio difícil levar uma mala grande e ficar carregando pra cima e para baixo…”, aí já passei para: “acho que vou levar uma mala média”, pra “AH, QUER SABER? VOU SÓ COM A DE MÃO”. No meu caso, era uma viagem de férias (ou seja, não precisaria de roupas formais), em lugares muito quentes (sem necessidade de roupas muito volumosas) e com muitas viagens internas (ou seja, eu teria que carregar O PESO DAS MINHAS ESCOLHAS muitas vezes em idas e voltas de aeroportos).

dicas para uma mala compacta

Imagens: Shutterstock

2) A logística também é importante – você vai para um lugar específico e vai ficar nele ou vai ficar pulando de cidade em cidade? Para quem vai para um lugar só, uma mala grande não é tanta chateação assim. Mas pra mim, que ia ter 8 voos internos, seria um saco ficar arrumando mala, fechando mala e carregando tudo isso cada vez que fosse pegar mais um avião.

Além disso, todos esses 8 voos que fiz dentro da Ásia foram por companhias low cost, aquelas que são mais baratas mas cobram por todos os itens extras que você precisar – logo, se eu fosse despachar bagagem, eu teria que pagar um adicional em cada uma das passagens que comprei. Isso fora o tempo extra que seria para despachar e depois pegar a bagagem de novo. E ainda é sempre bom lembrar da possibilidade da sua mala não chegar e criar mais um problema (‘e se a mala não chegar até eu precisar ir pro meu próximo destino?’). Tudo isso aí pesou tanto na minha vontade de ser uma pessoa cada vez mais prática quanto na minha conta bancária.

Ah, quase me esqueço de mais um fator: alguns dos lugares por onde passei, como as praias da Tailândia e Indonésia, são destinos mais ~rústicos, digamos assim. E o que isso significa? Significa que eu ia precisar entrar e sair de barcos para chegar até os lugares, e não estou falando de barcos estilo cruzeiro, não. Ou seja, preparei minha porção aventureira e pensei na dificuldade que seria carregar uma malona gigante e pesada nessas situações.

3) A escolha da mala é importante – e não estou falando do conteúdo dela, e sim da mala mesmo. Pense, em primeiro lugar, em qual bagagem você se sente melhor carregando. Sei que nesse caso muita gente deve pensar naquelas mochilas de mochileiros mesmo, mas pra mim não rola. Comprei uma dessas para fazer minha primeira viagem longa, em 2009, e me arrependi muito. Para quem é maior ou consegue carregar mais peso, talvez seja uma ótima ideia, mas pra mim que sou baixinha, aquela mochila me dava dor nas costas e um mau humor terrível.

dicas para uma mala compacta

Optei por uma mala de bordo (mas fique atenta aos tamanhos exigidos pelas companhias aéreas, porque eles podem variar! A minha tem 35 x 55 x 26 cm e não tive nenhum problema na Ásia) da Kipling, que eu comprei quando ainda estava em Paris, especialmente para essa viagem. Escolhi essa por ser uma mala resistente, muito leve e de um modelo simples, sem muitas divisórias (o que aumenta o espaço interno). Não me arrependi nada, amei minha escolha e sei que essa vai ser minha companheira de muitas viagens.

dicas para uma mala compacta

4) Talvez seja preciso lavar roupa (dependendo da duração da sua viagem, claro) – e está tudo certo. Eu precisei lavar duas vezes ao longo da viagem e foi tranquilo, é fácil achar lavanderias em todo lugar e não costuma ser caro.

5) Desapegar não é tão ruim assim – se você resolver mesmo viajar com uma malinha menor como eu, simplesmente aceite que não vai conseguir levar 10 pares de sapato, looks diferentes para todos os dias ou todos os seus produtos de beleza. É o preço que se paga por uma viagem mais leve e mais prática. Óbvio que não levei tudo que eu gostaria ou tudo que uso no meu dia a dia na nécessaire, mas não me arrependi. Gostei da minha viagem assim como foi, minha vida foi muito mais fácil com menos peso para carregar e quando senti necessidade de algum produto que não levei ou acabou (já que levei tudo mini), eu comprei por lá. Simples. E sobrevivi, viu? 🙂

Ufa, espero que tenham gostado – e amanhã vem a parte 2!

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