Quando era mais nova, passava o ano inteiro esperando a época de ir pra praia – e ficar bem bronzeada! E isso nem era difícil de acontecer… Bastava filtro 15, muitos mergulhos, caminhadas na areia e pronto: no fim do primeiro dia de temporada já aparecia a marquinha do biquíni!

Mas aí os anos foram passando e os dias de sol e mar ficando cada vez mais curtos. E a ânsia por uma pele morena continuava a mesma… Resultado? Fator de proteção solar baixo + horas estirada em cima da canga = camarão, né? Todo meu discurso orgulhoso de sou-branquinha-mas-pego-cor-fácil de antigamente foi indo por água abaixo… Pelo menos até esse verão!

No meu post sobre a necessaire de praia, disse que estava levando pra Floripa um protetor FPS 30 para os primeiros dias de exposição solar. Para mim estava ótimo, mas fui convencida pelo meu namorado (que já aguentou por verões suficientes meu chororô de pessoa queimada) a comprar um FPS 50, sob a ameaça de que, se ficasse vermelha, voltaríamos imediatamente pra casa. Com medo de estragar a viagem, aceitei a ideia e desisti do bronzeado pela primeira vez na vida.

Ah, se eu soubesse antes no que isso ia dar… Porque foi a melhor coisa que fiz! Segui a cartilha direitinho dessa vez, ficando boa parte do tempo embaixo do guarda-sol e reaplicando o filtro periodicamente. Com o passar dos dias, qual não foi minha surpresa? Melanina deu o ar da graça na minha pele! Não fiquei super morena, claro, mas aquele tom de palmito finalmente saiu de mim!

Gente, foi uma verdadeira vitória pessoal isso que aconteceu… E fica como conselho pra todas, afinal, fazer loucuras por um bronzeado não é nem um pouco saudável! Cuidar da pele tem que vir em primeiro lugar, sempre. Essa lição eu aprendi, e ainda fiz uma descoberta que vou levar pra vida toda: dá, sim, pra conciliar proteção com bronzeado!

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